Economia

Pix tem 100 milhões de chaves registradas

Publicados

em

 

 

source

Agência Brasil

.
Marcello Casal JR/ABr

A chave pode ser os números do CPF (pessoas) ou do CNPJ (empresas), e-mail, número de celular ou chave aleatória

O sistema de  pagamento instantâneo Pix atingiu a marca das 100 milhões de chaves  nesta quinta-feira (3), conforme informação do Banco Central. A chave, previamente cadastrada, em banco ou outra instituição financeira, permite identificar a conta para receber pagamentos e transferências.

A chave pode ser os números do CPF (pessoas) ou do CNPJ (empresas), e-mail, número de celular ou chave aleatória – sequência alfanumérica utilizada por usuários que não queiram vincular seus dados pessoais às informações de sua conta. O recebedor também pode gerar QR Codes para recebimento de pagamentos. Outra possível é fazer o pagamento ou a transferência sem a chave, mas neste caso, é preciso digitar os dados bancários do recebedor.

Leia Também:  Dória diz reconhecer dificuldades, mas lembra que mortes prejudica economia

O Pix é gratuito para pessoas físicas nas operações de transferência e de compra. Cada conta de pessoa física pode ter até cinco chaves vinculadas.

No caso de pessoa jurídica, o máximo é de 20 chaves por conta. As instituições financeiras poderão cobrar tarifa das empresas tanto no envio como no recebimento de dinheiro por meio do Pix. Serviços acessórios ligados ao pagamento e ao recebimento de recursos também poderão ser tarifados.

Hoje (3), o Banco Central e a Receita Federal anunciaram que as empresas podem quitar as contas com o Fisco por meio do Pix.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Dória diz reconhecer dificuldades, mas lembra que mortes prejudica economia

Publicados

em


source

Brasil Econômico

João Dória afirmou que restrições dependem das ações da população
Reprodução: iG Minas Gerais

João Dória afirmou que restrições dependem das ações da população

O governador de São Paulo, João Dória (PSDB) , disse entender os desafios de empresários em manter os estabelecimentos , mas lembrou que a economia também é afetada com o alto número de mortes em decorrência da Covid-19 . Na semana passada, o governo estadual aumentou as restrições e estabeleceu a fase vermelha em todas as cidades aos fins de semana e após às 20h em dias úteis.

Em entrevista à Band News FM, Dória afirmou que “mortos não consomem” e defendeu as medidas de restrição no estado.

“Sei que é difícil, complexo, sei que é muito duro para um comerciante, dono de bar, dono de restaurante, de um pequeno comércio suportar isso. Mas quero lembrar que mortos não consomem, mortos não vão a bares, mortos não vão a restaurantes, mortos não compram pão e mortos não consomem sapatos. Temos que preservar vidas para depois recuperar a economia”, disse.

Leia Também:  Usuários do Reddit brincam com Wall Street comprando ações da GameStop; entenda

Você viu?

O governador evitou responder sobre as  “cartas na manga” para aumentar as restrições. Ele se limitou a dizer que a redução das duras medidas para evitar a proliferação da Covid-19 dependem das ações da população.

“Governo tem na manga a vida. Cada pessoa é responsável pela sua própria vida. A responsabilidade por viver ou não em uma circunstância de pandemia é de cada pessoa, que entende que usar máscara protege a sua vida, de seus familiares e amigos, que o distanciamento social e a não participação de eventos protegem vidas”, afirmou.

“Considero incompreensível uma pessoa querer morrer, facilitar as circunstâncias para morrer. Você tem de exaltar a vida, proteger a vida e compreender que isso vai passar”, completou Dória. 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA