Segurança

Polícia Federal cumpre dois mandados de busca em Castelo

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A Polícia Federal realizou ontem (18/3) a Operação Verus Dominus, cujo objetivo é buscar desarticular quadrilha especializada em roubo e comercialização de partes e peças de veículos. O esquema criminoso conta com o aval de facção criminosa que opera nos presídios paulistas.

Dez cidades foram alvos da Operação no Brasil inteiro.  Em Castelo, única cidade capixaba atingida, não houve nenhum mandado de prisão, mas dois mandados de busca foram cumpridos.

O site Atenasnotícias fez contato com a Polícia Federal em São Paulo, porém os nomes não foram revelados.

Mandados de busca cumpridos:

1 em Barreiras BA

1 Erechim RS

1 Sinop MT

2 em Goiânia

2 em Castelo ES

2 em Arapiraca AL

Mandados de prisão cumpridos

1 Sinop MT

1  São Paulo SP

1  Erechim RS

As ações policiais contaram com o apoio de policiais rodoviários federais especialistas em identificação veicular. Foram mobilizados cerca de 60 policiais para dar cumprimento a 15 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara de Organizações Criminosas e Lavagem de Dinheiro, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

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A investigação foi iniciada a partir da troca de informações entre Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. Em diligências realizadas no curso da apuração, intervenções policiais nas rodovias federais revelaram que diversas partes de veículos estavam sendo encaminhadas a outros Estados, com base em notas fiscais falsas.

O esquema é conhecido como de “empresas noteiras”, que existem somente no papel e são utilizadas de maneira criminosa para emitir documentos fiscais, com o objetivo de registrar a saída de mercadorias. Esse esquema é muito utilizado para acobertar cargas roubadas, como as que foram identificadas durante a investigação. Segundo investigação, é possível que as emissões de notas fiscais alcancem valores superiores a R$ 400 milhões.

As ações foram concentradas em pessoas físicas e jurídicas, especialmente em galpões que podem estar sendo utilizados pela quadrilha para guarda e adulteração de veículos. Com o cumprimento dos mandados, a Polícia Federal espera conhecer o modo de atuação dos investigados e até mesmo ampliar o foco da investigação.

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Estado

Polícia Civil indicia empresário que divulgou vídeo sobre falsa contaminação por Coronavírus

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A Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) indiciou um empresário, morador da Grande Vitória, por provocar alarde e tumulto divulgando falsas informações, por meio das redes sociais. O caso chegou ao conhecimento da DRCC na sexta-feira passada (20) e a conclusão do inquérito foi divulgada nesta quinta-feira (26), em entrevista coletiva.

O titular da DRCC, delegado Brenno Andrade, afirmou que, ao receber o vídeo, chegou a ficar comovido com o relato do empresário, mas depois decidiu apurar o caso. Acabou comprovado que o homem não estava contaminado com o coronavírus, mas tinha uma síndrome respiratória aguda e alarmou a população capixaba ao divulgar um vídeo com quase nove minutos de duração, falando sobre a doença.

“É importante frisar que não é mérito da polícia verificar o problema respiratório dele, mas sim verificar se a conduta dele estava infringindo algum artigo do Código Penal. E realmente estava, o artigo 41 da Lei de Contravenções Penais, que é causar alarma, pânico ou túmulo. O vídeo viralizou, várias pessoas tiveram acesso ao conteúdo e comprovou-se depois que ele não estava infectado”, explicou o delegado.

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A pena prevista para este tipo de infração é de 15 dias a seis meses de detenção e multa. Desta forma, o indiciado responderá em liberdade ao processo. A DRCC tem recebido várias denúncias de fake news relacionadas à pandemia de Coronavírus, circulando em aplicativos de mensagens, principalmente.

“Nós pedimos que não cliquem em links recebidos e tenham cuidado com as falsas mensagens. Caso tenha dúvidas, procurem as fontes de informações governamentais oficiais ou a grande mídia. Fora isso, desconfie, pois você poderá ser vítima de uma informação falsa circulando em meio virtual”, orientou o delegado.

O delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, determinou que casos como este sejam firmemente investigados: “Toda pessoa que tiver intenção de praticar esse tipo de comportamento alarmante, utilizando-se não só de vídeos, mas também de páginas, sites e outros canais, será investigado e, se for constatado crime, sofrerá punição”.

A população pode ajudar a inibir este tipo de ação, denunciando pelos canais disponibilizados pela polícia. Denúncias anônimas podem ser encaminhadas pelo Disque-Denúncia 181, que também tem um site, pelo qual é possível enviar fotos e vídeos, o disquedenuncia181.es.gov.br. Já Boletins de Ocorrência podem ser registrados pela Delegacia Online, no endereço delegaciaonline.sesp.es.gov.br.

Texto: Camila Ferreira 

 

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Agente de Polícia Fernanda Pontes
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Fonte: Governo ES

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