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Prefeito de Manaus: Bolsonaro sonha ser ditador, mas é muito estúpido para isso

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Reprodução/CNN

Em entrevista, Virgílio afirmou que Bolsonaro é cúmplice das mortes causadas pelo novo coronavírus

Um dos alvos de Jair Bolsonaro na reunião ministerial que teve as imagens divulgadas na última semana, Arthur Virgílio Neto, prefeito da cidade de Manaus (AM), afirmou que o presidente é co-responsável pelas mortes causadas pela Covid-19 no Brasil e deveria “calar a boca, ficar em casa e trabalhar”.

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Em entrevista à CNN, Virgílio afirmou que o sonho de Bolsonaro “é ser um ditador, mas é muito estúpido para isso”. Além disso, afirmou que o presidente deveria renunciar porque não governa o Brasil: “por favor, cale a boca, fique em casa e trabalhe”.

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A resposta do prefeito acontece dias depois da divulgação do vídeo da reunião em que Bolsonaro o chamou de “pedaço de m…” por tentar utilizar a pandemia em causa própria.

Sobre as imagens, Virgílio afirmou que a linguagem utilizada pelo presidente o lembrou de uma antiga experiência que teve na cidade de Nova York, nos EUA, e do modo de falar de “cafetões e prostitutas”.

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“A maioria da população escuta o que Bolsonaro diz, e isso se comprova pelo fato de que Manaus não parou. Ele é cúmplice das mortes por coronavírus no Brasil. Não sei dizer como um homem com qualificações tão baixas pode ter se tornado presidente de um país com 210 milhões de pessoas”, finalizou Virgílio.

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Flávio Bolsonaro declara apoio a quem teve perfil derrubado pelo Facebook

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Senador se ofereceu para divulgar na criação de novos perfis


O senador Flávio Bolsonaro usou o Twitter, na noite desta quarta-feira (08), para escrever uma mensagem de apoio aos usuários que tiveram seus perfis derrubados pelo Facebook , por suspeita de disseminação de conteúdo criminoso.


Ele afirma que “todos os perfis que foram injustamente censurados por Facebook e Instagram – aparentemente por apoiarem o presidente Bolsonaro”.

Na mesma mensagem, Flávio ainda se dispõe a ajudar esse usuários na divulgação de possíveis novos perfis. “Assim que criarem seus novos perfis para exercerem a sagrada liberdade de expressão, avisem no privado ajudarei a divulgá-los”, escreveu.

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