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Petrobras reduz preço da gasolina em 15% a partir desta quarta; diesel não cai

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Petrobras anunciou redução do preço da gasolina em 15% a partir desta quarta-feira (25)

A Petrobras anunciou que vai reduzir em 15% o preço da gasolina em suas refinarias a partir desta quarta-feira (15). Em relação ao óleo diesel, não haverá alteração.

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A decisão da estatal vem na esteira da forte desvalorização que o petróleo vem apresentando no mercado internacional. No início do ano, ele era negociado a US$ 66,36. Na última segunda, fechou a US$ 27,59. No ano, a desvalorização da commodity é de 58,7%.

Na semana passada, no último dia 13, a Petrobras já havia cortado o preço da gasolina em 9,5%, além de um corte de 6,5% para o diesel, também por conta da queda mundial do petróleo.

O corte anunciado pela estatal para esta quarta será o 7º do ano nas refinarias. Em 2020, o preço da gasolina nas refinarias acumula queda de 21%, enquanto o diesel já caiu mais, 23%.

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Para que o consumidor final pague mais barato no combustível , porém, há uma série de fatores em jogo. Os repasses às bombas dos postos dependem de distribuidoras e também dos próprios postos e suas realidades. Em momentos de crise, por mais que haja queda nas refinarias, as margens dessas duas etapas do processo costumam aumentar, fazendo com que a queda no posto seja pouco ou nada sentida pelo consumidor.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), o preço da gasolina nos postos praticamente não teve variação desde o início de 2020. No início de março, os valores médios de 1 litro da gaasolina e do diesel custavam, respectivamente, R$ 4,531 e R$ 3,661, quedas de 0,5% e 2,4% no ano.

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Economia

Projeto que suspende reajuste de planos de saúde e remédios será votado na terça

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votação virtual do senado
Leopoldo Silva / Agência Senado

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) é o autor do projeto de lei

Foi adiada para terça-feira (2) a votação do projeto de lei que suspende o reajuste de preços de medicamentos, planos de saúde e seguros privados por 120 dias. O PL 1.542/2020, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), recebeu 46 emendas de senadores, nove delas protocoladas nesta quinta-feira (28).

Vários senadores e líderes pediram o adiamento da votação, argumentando que o tema é complexo e que foram apresentadas muitas emendas ao texto. Essa solicitação teve o apoio do autor do projeto, Eduardo Braga, e do relator da matéria, senador Confúcio Moura (MDB-RO).

Confúcio Moura já havia elaborado seu relatório, mas novas emendas foram apresentadas depois disso. Assim, o relator disse que vai redigir novo relatório, aproveitando as sugestões das novas emendas e propondo um texto substitutivo para ser votado na semana que vem.

De acordo com o autor do projeto, o Poder Executivo enviou ao Congresso no final de março uma medida provisória (a MP 933/2020) suspendendo por 60 dias o reajuste de preços dos medicamentos. Os novos valores começariam a valer em 1º de abril e ficariam suspensos, portanto, até 1º de junho.

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Segundo Eduardo Braga, é imprescindível aumentar o período da suspensão dos reajustes e estendê-la aos  planos e seguros privados de assistência à saúde. 

Braga afirma na justificativa da proposta que é importante evitar aumento de preços em um momento em que os efeitos econômicos causados pela crise do novo coronavírus (Sars-CoV-2) têm provocado uma perda significativa da renda das famílias pela necessidade de isolamento social, que faz com que os cidadãos percam seus empregos ou tenham seus salários reduzidos.

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