Política

PL homenageia Colatina em seu centenário

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Os deputados Renzo Vasconcelos (PP) e Dary Pagung (PSB) apresentaram o Projeto de Lei (PL) 319/2021, que inclui no calendário oficial do estado o aniversário de emancipação política de Colatina, comemorado em 22 de agosto. 

Na iniciativa eles propõem também que nessa data o governo estadual faça a transferência simbólica de sua sede para o município, localizado no noroeste capixaba, distante cerca de 130 quilômetros de Vitória. Caso se torne lei, o governador Renato Casagrande (PSB) deverá praticar atos assinalando sua presença no município. A proposta é uma homenagem à cidade cuja emancipação completa um centenário este ano. 

O PL 319/2021 altera o anexo da Lei 11.212/2020, que consolida a legislação em vigor referente a datas comemorativas e de relevância para o interesse público. Será analisado, conclusivamente, pela Comissão de Justiça, em consonância com o artigo 276 do Regimento Interno da Assembleia Legislativa. 

História

Na justificativa da matéria, Renzo e Pagung relatam que, no ano de 1833, Colatina começou a sua história, fundada como parte da Vila de Linhares, com os povoados de Arraial da Barra de Santa Maria, Mutum de Boapaba e Barracão de Baunilha.

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De acordo com o texto, a primeira tentativa de colonização ocorreu em 1957, quando Nicolau Rodrigues dos Santos demarcou extensa área na margem esquerda do Rio Doce e dividiu-a em lotes, com o objetivo de atrair estrangeiros, como portugueses, franceses e alemães. Contudo, devido ao enfrentamento dos nativos, doenças tropicais e clima diferenciado, a iniciativa durou apenas três anos. 

O ano de 1899 marcou o início do desenvolvimento da Vila de Colatina, nome em homenagem à esposa do então presidente do estado, Muniz Freire. A chegada de alemães e italianos e a instalação da Estrada de Ferro Diamantina, hoje Vitória a Minas, impulsionou o comércio e a economia em Colatina, que se tornou sede em 1907, no lugar de Linhares, cuja emancipação só ocorreu em 1943. Na década de 50, Colatina se notabilizou pela produção de café e, nos anos 70, destacou-se pela industrialização.  

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Política

Madureira defende trabalho para autistas

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O deputado Marcos Madureira (Patriota) quer que o poder público incentive as empresas a contratarem autistas para desempenharem funções que exijam interação social. 

Para isso, ele apresentou o Projeto de Lei (PL) 341/2021 que garante à pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) realizar atividades laborais compatíveis com sua aptidão, formação profissional e experiência. 

Conforme a matéria, que passará pelo crivo das comissões de Justiça, Saúde e Finanças, a empresa contratante observará a aptidão do autista para assumir quaisquer cargos que estejam à disposição. Se virar lei, a proposta prevê que o Poder Executivo poderá regulamentá-la se assim achar necessário.

Advogada autista 

Madureira explica que o objetivo do projeto é dar equidade aos autistas por meio de políticas que estimulem as empresas e o serviço público a contratá-los sem limitações quanto às alternativas de emprego, observados os aspectos relacionados s aptidões, talentos, formação educacional e preferências pessoais. 

Segundo o deputado, os autistas têm tido mais oportunidade no mercado de trabalho na área de tecnologia devido ao fato de possuírem mais habilidade em tarefas que exijam concentração. 

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“Muitos autistas estão fora do mercado de trabalho por interagirem de forma diferente, mas isso não reduz a capacidade intelectual deles, e desse modo não há razão para excluí-los desses tipos de atividades”, defende o parlamentar.

Como demonstração da capacidade intelectual das pessoas com TEA, o deputado sugere no texto que as pessoas acessem na internet matéria sobre Haley Moss, primeira mulher autista formada em Direito no sul da Flórida (EUA) e que, segundo a reportagem, é uma profissional atuante.

“Essa advogada da Flórida é prova de que o autista pode cursar o ensino superior, conquistar espaço no mercado de trabalho e viver uma rotina assim como qualquer outro cidadão”, diz Madureira.

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