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Porsche terá SUV elétrico maior que Cayenne

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Ele é o modelo mais popular da Porsche. Além disso, graças ao SUV, a Porsche não se complicou financeiramente
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Ele é o modelo mais popular da Porsche. Além disso, graças ao SUV, a Porsche não se complicou financeiramente

Um novo Porsche está a caminho. Não estamos falando de uma nova versão do 911, mas sim um modelo 100% elétrico, que ainda não tem data para estrear.

Atualmente, o único carro elétrico oferecido pela marca de Stuttgart é o Taycan , que receberá companhia do Macan EV , que teve seu lançamento adiado, e só deve ser revelado em 2023.

O novo modelo, que ainda não teve nome revelado, será produzido em Leipzig e irá receber a tecnologia aplicada no conceito “ Mission R ”, um carro de corrida elétrico baseado no Cayman 718.

Mission R pode ter adiantado linhas de um Cayman elétrico. Observamos formas bem arredondadas e agressivas
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Mission R pode ter adiantado linhas de um Cayman elétrico. Observamos formas bem arredondadas e agressivas

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O conceito revelado em Setembro conta com sistema de 900 volts, que permite recargas de 5 a 80% de bateria em 15 minutos, e é empurrado por dois motores elétricos , um de 435 cv na dianteira e 653 cv nas rodas traseiras, e a energia era fornecida por uma bateria de 80 kWh.

“Estamos visando segmentos com uma margem maior e queremos alcançar novas oportunidades de vendas”. Afirmou o CEO da Porsche, Oliver Blume.

Até o fim da década, a Porsche espera que 80% de suas vendas globais sejam de modelos elétricos. Para isso, o Macan elétrico e o novo SUV são cruciais para a Porsche concorrer em todos os segmentos possíveis de elétricos de luxo.

O Macan elétrico deveria ser lançado este ano, como modelo 2023, mas teve que ser adiado por conta de atrasos no desenvolvimento de software no Grupo Volkswagen, que atrapalhou todas as marcas do conglomerado.

Além do Macan, a nova geração do Cayman também será elétrica. Quem confirma é o próprio Oliver Blume:

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“Estamos sendo agressivos com nossos modelos elétricos, até o meio da década queremos oferecer o 718, nosso esportivo de motor central apenas na forma completamente elétrica”. Encerrou o executivo.

Apesar de controverso, oferecer o 718 de forma elétrica pode aumentar as vendas do modelo de entrada da Porsche.

No primeiro semestre do ano, os 718 venderam 9.777 unidades, quase metade das vendas de Taycan, que ficaram na casa de 18.877 unidades, e o campeão de vendas foram os SUV Cayenne e Macan com 41.947 e 38.039 unidades comercializadas respectivamente.

Fonte: IG CARROS

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Audi Q3 nacional: Como é no dia a dia e como se compara ao importado?

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Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho
Guilherme Menezes /iG Carros

Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho

Faz alguns anos que o mercado de SUVs iniciou uma ascensão notável nos rankings brasileiros de emplacamentos. Depois da pandemia e das últimas crises, o valor agregado dos automóveis subiu, decorrente do encarecimento dos custos de produção e da diminuição da oferta no mercado.

Em meio a tudo isso, vemos demandas maiores no segmento premium, que, inclusive, faz sucesso também com os SUVs com ares de cupê. Esse cenário motivou a Audi a prosseguir com a reinauguração da fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais (PR). Por lá, são feitos os novos Q3 Sportback (que representa 70% do mix, segundo a marca) e o Q3 tradicional, que é o carro dos nossos testes.

Como se sai no dia a dia? A unidade testada é a versão topo de linha Performance Black , que sai por R$ 315.990. Entre os destaques, vemos a presença do pacote S-Line , que adiciona bancos de couro com Alcântara e volante com base plana e rodas de 19 polegadas.

Na lista de opcionais , há o piloto automático adaptativo com funções de assistência em congestionamento, aviso de saída de faixa, sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falantes e subwoofer, que entrega 680W de potência.

Tivemos a oportunidade de entender se há diferenças entre o nacional e o anterior, que era da mesma geração, mas importado da Hungria. A resposta é que, com exceção a um item, não há diferenças.

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Isso se explica pelo fato de que sua produção é baseada no regime SKD (Semi Knock-Down), que consiste na chegada dos componentes individualmente, mas já montados por completo. No Brasil, são reunidos no carro para, assim, um novo Q3 nacional ficar pronto.

Duas vantagens dessa estratégia são a redução de custos de produção, ao mesmo tempo que fica mais fácil manter o padrão de qualidade.

Qual é a única diferença que observamos do Q3 húngaro para o nacional? A ausência do carregador por indução. Antes mesmo de notarmos isso, a própria equipe da Audi destacou esse ponto, logo que nos concederam o carro para teste.

Conforme apuramos com eles, isso se deve à escassez de suprimentos que a indústria enfrenta, mas que, futuramente, o item deverá retornar.

O SUV é equipado apenas com motor 2.0 turbo, de 231 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.700 rpm,  que funciona com tração integral. Pelo o que notamos durante os nossos testes, o modelo deixou claro que tem desempenho convincente e faz jus até para os que apreciam mais desempenho.

Não é por menos, uma vez que acelera de 0 a 100 km/h feita em 7 segundos e chega aos 240 km/h. E, isso, sem abandonar a marca razoável de consumo de combustível. O Q3 faz 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada), segundo o Inmetro.

Outro aspecto que chamou atenção no teste drive foi a boa estabilidade, bem como a agilidade e a rapidez dos principais comandos. O carro atual (seja o húngaro, ou o brasileiro) é, de fato, uma evolução notável do seu antecessor, com sistemas de direção, suspensão e freios sempre precisos.

Fora os itens que já mencionamos, todo o Audi Q3 traz o painel de instrumentos com tela digital 10,25”, ar-condicionado de duas zonas, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free , chave presencial para acesso e partida, luz ambiente , retrovisores elétricos e rebatíveis automaticamente, bem como teto solar elétrico panorâmico, oferecido como opcional.

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As linhas afiladas do carro, tanto fora quanto dentro, transmitem a ideia do carro “afiado” que realmente é. Além disso, ponto positivo para a escolha dos acabamentos, que são sensíveis ao toque em todo o carro.

A posição ao dirigir pode ser a que você quiser, com inúmeras possibilidades de combinação entre altura e profundidade de volante e postura do banco, que tem ajustes elétricos.

O único ponto que poderia ser diferente é a acessibilidade do sistema multimídia . Em nossos testes, não conseguimos ativar a conectividade com o celular via Bluetooth. Se não fosse pelo adaptador USB C cedido pela organização do evento de lançamento, também não teríamos como fazer conexão via cabo.

Conclusão

A versão nacional do Audi Q3 se mostrou versátil, bem equipada e com bom desempenho, deixando claro que se mantém como um dos SUVs médios de luxo recomedáveis hoje em dia.

Mas sentimos falta de alguma eletrificação no modelo, algo que vem se tornando um item importante no segmento,  no qual um itens essencias tem sido a questão da eficiência energética.

Preços da linha Q3

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI R$ 273.990

Q3 Performance quattro 2.0 TFSI R$ 290.990

Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 339.990

Ficha técnica Audi Q3

Motor: 2.0 TFSI, 231 cv e 34,7 kgfm

Câmbio: automático, 8 marchas, tração 4×4

Direção: elétrica

Suspensão: McPherson (diant) e múltiplos braços (tras)

Freios: disco ventilado nas quatro rodas

Pneus: 235/50 R19

Dimensões: compr. 448,4 cm; larg. 184,9 cm; alt. 161,6 cm; entre-eixos 268 cm;

peso 1.776 kg

Porta-malas: 530 litros

Consumo: 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7 segundos

Vel. Max: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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