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Preço dos imóveis sobe acima da inflação em julho

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Casa própria fica mais cara em julho
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Casa própria fica mais cara em julho

O preço dos imóveis residenciais subiu 0,52% em julho, de acordo com o Índice FipeZAP+, divulgado nesta terça-feira (2). A alta vem após acréscimo de 0,47% em junho e está bastante acima dos índices inflacionários: a variação mensal em julho do IGP-M foi de 0,21%, enquanto a do IPCA-15 foi de 0,13%.

Na comparação anual, porém, o preço dos imóveis subiu abaixo da inflação. No acumulado dos últimos 12 meses, o Índice FipeZAP+ teve alta de 5,97%, enquanto o IPCA subiu 10,97% e o IGP-M avançou 10,08%.

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O Índice FipeZAP+ analisou os preços de imóveis residenciais à venda em 50 cidades brasileiras. O preço médio do metro quadrado em junho foi de R$ 8.120. Em 45 dos 50 municípios analisados, os preços subiram em julho, com 44 deles registrando alta acima da inflação – a exceção foi São Paulo.

Dentre as 16 capitais monitoradas, porém, a capital paulista tem o metro quadrado mais caro: R$ 9.946. Em seguida, vêm o Rio de Janeiro e Vitória. Confira:

Preço médio dos imóveis por metro quadrado em julho

  1. São Paulo – R$ 9.946
  2. Rio de Janeiro – R$ 9.798
  3. Vitória –  R$ 9.528
  4. Florianópolis – R$  9.118
  5. Brasília – R$ 8.673
  6. Curitiba – R$ 8.189
  7. Belo Horizonte – R$ 7.396
  8. Recife – R$ 6.861
  9. Maceió – R$ 6.734
  10. Fortaleza – R$ 6.654
  11. Porto Alegre – R$ 6.430
  12. Goiânia – R$ 5.775
  13. Manaus – R$ 5.696
  14. Salvador – R$ 5.613
  15. João Pessoa – R$ 5.316
  16. Campo Grande – R$ 4.906


Fonte: IG ECONOMIA

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O que esperar do 5G no varejo? Tecnologia promete revolucionar o setor

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O que esperar do 5G no varejo? Tecnologia promete revolucionar o setor
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O que esperar do 5G no varejo? Tecnologia promete revolucionar o setor

Sinônimo de inovação, a chegada do 5G ao Brasil promete revolucionar o varejo e as relações sociais.  Já disponível em Brasília, Porto Alegre, João Pessoa, Belo Horizonte e São Paulo, a expectativa é que a tecnologia esteja em todas as capitais brasileiras até o final deste ano. Mais do que velocidade de navegação, o 5G promete transformar as experiências de compra, que serão mais completas, diferenciadas e eficientes.

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Segundo o relatório da EMIS, plataforma digital do Grupo ISI Emerging Markets, estima-se um aumento de 3,8% nas vendas do varejo brasileiro em 2022. Esta perspectiva já é realidade para a China, que além de liderar a corrida de implantação do 5G, aumentou 4,9% das suas vendas em outubro de 2021.

“Realidade virtual, lives commerce , metaverso e muitas outras tecnologias serão facilitadas com o 5G. É a hora dos executivos se atentarem às tendências e possibilidades que dão match com o seu público-alvo. Por isso, traçar caminhos estratégicos e inovadores para cada negócio é crucial neste momento, afinal o 5G traz benefícios para todos”, afirma Jefferson Araújo, CEO da Showkase, plataforma de vendas online.

Há quem diga que o 5G mudará o jeito de se fazer varejo no Brasil. Ampliar o uso da inteligência artificial (IA) e da internet das coisas (IoT), isto é, dos produtos interconectados também está no radar. Com isso, o consumidor que está cada vez mais exigente e imediatista, além de uma experiência de compra mais completa, poderá ter um consumo ainda mais eficiente. Por outro lado, os varejistas terão novas oportunidades e facilidades, inclusive em etapas burocráticas como o pagamento.

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Mas, afinal, o que esperar da tecnologia 5G? O executivo listou abaixo três avanços significativos para o varejo brasileiro:

Fidelidade à marca

Inovação, qualidade e agilidade são premissas para o 5G. A tecnologia possibilitará que o atendimento automatizado ganhe ainda mais espaço no dia a dia do cliente. A partir da implementação de soluções como IoT e IA, será possível coletar dados dos usuários, identificar demandas e proporcionar experiências personalizadas.

“O 5G possibilita uma coleta mais veloz e em maior volume, capaz de otimizar a experiência do cliente durante toda sua jornada de compra. Mapear hábitos e padrão de consumo é essencial para uma experiência mais assertiva. Estes dados são valiosos para mais do que ampliar os lucros da empresa, aumentar a fidelidade à marca”, explica Araújo.

Automatização dos processos

Com a chegada do 5G, o machine learning – ramo da inteligência artificial (IA) que reconhece padrões ou a capacidade de aprender continuamente ou fazer previsões com base em dados – também se beneficia e, consequentemente, traz avanços significativos para o varejo.

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A tecnologia, além de apoiar estratégias de segurança, automatiza pagamentos e aprimora a performance nas operações, a exemplo da gestão dos funcionários, estoque e logística. “Os clientes terão os prazos de entrega mais atualizados e rastreados em tempo real. Embora esta tecnologia já exista, nem sempre há um funcionamento sem atrasos. Em resumo, o 5G traz maior estabilidade e velocidade aos processos que já existem”, destaca o executivo.

Presença digital e omnichannel

O comércio eletrônico registou um crescimento significativo nos últimos meses: 12,59% no primeiro trimestre de 2022, aponta índice do MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital.

De acordo com Jefferson Araújo, diante desse boom do e-commerce, os empresários precisam estar cada vez mais atentos às estratégias multicanais disponíveis para o varejo. O 5G promete acelerar as soluções em omnichannel , possibilitando assim que o varejista esteja presente em mais de um canal de venda e ofereça uma experiência personalizada para o cliente. “Hoje, o omnichannel é o caminho mais promissor para os resultados do varejo”, complementa o CEO.


Fonte: IG ECONOMIA

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