Agronegócio

Projeto Agro.BR capacita produtores em vendas para o mercado chinês

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Brasília (22/02/2021) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, na segunda (22), um seminário virtual do projeto Agro.BR para capacitar empresários rurais brasileiros em vendas para a China.

O encontro, que trouxe como tema as “Oportunidades e parcerias no mercado da China”, foi realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e apoio da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (InvestSP).

Durante o seminário, a analista de Investimentos e consultora do escritório da CNA em Xangai, Camila Chen, falou sobre os aspectos gerais sobre a China e mostrou simulações de negociação com um comprador chinês.

“A maioria dos brasileiros tem pouco conhecimento sobre o país asiático. O nosso objetivo é ajudar os produtores rurais na construção e desenvolvimento das relações comerciais”, disse.

Segundo Camila, desenvolver um bom relacionamento com um comprador da China é fundamental para as negociações. “Os chineses são bons negociadores, então o empresário precisa ser firme e estar muito bem equipado e preparado para essa conversa”.

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A analista também deu algumas dicas para os produtores que têm interesse em exportar seus produtos para a China. Para ela, ao negociar o preço do produto em dólar, o empresário deve apresentar todas as condições claras.

“Ser paciente e resiliente no processo de negociação, ter cuidado em assinar o primeiro contrato de longo prazo e não fazer compromissos que não possam ser cumpridos são alguns pontos que merecem a atenção do exportador”, explicou Chen.

A programação do encontro virtual também contou com uma apresentação do diretor do escritório da Investe SP em Xangai, José Mário Antunes, sobre o acesso ao mercado chinês e relações comerciais com o Brasil. De acordo com o Antunes, a intensificação da parceria é estratégica tanto para a China, quanto para o Brasil.

“No caso do Brasil é uma oportunidade de maior entrada de dólar e geração de empregos, pois muitas empresas contratam e investem em mão de obra para atender o mercado chinês”.

Em sua exposição, o diretor citou alguns desafios do Brasil na relação com a China, como a diversificação da pauta exportadora de produtos agrícolas, que hoje está concentrada na soja. Outro desafio é o empresário conhecer o mercado chinês e aproveitar as oportunidades para expandir os negócios.

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“A comunicação também é um grande desafio. Não com relação apenas ao idioma, mas com a forma de se comunicar. O chinês é muito diferente do brasileiro, ele é mais complexo. Na China é preciso ter visão de longo prazo e investir”, afirmou José Mário.

Já a coordenadora de Comunicação do escritório da Investe SP em Xangai, Manuela Ma, falou sobre o desenvolvimento do e-commerce na China e como essa forma de comércio pode ser uma oportunidade para os produtos brasileiros serem testados no mercado asiático.

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Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

CNA e Receita Federal discutem Livro Caixa Digital do Produtor Rural

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Brasília (26/02/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu com a Receita Federal do Brasil (RFB) e com diversos contadores de todo o Brasil, na sexta (26), para discutir e analisar as principais dificuldades enfrentadas no preenchimento do Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR), no qual é feita uma prestação de contas das principais informações tributárias e financeiras referentes às atividades agropecuárias.

“O objetivo foi discutir problemas técnicos e dúvidas dos produtores, principalmente no momento de fazer a declaração. A partir disso, vamos reunir sugestões de melhorias por meio das Federações de Agricultura estaduais, sindicatos rurais e contadores para encaminhar à Receita Federal. Queremos sensibilizar os contribuintes sobre a importância da autorregularização, a fim de evitar multas e fiscalizações”, afirmou o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon.

O auditor-fiscal da RFB, Pablo Graziano Alvim Moreira, apresentou um levantamento realizado pela entidade sobre as inconsistências identificadas com maior frequência e respectivas orientações. Segundo ele, das 5.453 declarações ativas, em 2019, 2.586 tiveram algum tipo de imprecisão de dados.

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“São pontos simples, mas que exigem correção porque o LCDPR é uma declaração que traz muitas informações sobre a produção e todas são importantes para a Receita Federal. A intenção é orientar os contribuintes para o preenchimento espontâneo, melhorar a confiança mútua e gerar menos conflitos”, disse Pablo Graziano Alvim Moreira.

Na opinião do coordenador-geral de Programação e Estudos da RFB, Paulo Cirilo Santos Mendes, a participação da CNA no recebimento e na consolidação de dúvidas é fundamental para que essas questões cheguem até a Receita e possam ser corrigidas visando uma gestão adequada da parte tributária.

“Diante dos equívocos apresentados pelos representantes da RFB, contadores e produtores rurais que apresentaram o LCDPR em 2020, terão a oportunidade de se regularizarem antes do início do procedimento de fiscalização, evitando assim maiores complicações e custos, visto que são procedimentos simples de serem corrigidos”, declarou a advogada da CNA, Viviane Faulhaber Dutra de Magalhães.

Conchon lembrou, ainda, que o acompanhamento e a correção dos erros nas declarações do ano passado são imprescindíveis. “Tanto para evitar multas e fiscalização relativos à 2020, como para não cometer o mesmo erro na declaração de 2021, que iniciará o prazo de entrega em 1º de março”.

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A reunião também contou com a presença do auditor-fiscal da RFB, Afrânio Rodrigues Bezerra Filho, além de produtores rurais.

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Fonte: CNA Brasil

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