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Presidência pretende gastar R$ 430 mil em flores nobres e árvores de Natal

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Presidência prevê gastar até R$ 430 mil em arranjos de flores nobres, tropicais e de campo
Agência Brasil

Presidência prevê gastar até R$ 430 mil em arranjos de flores nobres, tropicais e de campo

A Presidência da República prevê gastar até R$ 430 mil em arranjos de flores nobres, tropicais e de campo. A lista inclui deste orquídeas até coroas fúnebres, buquês de homenagens e três árvores de Natal enfeitadas, no valor de R$ 15 mil.

“A Presidência da República é um órgão que recebe muitas personalidades, como chefes de estado, delegações diplomáticas, políticos e artistas. Em certos eventos, existem protocolos e costumes a serem seguidos, como a decoração do local, utilizando-se de arranjos e flores ornamentais”, argumenta o Palácio do Planalto ao site de ÉPOCA.

Em julho do ano passado, a Presidência já havia aberto um edital para gastar R$ 84 mil em despesas similares, mas, ainda assim, o alto valor surpreende.

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Classe média encolhe no Brasil e chega ao menor patamar em 10 anos

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Classe média tradicional encolheu de 105 milhões de pessoas em 2020 para 100,1 milhões de pessoas em 2021
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Classe média tradicional encolheu de 105 milhões de pessoas em 2020 para 100,1 milhões de pessoas em 2021

A classe média brasileira encolheu ao seu menor patamar em mais de 10 anos , revela o estudo conduzido pelo Instituto Locomotiva, com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com o aumento do desemprego e a queda no poder aquisitivo , os brasileiros de classe média deixaram de ser maioria no país .

Segundo os indicadores publicados pelo Instituto Locomotiva, o percentual de brasileiros na classe média caiu de 51% em 2020 para 47% em 2021 . Estima-se que cerca de 4,9 milhões de famílias regrediram da classe média para baixa neste período. Atualmente, a classe baixa corresponde a 47% da população, enquanto a elite corresponde a 6%.

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Os dados do IBGE apontam que em 2011, 54% dos brasileiros poderiam ser considerados de classe média, ante 8% da elite e 38% da classe baixa. Em 2020, a classe média passou para 51% da população, enquanto a elite regrediu para 6% e a classe baixa subiu para 43%.

Em números absolutos, a classe média tradicional encolheu de 105 milhões de pessoas em 2020 para 100,1 milhões de pessoas em 2021 . O levantamento toma como base os dados coletados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) e a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), ambas conduzidas pelo IBGE. 

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