Política

Presidente do DEM fala de plano para Cachoeiro e candidatura própria à prefeitura

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Entrevista com Diego Libardi

O partido anunciou em sua convenção recentemente que irá desenvolver um novo plano para a cidade

Por Ilauro Oliveira | 03.08.2019

Quando se fala em política partidária visando as eleições em Cachoeiro de Itapemirim, o DEM é uma sigla que sempre se destaca por um motivo óbvio: à sua frente se encontra o deputado estadual Theodorico Ferraço, ex-prefeito cachoeirense por quatro mandatos.

Ferraço não é exatamente o presidente do partido, cargo exercido pelo jovem advogado Diego Libardi, mas trata-se do principal expoente ao lado da sua esposa e atual deputada federal Norma Ayub. Por isso, os democratas se colocam naturalmente no centro das discussões eleitorais para o ano que vem.

Com apenas um vereador na Câmara Municipal, Alexandre de Itaóca, o DEM trabalha para ampliar a representatividade, apostando no fortalecimento interno para superar o fim das coligações partidárias no campo proporcional.

”Temos conversado com um grupo expressivo de vereadores e lideranças que desejam migrar em bloco para o partido e que decidirão na janela eleitoral do ano que vem, o que nos garantirá disputar as eleições com chapa forte e completa”, revelou Diego Libardi.

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Entre os nomes trabalhados pelo partido estão lideranças conhecidas do município, mas também nomes novos e promissores.

“Temos vários políticos experientes além do vereador de Itaoca, como por exemplo, Amaral, Luizinho Terere, Zuca, Antônio Rizo, Dr Adail e William Lima. E lideranças novas como Tição do Aeroporto, Vera Lúcia, Gerlane, Rafael Cachorro, Jair do Rosário, Sérgio Sapinho, Paulo Vitor Moreira, entre outros”, pontuou o presidente.

Um plano para Cachoeiro

O partido anunciou em sua convenção recentemente que irá desenvolver um novo plano para a cidade, ou seja, nos decorrer dos próximos 12 meses fará esforços para construção de um planejamento que permita ao cachoeirense saber exatamente o que será proposto para o quadriênio 2021/2024. A relação com a administração Victor Coelho (PSB) parece não ser das melhores.

“Temos uma relação de independência em relação ao governo atual. Apoiamos as pautas que entendemos serem de interesse da cidade, independente de quem a governe. Nossos representantes na Câmara de Vereadores, na Assembléia Legislativa e na Câmara Federal enviaram recursos para a cidade, mas, lamentavelmente nem todos foram convertidos para a população” reclama Diego Libardi.

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Ainda segundo o presidente, o DEM entende que o atual governo está desconectado dos verdadeiros anseios de nossa população, e, por isso, foi tomada a iniciativa de desenvolver um novo plano que represente esse desejo legítimo do cachoeirense. Mas, no momento oportuno o partido se reunirá e decidirá seu futuro.

“Pretendemos ter candidatura própria. Já temos excelentes nomes filiados, mas anunciaremos nosso candidato no momento oportuno. Discutimos com outros partidos que mantém o mesmo pensamento uma aliança para o desenvolvimento da cidade”, encerrou Diego Libardi.

O presidente do DEM em Cachoeiro de Itapemirim evitou comentar sobre uma eventual candidatura do deputado estadual Theodorico Ferraço ou da deputada federal Norma Ayub à prefeitura municipal.

 

 

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Política

Proposta visa aumentar eficiência da Polícia Civil

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O governo do Estado encaminhou para a Assembleia Legislativa (Ales) o Projeto de Lei Complementar (PLC) 38/2022, que modifica três legislações com o intuito de aperfeiçoar o trabalho da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES). As mudanças abordam o comando da Central de Teleflagrante (CTF), a gratificação paga aos delegados e a circunscrição de duas delegacias do interior.

O projeto iniciou sua tramitação nesta quarta-feira (17), com a leitura no Expediente da sessão ordinária, e será analisado pelas comissões de Justiça, Segurança e Finanças. 

As Leis Complementares (LCs) 4/1990 e 756/2013 receberam acréscimos de itens para permitir que a Superintendência da Tecnologia da Informação e Comunicação (Sutic) passe a realizar a gestão e a supervisão da CTF por intermédio de uma coordenadoria vinculada diretamente ao gabinete do superintendente. 

Criada em 2021, a Central de Teleflagrante funciona na Chefatura de Polícia, em Vitória. Por meio da utilização de videoconferência, digitalização e tramitação eletrônica de documentos, permite a lavratura de procedimentos, flagranciais ou não, de forma remota. Dessa maneira, delegados e escrivães localizados na capital podem prestar plantões em delegacias do interior, fazendo o atendimento das ocorrências fora do horário normal de expediente.

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Na mensagem governamental enviada à Casa, o governador Renato Casagrande (PSB) destaca que o uso da tecnologia na CTF faz parte de um trabalho de modernização das rotinas, aumenta a produtividade dos envolvidos, reduz gastos públicos e potencializa os recursos humanos.

“Permite o remanejamento do efetivo para outros municípios ou unidades policiais, conforme a demanda e prioridades da gestão da PCES, em consonância com o Plano e Programa Estadual de Segurança Pública”, argumenta.

Gratificação

Outra modificação feita pela proposta é na LC 892/2018 e versa sobre o pagamento da Gratificação por Acúmulo de Titularidade (GAT) de R$ 2,4 mil paga aos delegados.

Atualmente, esse benefício só pode ser concedido para os profissionais que respondem, cumulativamente, por delegacias dentro de uma mesma circunscrição e superintendência, e por um período mínimo de 15 dias. O PLC acaba com a restrição territorial e amplia, para pelo menos 30 dias, o prazo de acúmulo para receber a gratificação.

Delegacias

Por fim, a proposição altera a circunscrição das delegacias de Apiacá e Vila Valério. A primeira deixa a 6ª Regional de Alegre e vai para a 7ª, de Cachoeiro de Itapemirim; a segunda troca a 17ª Regional de Nova Venécia pela 18ª, de São Mateus.

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“As instituições policiais trabalham de forma integrada, por isso se faz necessário o reordernamento territorial das divisões administrativas a fim de prestar o serviço de segurança pública de forma mais eficiente à sociedade capixaba”, conclui o governador.

Se o projeto for aprovado e sancionado, as mudanças na legislação entram em vigor na data de sua publicação em diário oficial.

Fonte: Assembléia Legislativa do ES

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