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Por votos a Lira, Planalto pressiona e retira cargos dos aliados de Baleia Rossi

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Pressão e retaliações do governo podem minar apoio de Baleia Rossi; entenda
Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

Pressão e retaliações do governo podem minar apoio de Baleia Rossi; entenda

Na próxima segunda-feira, dia 1° de fevereiro, a Câmara dos Deputados realiza votação para a escolha do próximo presidente da casa. Para tentar garantir maior apoio a Arthur Lira , candidato de Jair Bolsonaro na disputa, o Planalto deu início a um processo de retaliações nesta reta final: quem está ao lado de Baleia Rossi, nome escolhido pelo próprio  Rodrigo Maia e pelo grupo do centrão, vai perder cargos no governo.

Segundo informações do jornal O Globo, parlamentares foram informados nos últimos dias sobre as exonerações de indicados em postos na administração federal após terem anunciado apoio a Baleia . Tal tática vinha sendo adiada para evitar possíveis confrontos, mas a polarização na disputa forçou o governo a pressionar esses deputados para que ” mudem de lado ” e passem a apoiar Lira .

Entre os nomes que perderam cargos estão Flaviano Melo (MDB-AC), que viu a própria esposa e um superintendente do Iphan serem demitidos, e Fabio Reis (MDB-SE), que perdeu o superintendente indicado no Incra em Sergipe. Além deles, Hildo Rocha (MDB-MA) também foi atingido e perdeu seu indicado para a superintendência da Codevasf. Entretanto, ele acabou sendo reconduzido ao cargo após pedido de deputados da base de Lira .

Por outro lado, ainda de acordo com a reportagem, houve quem ganhasse vaga por já estar na base do candidato de Bolsonaro . É o caso de José Rocha (PL-BA), que indicou Nilo Ferreira de Azevedo para o cargo de superintendente da Bahia do Ministério da Agricultura, substituindo indicado pelo presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil, João Martins.

Questionado sobre tais retaliações ao MDB, Lira afirmou que o partido “é independente e sobrevive sem espaço no governo”, além de afirmar que não tem conhecimento de tais denúncias. Por fim, lembrou ainda que aliados seus também perderam cargos ligados à Mesa Diretora da Câmara, presidida por Rodrigo Maia.

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Política Nacional

Bolsonaro questiona uso de máscaras: “a gente aguarda estudo mais aprofundado”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante live nesta quinta (25)
Reprodução Facebook

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante live nesta quinta (25)

O presidente Jair Bolsonaro  (sem partido)  durante transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta quinta-feira (25)  citou um suposto estudo de “uma universidade alemã” para questionar o uso de máscaras como prevenção contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

“Começa a aparecer estudos sobre o uso de máscaras. Uma universidade alemã fala que elas são prejudiciais a crianças. E levam em conta vários itens como irritabilidade, dor de cabeça, dificuldade de percepção de felicidade”, afirma Bolsonaro.

Com o plano nacional de vacinação andando de forma lenta, especialistas apontam o uso de máscaras como uma das mais importantes medidas de prevenção contra a Covid-19 . A OMS comprovou eficácia e indica o uso das pessoas quando estiverem em espaço público.

“Não vou entrar em detalhes, porque tudo deságua em críticas em mim. Eu tenho a minha opinião sobre máscaras, que cada um tenha a sua. Mas a gente aguarda um estudo mais aprofundado sobre isso por parte de pessoas competentes”, diz.

Nesta quinta (25), o Brasil registrou 1.541 novos óbitos em decorrência do vírus, um dia depois do país passar dos 250 mil mortes, em um momento da pandemia onde diversos estados estão prestes a entrar em colapso no sistema de saúde.

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