Agronegócio

Programa Campo Aprendiz do Senar-MT capacita jovens para atuação no distrito de Deciolândia

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Em parceria com o Grupo SLC e o Sindicato Rural de Diamantino, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) está realizando o programa Campo Aprendiz. Os treinamentos acontecerão na fazenda Paiaguás e serão capacitados 12 jovens para atuar no setor do Agronegócio.

Guilherme Souza Damasceno da Silva, de 18 anos, é um dos 12 jovens que estão participando do programa no município de Diamantino. “Sempre acompanhei o Campo Aprendiz, mas não tinha idade suficiente para participar, assim que completei os 18 anos, ingressei no programa e estou muito satisfeito com tudo que tenho aprendido”.

O Campo Aprendiz tem como público alvo jovens na faixa etária de 18 a 24 anos de idade, que estejam matriculados, frequentando a escola e, que possuam contrato de trabalho especial de aprendizagem. Os critérios são importantes para garantir que os jovens possam cumprir efetivamente os três pilares do processo de aprendizagem: escola, trabalho e formação profissional.

Morador e aprendiz na Fazenda Paiaguás, o jovem lembra ainda que o programa vai contribuir com seu futuro profissional. “Meu plano é me formar na faculdade de agronomia e, se der tudo certo, trabalhar aqui mesmo no grupo SLC. Tenho buscado qualificação para que isso seja possível e o Senar-MT tem contribuído para que consiga alcançar esse objetivo”.

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Para o Supervisor de Regional do Senar-MT, Rodrigo Garcia, o programa surge como uma importante ferramenta de formação profissional rural. “Os jovens de distritos como o de Deciolândia, por conta da localidade, enfrentam algumas dificuldades para conseguir se capacitar. O mercado local também acaba sofrendo com a falta de mão de obra qualificada, o Campo Aprendiz surge justamente para preencher essas lacunas no setor do agronegócio”.

Garcia acrescenta ainda como seguirá a programação do Campo Aprendiz no distrito de Deciolândia. “O programa vai se estender durante sete meses, onde ocorrerá 13 módulos, com teoria e a prática com a tutoria de um instrutor credenciado do Senar-MT, totalizando 480 horas de aula prática profissional, acompanhando as atividades executadas no dia a dia da fazenda”.

Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Faeal e Senar AL contribuem na elaboração de cartilha sobre barragem subterrânea

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas (Faeal) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Alagoas) colaboraram com a elaboração da cartilha “Barragem subterrânea: transformando vidas no semiárido brasileiro”. Iniciativa do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Embrapa e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o documento tem o objetivo de orientar produtores rurais e gestores públicos sobre essa solução tecnológica para o aproveitamento da água da chuva, como forma de reduzir os efeitos das irregularidades climáticas nas regiões mais secas.

O Semiárido brasileiro é caracterizado pela reduzida precipitação pluviométrica anual, concentrada em poucos meses, aliada a grandes perdas por escoamento superficial e evapotranspiração, o que limita o acesso à água para o consumo humano e de animais e para a produção agrícola. Estas características demonstram que, para as famílias conviverem com as diferenças do clima da região, é necessário que disponham de reservatórios para guardar a água da chuva para o período da estiagem.

Ciente desta necessidade, a Federação da Agricultura e Pecuária de Alagoas envolveu agentes públicos e instituições como Embrapa e Sebrae numa discussão coletiva que resultou na criação do Programa Estadual de Construção de Barragens Subterrâneas. O programa prevê a construção de 200 barragens e o Governo do Estado já destinou R$ 1,5 milhão com a estimativa de construir as primeiras 60.

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“A partir de um projeto piloto desenvolvido pelo Senar Alagoas em parceria com o Sebrae, percebemos como a barragem subterrânea é uma tecnologia barata e capaz de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Estado. Depois, descobrimos que um estudo de mapeamento das áreas mais propícias para a construção de barragens, desenvolvido pela Embrapa, corria o risco de ser interrompido por falta de verbas federais. Foi então que provocamos as instituições e agentes públicos para que apoiassem a conclusão da pesquisa e formulassem um grande programa de construção de barragens, conduzido pelo Governo de Alagoas”, relembra o presidente da Faeal, Álvaro Almeida.

Coordenadora de Assistência Técnica e Gerencial do Senar Alagoas, Luana Torres está entre os autores da cartilha sobre barragens subterrâneas. “Este é um importante instrumento de disseminação de informações sobre esta tecnologia que, a baixo custo, contribui para o aumento ao acesso e usos múltiplos da água, a soberania e segurança alimentar e nutricional das famílias, a diversificação e integração de cultivos, tornando os agroecossistemas mais resilientes ao clima, entre outros avanços econômicos e sociais para a população do semiárido”, comenta.

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A tecnologia da barragem subterrânea está alinhada a Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS – da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas – ONU. São eles: erradicação da pobreza; fome zero e agricultura sustentável; água Potável e Saneamento; e ação contra a mudança global do clima. A cartilha produzida em Alagoas traz informações sobre o zoneamento realizado pela Embrapa, como é construído este tipo de barragem, quais os locais adequados para a sua instalação, alternativas de cultivo e que impactos traz para a vida das famílias. A elaboração do documento também contou com o apoio das universidades Federal e Estadual de Alagoas – Ufal e Uneal –, Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seagri), Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas ( Emater/AL) e Sebrae.

Para ter acesso à cartilha, clique aqui.

Fonte: CNA Brasil

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