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Prefeita eleita em São Paulo sofre racismo nas redes sociais: “Cara de favelada”

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Agência Brasil

Suéllen Rosim (Patriota) foi eleita no 2º turno em Bauru
Reprodução: iG Minas Gerais

Suéllen Rosim (Patriota) foi eleita no 2º turno em Bauru

A prefeita eleita de Bauru (SP), Suéllen Rosim (Patriota), recebeu ataques racistas às vésperas da votação do segundo turno, realizada no último domingo (29).

As ofensas foram postadas no Facebook e distribuídas em grupos do Whatsapp. “Bauru não merecia ter essa prefeita de cor com cara de favelada comandando a nossa cidade. A senzala estará no poder nos próximos quatro anos”, diz uma das mensagens que foi “printada” por usuários do Facebook e encaminhada à prefeita eleita.

Rosim informou que fez boletim de ocorrência e irá processar os autores. “Recebi mensagens de cunho racista que foram publicadas em um grupo de Whatsapp e nas redes sociais. Jamais me silenciarei diante de algo tão sério. É inadmissível! Tomei as medidas judiciais necessárias”, disse a prefeita eleita em postagem no Twitter.

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Confira:


Suéllen Rosim foi eleita ontem, em segundo turno, com 55,98% dos votos válidos, ou 89.725 votos. Em segundo lugar ficou Dr. Raul (DEM), com 44,02% dos votos válidos, ou 70.558 votos.

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Bolsonaro sobre Aliança pelo Brasil: “Se não decolar, buscamos outro partido”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido), decidirá em Março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil
Alan Santos/PR

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido), decidirá em Março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou nesta segunda-feira (25) que decidirá até março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil ou se irá se filiar a um partido já existente.

Em março, a gente vai reestudar se o partido decola ou não. Se não decolar, a gente vai ter que ter outro partido. Então não temos como nos preparar para as eleições de 22″, declarou Bolsonaro para apoiadores no ‘cercadinho’ do Palácio da Alvorada.

Sem partido desde o final de 2019, quando saiu do PSL em ltigio por conta de rachas internos, o presidente, que tenta a criação da nova sigla, considera o processo burocrático:

Você viu?

“É muita burocracia, é muito trabalho, certificação de fichas, depois passa pelo TSE também. O tempo está meio exíguo para gente. Não vamos deixar de continuar trabalhando, mas vou ter que decidir. Não é por mim, não estou fazendo campanha para 22”.

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Anunciada em novembro de 2019 como o partido que abrigaria o chefe do executivo, o Aliança tem apenas 57 mil assinaturas das 492 mil necessárias para ter o registro reconhecido no Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ).

A sigla tem apenas 11,5% das assinaturas necessárias para poder ser deferida, e esse registro deve ser feito até seis meses antes das eleições, o que torna ainda mais difícil para o partido conseguir ser registrado.

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