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PF reabre inquérito sobre facada em Bolsonaro para investigar advogado

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Adélio Bispo de Oliveira deu uma facada em Bolsonaro durante a campanha eleitoral
Foto: Divulgação/ Assessoria de Comunicação Organizacional do 2° BPM

Adélio Bispo de Oliveira deu uma facada em Bolsonaro durante a campanha eleitoral


A Polícia Federal (PF) reabriu a investigação contra Adélio Bispo, homem que  esfaqueou o hoje presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante um evento de campanha, em setembro de 2018. O foco agora é analisar o celular do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, um dos defensores de Adélio.

Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o delegado Rodrigo Morais Fernandes pretende analisar os dados bancários e o conteúdo disponível no telefone a fim de apurar se houve mandante no crime. Até hoje, familiares e apoiadores de Bolsonaro questionam quem mandou assassiná-lo, mesmo que a primeira investigação tenha indicado que Adélio, que está preso, agiu sozinho .


Com esse novo inquérito, a PF também quer entender por que o advogado assumiu o caso se seu cliente não tinha condições financeiras para pagá-lo . Os agentes buscam saber se a atitude se deu mediante pagamento de terceiros ou se o interesse era apenas midiático, já que o processo renderia visibilidade.

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Ida de Bolsonaro para PL é condicionada ao apoio à Lira

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Arthur Lira pretende se candidatar às eleições da Câmara em 2023 e conta com PL para conseguir apoio
O Antagonista

Arthur Lira pretende se candidatar às eleições da Câmara em 2023 e conta com PL para conseguir apoio

O presidente Jair Bolsonaro deve assinar na terça-feira (30) a sua filiação com o Partido Liberal (PL), após resolver divergências sobre apoio às candidaturas de estados do Nordeste e de São Paulo com o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto. Entretanto, o acordo foi costurado com o aval do Presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), na condição de que o partido apoie sua candidatura à reeleição para o comando da casa em 2023.

A expectativa do PL é de se transformar em uma das maiores bancadas da Câmara após as eleições de 2022. A previsão é de eleger pelo menos 65 deputados, 22 a mais dos atuais 43 parlamentares do partido nesta legislatura. Lira, então, estaria de olho nessa quantia para conseguir apoio e se manter na Mesa Diretora.

Para isso, o Presidente da Câmara negociou um acordo entre Bolsonaro e Costa Neto para firmar a filiação do presidente junto ao PL. As negociações ultrapassaram os desejos do próprio Progressistas, partido de Arthur Lira,  que sonhava ter Bolsonaro em seus quadros.

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No entanto, as desavenças sobre costura de acordos estaduais com os quadros do Nordeste travou a negociação. Historicamente, o PP apoia candidatos de esquerda nos estados nordestinos.

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Lira também se posicionou contra a filiação de Bolsonaro ao Progressistas. Embora seja o principal articulador das pautas governistas na Câmara, o deputado analisou que a entrada do presidente ao seu partido poderia atrapalhar seus planos na presidência da Casa, caso seus adversários fossem eleitos.

Nesse cenário, Lira poderia convencer seus pares a negociar um acordo com a bancada governista para apoiá-lo em seus objetivos. Se Bolsonaro estivesse no PP, a negociação ficaria mais difícil.

Jair Bolsonaro está sem partido desde 2019. Nesse meio tempo, já flertou com Patriotas, Republicanos, Progressistas e PL. O PTB também foi cogitado, mas o presidente desistiu após aconselhamento da ala política.

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