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Passagem de Júpiter por Peixes em 2021

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João Bidu

Passagem de Júpiter por Peixes em 2021
Bruna Giorgi

Passagem de Júpiter por Peixes em 2021

Júpiter é o maior planeta do nosso sistema solar, então, quando ele se move para um novo signo, tendemos a sentir essa energia.

Desde dezembro de 2020, Júpiter- o maior planeta do sistema solar – está no signo de Aquário. Ele estreou no signo de Ar com a Grande Conjunção com Saturno, durante o Solstício de dezembro, criando uma energia aquariana que definirá os próximos 20 anos.

Desse modo, desde dezembro, Júpiter está percorrendo Aquário, ajudando a estimular a inovação, originar novas tecnologias e criar um senso de comunidade mais profundo.

O tempo de Júpiter em Aquário, entretanto, está lentamente chegando ao fim, pois ele entrou em Peixes em 13 de maio, pela primeira vez desde 2010.

No entanto, Júpiter permanecerá em Peixes até 28 de julho de 2021, quando retornará a Aquário. Após sua retrogradação, no dia 29 de dezembro de 2021, Júpiter entra de fato em Peixes, onde permanecerá durante a maior parte de 2022.

A breve visita de Júpiter a Peixes, de maio a julho de 2021, nos dará uma amostra do que está por vir em 2022, quando Júpiter entrará novamente em Peixes.

Júpiter em Peixes 2021-2022

Júpiter adora estar em Peixes. Antes de Netuno ser descoberto, o planeta regente de Peixes era Júpiter. Como o antigo governante de Peixes, Júpiter é capaz de expressar todo o seu poder, mas também nos liga à sabedoria esquecida do passado.

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Essa é uma energia altamente espiritual e é provável que nos sintamos mais sintonizados, conectados e em contato com nossos sentidos psíquicos e nossa própria alma.

Júpiter representa expansão e abundância, e Peixes rege espiritualidade, religião e nossa compreensão da unidade e da fonte de energia, então há oportunidades aqui para alcançar um nível novo e mais profundo de consciência.

Como último signo do zodíaco, Peixes também rege a conclusão e nossa compreensão do todo. Com Júpiter expandindo essa visão para nós, podemos desbloquear uma apreciação mais profunda de nossa jornada e achar mais fácil ver o quadro geral.

Júpiter em Peixes é uma energia de sonho e pode aumentar nossa criatividade e imaginação. Isso pode ser uma energia de apoio se estivermos trabalhando em projetos criativos ou projetos que lidam com fantasia, realidades alternativas ou misticismo. Além disso, pode trazer abundância e expansão para nossos projetos criativos e intuitivos, então se isso é algo que você tem trabalhado muito para conseguir, saiba que essa energia está do seu lado e enviando vibrações de apoio.

O que Júpiter em Peixes significa para você

Você viu?

Para entender como Júpiter em Peixes se manifestará para você em um nível pessoal, analise os temas que prevaleciam em sua vida em 2010.

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Isso não quer dizer que os mesmos eventos acontecerão, mas você pode perceber que está subindo de nível ou progredindo nos dons e lições com que estava trabalhando na época. Você também pode ver padrões semelhantes ou uma linha comum entre esses dois períodos de tempo.

Você também pode olhar para ver onde Peixes se encaixa em seu mapa natal, pois essa área do mapa receberá uma boa dose de energia abundante à medida que Júpiter se move através dela.

De qualquer maneira, todos nós podemos acessar e nos conectar com a energia da sorte de expansão e abundância de Júpiter. Portanto, pense no que você deseja expandir em sua vida e coloque sua atenção nessa direção, pois com certeza receberá muitos resultados!

Ciclo de Júpiter em Peixes em 2021:

13 de maio: Júpiter entra em Peixes 20 de junho a 18 de outubro: Júpiter retrógrado 28 de julho: Júpiter volta a Aquário

  • 29 de dezembro: Júpiter entra em Peixes
  • TEXTO:  Bruna Giorgi

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    Fonte: IG Mulher

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    Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

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    Alto Astral

    Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro
    Reprodução: Alto Astral

    Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

    Ao contrário das grandes livrarias, que contêm acervos enormes sobre os mais variados temas e um contato impessoal com os clientes, pequenos empreendimentos de rua e online encontraram na segmentação uma chave para manterem-se firmes; além de atrairem um público mais fiel, aumentarem o diálogo com os leitores e, por consequência, as vendas! Tudo isso em meio à crise do mercado editorial – que já impôs o fechamento de dezenas de livrarias nos últimos anos.

    Esse é o caso da livraria especializada em humanidades, Mandarina, criada em 2019 pelas sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, que buscavam fugir do modelo das grandes livrarias, ou “shopping de livros”, como chamam. “Quando a gente resolveu montar a Livraria Mandarina, a gente foi estudar. E a gente viu que as livrarias segmentadas e pequenas são a tendência, são o que as pessoas estão buscando”, conta Paixão. Para as livreiras, a segmentação é uma forma de apresentar ao público obras de autores diversos, que não estampam as estantes das grandes livrarias, mas que merecem a atenção e o apreço dos leitores.

    Localizada em Pinheiros, São Paulo, a Livraria Mandarina conta com um acervo de mais de 6 mil títulos voltados à literatura clássica, ciências sociais, filosofia e poesia. Mas, não é a única a apostar na segmentação. Hoje, pelo Brasil, há inúmeras livrarias independentes focadas em temas como humanidades, literatura queer, literatura afro-brasileira, feminismo, entre outros. Essas livrarias preenchem um buraco deixado pelas gigantes do ramo ao investirem em acervos escolhidos a dedo, atendimento humanizado e na criação de espaços de troca, diálogo e reflexão ao resgatarem a importante figura do livreiro, antes apagado pelo formato e-commerce.

    Livraria Mandarina
    Daniela Amendola e Roberta Paixão na Livraria Mandarina / Foto: Reprodução Instagram (@livraria_mandarina).

    Esse contato direto e mais humano com os clientes foi o que motivou os sócios Eduardo Ribeiro, Fábio Brito e Ivan Costa a inaugurar, em outubro do ano passado, a livraria Casa da Árvore , na Pedra do Sal, centro do Rio de Janeiro, focada em literatura afro-brasileira e humanidades. “Uma das principais coisas que a livraria te dá é a dimensão do encontro, é ter uma dimensão do que é literatura, essa é uma coisa que só a livraria física te dá e é uma das principais motivações das livrarias de ruas ainda existirem”, diz Ribeiro.

    Segundo ele, o atrativo das livrarias é a sensação do imprevisível, de não saber o que te aguarda ao adentrar esses espaços. “Você pode encontrar o autor do livro que você gosta, pode rolar uma indicação de um livro que você não conhece pelo livreiro, que é um personagem muito importante”, observa o sócio.

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    O livreiro também defende que o acervo especializado e curado com carinho é o ponto chave da Casa da Árvore. “Para a gente sobreviver precisamos ter essa curadoria, sempre muito cuidadosa, né? Se a gente se descuidar da nossa curadoria, a gente perde o sentido de existência da livraria”, afirma Ribeiro.

    Ele ainda ressalta que as grandes livrarias não estão resistindo porque elas têm um custo muito alto e não focam em um nicho. “Elas atacam o público em geral, que é um público muito flutuante, um público que você não consegue ter muito a medida do que a pessoa quer”, aponta. Para Ribeiro, a competição é muito maior quando não há segmentação do empreendimento. “Aqui a gente tenta fazer com que a pessoa tenha uma livraria de estimação, pra sempre comprar com a gente”, complementa

    Segmentação como solução – para o livreiro e para o leitor

    Embora ainda não haja, oficialmente, estatísticas sobre o aumento das livrarias segmentadas, Bernardo Gurbanov, livreiro e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), aponta que desde os anos 1980 o setor editorial já tinha consciência de que as “pequenas empresas altamente especializadas” sobreviveriam com mais facilidade às mudanças do mercado. Hoje, segundo ele, esse cenário já é visível.

    De acordo com Gurbanov, as livrarias segmentadas criam um canal de comunicação com os leitores que não contribui somente para a manutenção do negócio, “mas com o processo de compartilhar conhecimento e de criar uma comunidade em torno dessas temáticas”. Para ele, são essas comunidades cada vez mais interessadas em um acervo especializado e um atendimento personalizado, que tem ajudado a sustentar os empreendimentos.

    Quem concorda com Gurbanov é a bibliotecária Ketty Valêncio, dona da Livraria Africanidades , focada em literatura negra e feminista – que surgiu como e-commerce em 2013 e ganhou quatro paredes e um teto em 2017.

    Você viu?

    Valêncio conta que a Africanidades surgiu a partir de sua própria experiência de vida. “Eu via os espaços literários e eu não me via, essa questão da representatividade negra dentro da literatura, mesmo. E quando eu observava esse corpo negro dentro da literatura, era um papel onde eu não queria estar, era um papel totalmente estereotipado, marginalizado”, relata.

    Localizada na Vila Pita, periferia da zona norte de São Paulo, a Africanidades conta com um acervo de cerca de 200 obras de autores independentes dos mais diversos campos dos saberes, que apresentam uma visão de mundo descolonial e descentralizada.

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    Africanidades
    Em busca de representatividade negra na literatura, a bibliotecária Ketty Valêncio criou a Livraria Africanidades / Foto: Reprodução Facebook.

    Além das estantes e das páginas dos livros, a livraria busca a visibilidade e a valorização do protagonismo feminino, preto e periférico através de atividades culturais. Antes da pandemia, o espaço chegou a sediar eventos como rodas de conversas e leituras, saraus, lançamentos de livros e oficinas.

    Segundo Valêncio, o fato da Africanidades não ser apenas um ponto comercial, mas um polo cultural, “uma ação de transformação”, como ela diz, foi o que fidelizou o público e fez com que ele se mantivesse durante a pandemia de Covid-19.

    “Atualmente, acho que as livrarias pequenas estão resistindo mais no mercado editorial do que as livrarias grandes. É o resultado também das pessoas quererem se ver na literatura. Se eu fosse somente um empreendimento comercial, eu acho que eu já teria falido, mas como a livraria tem um aspecto muito precioso e valioso de cada narrativa que eu tenho aqui presente, eu acho que através disso eu consigo ter um público que me assiste, que gosta do meu trabalho e que replica as minhas ações”, afirma ela.

    Outra livraria que compartilha a mesma proposta é a Queer Livros , focada em obras, sobretudo acadêmicas, sobre gênero e sexualidade. Para o sócio-livreiro Gilmario Nogueira, atuar em um nicho como a Queer, é abrir um diálogo com as pessoas possibilitando uma discussão mais aprofundada.

    A livraria baiana conta com um acervo de mais de 100 títulos. Com obras que vão além dos best-sellers das grandes livrarias, a Queer proporciona a troca entre autores renomados e autores novos e independentes, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Entre as obras mais vendidas estão: O cis no divã; Diversidade sexual, étnico-racial e de gênero; Saúde mental e racismo à brasileira e Dissidências de gênero e sexualidade, que dão o tom do que esperar da livraria.

    Queer Livros
    Queer Livros aposta em autores desconhecidos e discute gênero e sexualidade / Foto: Reprodução Facebook.

    Com o objetivo de desmistificar as questões sobre gênero e sexualidade , além de ampliar o conhecimento científico sobre um tema que move tabus na sociedade, a Queer já está no mercado há 3 anos e vem se mantendo firme. “[ A literatura queer] é importante pra gente conhecer uma série de sujeitos subalternizados que nós temos”, ressalta o livreiro.

    Nogueira também afirma que foi graças à segmentação que a pequena livraria online conseguiu se manter durante a pandemia. “Nós atuávamos muito em eventos acadêmicos, com a pandemia, não tiveram mais eventos. Então, no primeiro mês a gente não sabia o que ia acontecer. Só que aí a gente aumentou o número de clientes online. Então, ter nicho nos ajuda”, diz.

    Fonte: IG Mulher

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