Agronegócio

Programa Bem Viver leva serviços gratuitos a produtores rurais de Jardim do Seridó

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O Programa Bem Viver – Programa de Prevenção e detecção do câncer do colo do útero e de próstata atendeu, nesta quarta-feira (01) mais de 300  pessoas do município de Jardim do Seridó, no Centro Educacional Felinto Elísio. A ação com diversos serviços gratuitos foi realizada pelo Sistema Faern/Senar em parceria com a Prefeitura Municipal de Jardim do Seridó.

O Bem Viver realizou exame de PSA, exame de papanicolau, palestras, vacinação e ofereceu espaço de beleza para homens, mulheres e crianças e espaço de recreação para as crianças e, ainda, a entrega do kit beleza. A solenidade de abertura foi realizada com a apresentação cultural Grupo de Balé da Assistência Social  – Projeto na Ponta do Pé e musical com o instrutor de música Alexandre Tiago.

Na abertura do evento, o presidente do Sistema Faern/Senar, Luiz Henrique Paiva, destacou a valorização dos produtores rurais e a importância de levar qualidade de vida e bem-estar para quem mora no campo. “O bem estar e a saúde dos produtores rurais são uma das prioridades da Faern/Senar. O objetivo principal do Bem Viver é a prevenção do câncer de colo do útero e de próstata”, destacou o superintendente do SENAR/RN, Luiz Henrique Paiva.

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O prefeito de Jardim do Seridó, Amazan Silva, agradeceu a parceria do Sistema Faern/Senar para a realização do Bem Viver. “A gente recebe com muita alegria o Bem Viver e parabenizamos a todos que estão proporcionando esse dia. É uma ação benéfica para todos os produtores rurais”, ressaltou.

A produtora rural Maria Socorro Alves há muito tempo não fazia o exame preventivo, quando soube da edição do Bem Viver teve a oportunidade de fazer a consulta. “Gostei muito da iniciativa, o exame foi muito rápido e ainda ganhei um kit beleza”, disse.

“Muita gente deixa para cuidar da saúde quando sente os sintomas, e se eu sentir qualquer coisa já procuro atendimento, por isso que todo ano faço o exame de PSA e hoje minha esposa também me acompanhou nessa ação”, disse o produtor José Soares.

A solenidade de abertura contou também com a presença do presidente da Câmara, Ronaltty Neri; do presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, Radilson Azevedo; a vice-presidente Kelly; o secretário de Agricultura, Iago Oliveira; a secretária de Assistência Social, Hiáskara Azevedo; e a secretária de Saúde, Lizandra Azevedo.

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Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Sindicato abre as portas do conhecimento para jovem do Norte do Estado

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Muitas vezes, o produtor rural desconhece as oportunidades que se abrem quando ele entra no sindicato rural. Além da representatividade, as entidades proporcionam acesso aos cursos gratuitos do SENAR-PR. Foi o caso de José Flavio Firmani, aluno do curso de Agronomia na Universidade Estadual de Londrina (UEL) que, com apenas 20 anos, já tem diversos cursos no currículo. Na última safra de verão, ele fez as capacitações “Manejo Integrado de Pragas (MIP) – inspetor de campo Soja” e “Manejo Integrado de Pragas (MIP) – Milho”.

O convite partiu do Sindicato Rural de Alvorada do Sul e transformou a maneira do estudante ver as lavouras. “Eu conhecia os princípios [do MIP], mas não tinha visto na faculdade. O curso mudou minha visão da agronomia. Principalmente ganhei segurança para identificar os insetos e cruzar com o estágio em que a lavoura se encontra para saber qual decisão tomar”, afirma. Vale lembrar que o MIP ensina que os inimigos das pragas que causam dano econômico à produção estão presentes na própria lavoura. Ou seja, insetos, aracnídeos e outros organismos combatem as pragas que prejudicam o desempenho das plantas. Ao monitorar corretamente a lavoura, o produtor pode tomar decisões em relação à aplicação de agroquímicos de forma embasada, de acordo com a realidade da plantação.

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Segundo a técnica do Departamento Técnico (Detec) do Sistema FAEP/SENAR-PR e responsável pelos cursos de MIP, Flaviane Medeiros, as áreas conduzidas com MIP são monitoradas. De acordo com este acompanhamento, na safra 2019/20 as lavouras conduzidas com MIP fizeram, em média, 1,4 aplicação, enquanto que nas demais a média foi de quatro aplicações. “Além de ter uma lavoura mais equilibrada e mais saudável, com o MIP o produtor tem economia no custo de produção. Essa diferença vem se comprovando ano após ano com um número menor de aplicações nas áreas conduzidas com essa técnica”, avalia Flaviane.

No talhão conduzido pelo jovem Firmani, essa história se repetiu. “No ano passado, quando fiz o curso, economizamos duas aplicações. Na área conduzida com o MIP só uma aplicação, enquanto no restante, três”, afirma.

Por enquanto, o MIP ficou restrito à área utilizada no curso (cinco hectares). Mas com os bons resultados obtidos, a ideia de Firmani é sensibilizar a família para adotar a técnica de manejo no restante da lavoura. “Por enquanto só dou pitaco nas decisões. Minha família é bem aberta, mas gosta de primeiro ver o resultado para depois adotar”, esclarece o jovem, que depois dos cursos de MIP, voltou ao sindicato para fazer outras formações do SENAR-PR.

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Fonte: CNA Brasil

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