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Prazo apertado: TikTok tem sete dias para resolver situação nos EUA

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Unsplash/Kon Karampelas

TikTok ganha mais sete dias para resolver sua questão nos EUA

O prazo para a compra do TikTok por uma empresa norte-americana foi prorrogado mais uma vez. Inicialmente previsto para o dia 20 de setembro, o banimento do aplicativo nos Estados Unidos foi adiado por diversas vezes, e agora tem uma nova data: 4 de dezembro.

A mudança mais recente se deu após um pedido da ByteDance , controladora do TikTok, por conta da falta de resposta do governo norte-americano sobre os planos apresentados para a continuidade do aplicativo no país. A empresa alegou que não recebe resposta do Comitê de Investimento Estrangeiro dos EUA (CFIUS) há semanas, e pediu mais 30 dias para esclarecer a situação. Com isso, o prazo se estendeu para o dia 27 de novembro.

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Entretanto, a Bloomberg e a Reuters relatam que, em processos judiciais recentes, o TikTok vem usando o dia 4 de dezembro, dizendo que recebeu uma extensão de sete dias.

Segundo um porta-voz do Tesouro dos EUA, o atraso é para que o governo possa analisar com calma uma apresentação da empresa ao CFIUS. Além disso, o TikTok e alguns influenciadores da plataforma levantaram diversos desafios legais para evitar que as proibições propostas entrem em vigor.

Outro ponto de desacordo é a questão presidencial. Com a derrota do atual presidente Donald Trump nas eleições, o novo governo pode não continuar com o processo de banimento. Ainda não está claro qual é o posicionamento do presidente eleito, Joe Biden , sobre a proibição do TikTok, então possivelmente ainda teremos mais alguns capítulos dessa novela.

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Megavazamento pode trazer prejuízos a todos os brasileiros; saiba o que fazer

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Dados vazados expuseram quase todos os brasileiros
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Dados vazados expuseram quase todos os brasileiros

O vazamento que expôs dados de quase todos os brasileiros , ultrapassando 220 milhões de CPFs tem deixado muita gente preocupada. E não é para menos: muito pior do que se esperava , o banco de dados inclui várias informações de cada uma dessas pessoas – vivas ou mortas -, como foto, endereço, telefone, e-mail e salário.

O problema é que, com tanta gente exposta, fica difícil saber quem está no meio e pode sofrer as possíveis consequências. Marco DeMello, presidente executivo da PSafe, empresa que foi a primeira a reportar o caso, disse ao Estadão que, dada a magnitude do vazamento , é difícil que algum brasileiro tenha ficado de fora. “A essa altura, todos os CPFs brasileiros estão nessa base de dados roubada. Estão lá meus familiares, meus sócios, minha equipe e qualquer coisa que eu pesquiso nos extratos. É assustador”, afirmou.

De acordo com apuração do Tecnoblog, todos os 223 milhões  CPFs estão expostos gratuitamente, enquanto o restante dos dados está à venda na internet por valores que variam de US$ 0,075 a US$ 1 por CPF.

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Isso significa que as informações podem ser compradas por cibercriminosos , que podem usá-las para aplicar diversos tipos de golpes, sobretudo os financeiros.

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Com os tipos de dados presentes no vazamento, é possível que os golpistas assumam a identidade da vítima para fazer uma dívida, por exemplo. Além disso, é possível que as informações sejam usadas para praticar a chamada engenharia social, convencendo a vítima de que ela precisa passar mais dados – ou até dinheiro. Um CPF e um endereço roubados podem, por exemplo, serem usados para gerar um boleto tão legítimo que a vítima vai acreditar que deve pagá-lo.

Outra opção é que os criminosos usem dados de pessoas com mais visibilidade, como políticos ou executivos de alto cargo para extorquir dinheiro.

Por isso, é preciso que todas as pessoas estejam atentas a movimentações em contas e contatos por telefone, e-mail ou mensagem que sejam suspeitos. Caso algo fora do comum aconteça, o ideal é formalizar um boletim de ocorrência.

Por enquanto, ainda não se provou de onde vieram os dados vazados . Informações presentes no banco ligam as informações à empresa de análise de crédito Serasa Experian . A companhia nega relação e diz investigar o caso.

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