Saúde

População elege nova diretoria para Hospital Padre Olívio de Jaciguá, Vargem Alta

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Por | 05.06.2015

 

A população de Vargem Alta elegeu, no último sábado (30/05), os novos membros da Diretoria Executiva do Hospital Padre Olívio. A nova diretora-presidente, Glória Altoé, foi eleita com unanimidade dos votos.

 

A eleição foi convocada, tendo em vista o fim do processo de intervenção realizado pela Prefeitura Municipal de Vargem Alta que durou pouco mais de um ano, com o objetivo de restabelecer o atendimento no local. 

 

Com mais de 20 anos de experiência na área da saúde, a nova Diretora-Presidente do HPO, Glória Altoé, já ocupou o cargo anteriormente com uma trajetória marcante através do trabalho realizado na instituição, e disse que é uma enorme responsabilidade voltar para o cargo.

 

“Sei que é um grande desafio. Desafio que só poderá ser vencido com um trabalho coletivo. Nossa meta é proporcionar um atendimento personalizado, diferenciado e pleno de humanismo a todos os pacientes, reafirmando a cada dia o nosso compromisso com a qualidade pela vida”, finalizou Glória Altoé.

 

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O Prefeito João Bosco Dias afirmou que mesmo com o fim da intervenção, o Município continuará dando suporte ao HPO. “Renovamos e aumentamos o contrato de repasse financeiro para o hospital, em cerca de R$ 175 mil mensais. Estamos e buscando ainda, com auxilio do Presidente da Assembleia Deputado Ferraço, novas fontes de recursos para ampliar o atendimento no local”, disse.

 

Confira a composição da nova diretoria: 

 

Diretora Presidente:      Glória Cecília Altoé

Vice-Presidente:            Edson José Altoé

Tesoureiro:                   Idomar Machado Tristão

Secretário:                    Ronaldo Leonel Altoé

 

Conselho Fiscal:         

Marilia Souza

Darli Jaime Fassarella

Getúlio Alberto Cypriano

Almir Francisco Juriatto

 

 

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Saúde

Covid-19: o que se sabe até agora da variante Ômicron

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O surgimento de uma variante no novo coronavírus confirmado em regiões da África preocupa especialistas internacionais de saúde. Batizada de Ômicron – letra grega correspondente à letra “o” do alfabeto -, a cepa B.1.1.529 foi identificada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, em meados de novembro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante pode ser responsável pela maior parte de novos registros de infecção pelo novo coronavírus em províncias sul-africanas.

Onde a variante foi identificada?

Além de países vizinhos a Botsuana – África do Sul, Lesoto, Namíbia, Zimbábue e Eswatini (ex-Suazilândia) -, casos da variante Ômicron também foram registrados em outras regiões: Hong Kong, na China, foi a primeira delas. Israel e Bélgica também tiveram registros, casos que seguem isolados.

O que há de diferente?

Nos casos analisados, constatou-se que a variante é portadora de dezenas de mutações genéticas que podem afetar os índices de contágio e de letalidade. A OMS, entretanto, afirmou que ainda não há estudos suficientes para afirmar as propriedades da Ômicron, mas que já existem esforços científicos acelerados para estudar as amostras. Um time de cientistas de universidades da África do Sul está decodificando o genoma da Ômicron, juntamente com dezenas de outras variantes do novo coronavírus.

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Tulio de Oliveira, diretor do Centro para Respostas e Inovações Epidêmicas da universidade de KwaZulu-Natal, afirmou em coletiva de imprensa que a variante Ômicron possui “uma constelação incomum de mutações”. A variante Delta, por exemplo, possuía duas mutações em relação à cepa original do novo coronavírus, enquanto a Ômicron possui cerca de 50 – 30 delas localizadas na proteína Spike, responsável por infectar células saudáveis, explicou o brasileiro.

Em reunião de emergência realizada na tarde de sexta-feira (26), representantes da OMS classificaram a Ômicron como variante de preocupação (VOC) – mesma categoria das variantes Delta e Gama.

Existem casos no Brasil?

O Brasil ainda não registrou nenhum caso da nova variante. Para tentar frear a chegada da Ômicron ao país, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, determinou que voos com origem de países do sul da África não poderão desembarcar no Brasil. Outros países, como a Inglaterra, também proibiram a chegada de voos vindos da região.

A Pfizer, responsável por uma das vacinas inovadoras contra o novo coronavírus, afirmou que espera conseguir colocar no mercado uma nova versão do imunizante que seja eficaz contra a variante Ômicron em um prazo de até 100 dias. A eficácia das vacinas existentes ainda não foi testada em relação à nova variante.

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Por que Ômicron?

A OMS usa letras do alfabeto grego para denominar as variantes importantes do novo coronavírus. A última variante registrada havia sido a Mu, que deveria ser seguida das letras gregas Nu (equivalente ao N) e Xi. As letras, no entanto, poderiam causar confusão, já que Nu em inglês tem pronúncia quase idêntica à palavra new (novo). Enquanto a letra Xi corresponde ao primeiro nome do atual presidente da China, Xi Jinping. A OMS decidiu, então, pular as duas letras.

Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC Saúde

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