Agronegócio

Programa do Senar/MS leva médicos especialistas ao interior do estado

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Ação dá tranquilidade ao trabalhador rural em estar com a saúde em dia, diz presidente do Sistema Famasul.

“É um atendimento muito bom e que traz especialistas que não temos aqui no interior”, relata a professora de Miranda, Vera Lucia Ferreira, após passar pelo atendimento com oftalmologista do programa “Saúde do Homem e da Mulher Rural” do Senar/MS. Esse é o tema da série #TransformandoVidas desta semana.

“O objetivo principal do Senar, junto a essas entidades parceiras, é a prevenção. Detectar todos os tipos de câncer já no início da doença, é possível resolver quase 100% dos casos”, relata o urologista Marcelino Chehoud Ibrahim.

O programa é uma parceria do Senar/MS com a prefeitura e o sindicato rural de cada município. Médicos especialistas das áreas de dermatologista, ginecologia, urologia e oftalmologia realizam o atendimento gratuito. “Isso movimenta a cidade, faz com que aquele paciente que nunca tem acesso a essas especialidades, chegue mais fácil.”, completa o urologista.

Conforme o presidente do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni, o programa proporciona melhor qualidade de vida para os trabalhadores rurais. “Nosso programa faz exatamente isso: leva para o interior essa prevenção contra o câncer, fazendo com que os nossos colaboradores do campo tenham a tranquilidade de estar com a saúde em dia.”, afirma.

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Os moradores dos municípios que recebem o programa são gratos pelo atendimento de especialistas, difíceis de ocorrerem no interior do estado.

“Para procurar especialista precisa procurar a Capital mesmo. E essa ação está sendo excelente para nós”, comenta o garçom Luciano Aguena, atendido no programa em Miranda.

“Aqui a gente não tem esse atendimento como estamos tendo hoje. É muito bom, porque se você precisa de um especialista precisa ir para Campo Grande para fazer esse processo. É uma ação muito boa e é muito gratificante para a gente”, completa a professora Vera Lúcia Ferreira.

Transformando Vidas – Toda sexta-feira, o Sistema Famasul divulga uma reportagem sobre a atuação do Senar/MS e as suas transformações no campo. Confira outras histórias de sucesso no canal no YouTube, e conteúdos sobre o programa Saúde do Homem e da Mulher Rural em ‘Mercado Agropecuário’ e ‘Educação no Campo’.

Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Leandro Abreu

Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Sindicato abre as portas do conhecimento para jovem do Norte do Estado

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Muitas vezes, o produtor rural desconhece as oportunidades que se abrem quando ele entra no sindicato rural. Além da representatividade, as entidades proporcionam acesso aos cursos gratuitos do SENAR-PR. Foi o caso de José Flavio Firmani, aluno do curso de Agronomia na Universidade Estadual de Londrina (UEL) que, com apenas 20 anos, já tem diversos cursos no currículo. Na última safra de verão, ele fez as capacitações “Manejo Integrado de Pragas (MIP) – inspetor de campo Soja” e “Manejo Integrado de Pragas (MIP) – Milho”.

O convite partiu do Sindicato Rural de Alvorada do Sul e transformou a maneira do estudante ver as lavouras. “Eu conhecia os princípios [do MIP], mas não tinha visto na faculdade. O curso mudou minha visão da agronomia. Principalmente ganhei segurança para identificar os insetos e cruzar com o estágio em que a lavoura se encontra para saber qual decisão tomar”, afirma. Vale lembrar que o MIP ensina que os inimigos das pragas que causam dano econômico à produção estão presentes na própria lavoura. Ou seja, insetos, aracnídeos e outros organismos combatem as pragas que prejudicam o desempenho das plantas. Ao monitorar corretamente a lavoura, o produtor pode tomar decisões em relação à aplicação de agroquímicos de forma embasada, de acordo com a realidade da plantação.

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Segundo a técnica do Departamento Técnico (Detec) do Sistema FAEP/SENAR-PR e responsável pelos cursos de MIP, Flaviane Medeiros, as áreas conduzidas com MIP são monitoradas. De acordo com este acompanhamento, na safra 2019/20 as lavouras conduzidas com MIP fizeram, em média, 1,4 aplicação, enquanto que nas demais a média foi de quatro aplicações. “Além de ter uma lavoura mais equilibrada e mais saudável, com o MIP o produtor tem economia no custo de produção. Essa diferença vem se comprovando ano após ano com um número menor de aplicações nas áreas conduzidas com essa técnica”, avalia Flaviane.

No talhão conduzido pelo jovem Firmani, essa história se repetiu. “No ano passado, quando fiz o curso, economizamos duas aplicações. Na área conduzida com o MIP só uma aplicação, enquanto no restante, três”, afirma.

Por enquanto, o MIP ficou restrito à área utilizada no curso (cinco hectares). Mas com os bons resultados obtidos, a ideia de Firmani é sensibilizar a família para adotar a técnica de manejo no restante da lavoura. “Por enquanto só dou pitaco nas decisões. Minha família é bem aberta, mas gosta de primeiro ver o resultado para depois adotar”, esclarece o jovem, que depois dos cursos de MIP, voltou ao sindicato para fazer outras formações do SENAR-PR.

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Fonte: CNA Brasil

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