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Presidente do Santander sugere ‘abdicar de parte do salário’ no home office

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Reprodução Live Santander/Empiricus

Presidente do Santander disse que a ‘vida fica mais fácil do ponto de vista econômico’ em home office

Durante live do Banco Santander e Empircus, o presidente do Santander, Sergio Rial, afirmou que o home office pode levar os empregados a voluntariamente abrir mão de parte do salário e de benefícios. Segundo ele, isso pode acontecer porque o trabalhador teria um corte de gastos, já que economizaria em transporte.


“Se tudo isso te poupa tempo, você deixa de gastar com combustível, tua vida fica mais fácil até sob o ponto de vista econômico, por que não dividir algumas coisas dessas com a empresa? Por que não pode ser um voluntário com a abdicação de algum benefício, de algum salário? Desde que seja voluntário”, disse Rial.

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Antes, o presidente elencou uma série de fatores para que o home office seja bem implementado, na sua visão. Por outro lado, disse que é importante que haja a ida dos funcionários à empresa ao menos uma vez por semana.

Em nota, o Santander esclareceu que “Embora o sistema de home office a ser adotado pela organização esteja em definição, a hipótese de reduções na remuneração dos funcionários está absolutamente fora de questão neste contexto”.

Segundo dados do IBGE,  1 milhão de brasileiros que estavam afastados do trabalho devido à pandemia de Covid-19 retornaram as atividades, seja presencialmente ou à distância, em home office. Em maio, também segundo o IBGE, quase  10 milhões de brasileiros perderam suas rendas.

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Brasil promulga acordo de livre comércio automotivo com o Paraguai

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Governo promulga acordo de livre comércio automotivo com o Paraguai
Marcos Corrêa/PR

Governo promulga acordo de livre comércio automotivo com o Paraguai

O presidente Jair Bolsonaro promulgou o acordo de livre comércio automotivo assinado com o governo do Paraguai em fevereiro deste ano. O decreto sobre a execução e cumprimento do acordo foi publicado nesta segunda-feira (10) no Diário Oficial da União .

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República disse que o objetivo do documento é facilitar o comércio e a cooperação aduaneira entre os dois países, em especial para os produtos automotivos . Pelo acordo, as peças e os veículos vendidos pelos dois países terão tarifas mínimas ou zeradas, mas o intervalo para o livre comércio variará entre os dois países.

Os produtos automotivos paraguaios, peças e veículos, terão livre comércio imediato no Brasil . Os produtos brasileiros, no entanto, serão taxados em até 2% no Paraguai . As tarifas cairão gradualmente, por meio da aplicação de margens de preferências, até a liberação total do comércio no fim de 2022.

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No ano passado, o Brasil exportou US$ 415 milhões para o Paraguai e importou US$ 235 milhões em produtos automotivos.

O Brasil já assinou acordos semelhantes com a Argentina , no ano passado, e o Uruguai , em 2015, no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração ( Aladi ).

As condições valem por tempo indeterminado ou até que todo o setor automotivo se adapte ao Regime Geral do Mercosul , que prevê tarifa externa comum ( TEC ) em 11 níveis tarifários, cujas alíquotas variam de 0% a 20%, com escalonamento. Insumos têm alíquotas mais baixas e produtos com maior grau de elaboração, alíquotas maiores.

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