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Partidos do Centrão vão comandar quase metade dos municípios do Brasil

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O grupo de partidos que formam o chamado ‘Centrão’, que é uma base política na Câmara dos Deputados do governo do presidente  Jair Bolsonaro  (sem partido), vai administrar mais de 2,6 mil municípios do país a partir do próximo ano, o equivalente a 47% das cidades brasileiras.

O número de moradores nesses municípios, quando somados, é de cerca de 78 milhões de pessoas, o que representa aproximadamente 40% da população do país. O desempenho do Centrão é visto com atenção por lideranças políticas de olho nas eleições de 2022.

Isso porque o bloco agora tem capilaridade em centenas de municípios e pode ajudar a mobilizar eleitores na corrida presidencial de 2022, especialmente no que diz respeito a angariar votos para Bolsonaro.

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Números

Atualmente, o PP, PSD, PL, PTB, Republicanos, Cidadania, PSC, Solidariedade, Avante, Patriota e Pros fazem parte do grupo que compõe o Centrão.

Entre os 11 partidos que formam o grupo, PP, PSD e PL são as legendas com o maior número de prefeituras conquistadas. Enquanto o PP venceu em 685 municípios, o PSD vai administrar 655. O PL ficou em terceiro lugar, com 345 prefeituras.

Veja a lista na sequência:

  1. PP com 685 prefeituras
  2. PSD com 655 prefeituras
  3. PL com 345 prefeituras
  4. PTB com 212 prefeituras
  5. Republicanos com 211 prefeituras
  6. Cidadania com 139 prefeituras
  7. PSC com 115 prefeituras
  8. Solidariedade com 94 prefeituras
  9. Avante com 82 prefeituras
  10. Patriota com 49 prefeituras
  11. Pros com 41 prefeituras

 

Em número de moradores, entretanto, o  PSD estará à frente do PP. A legenda vai comandar, por exemplo, Belo Horizonte, onde o prefeito Alexandre Kalil venceu ainda no primeiro turno, com 63% dos votos.

Se avaliados somente a população, o PSD vai comandar cerca de 23 milhões de pessoas, enquanto o PP cerca de 16,6 milhões.

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Bolsonaro sobre Aliança pelo Brasil: “Se não decolar, buscamos outro partido”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido), decidirá em Março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil
Alan Santos/PR

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido), decidirá em Março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou nesta segunda-feira (25) que decidirá até março se insistirá na criação do Aliança pelo Brasil ou se irá se filiar a um partido já existente.

Em março, a gente vai reestudar se o partido decola ou não. Se não decolar, a gente vai ter que ter outro partido. Então não temos como nos preparar para as eleições de 22″, declarou Bolsonaro para apoiadores no ‘cercadinho’ do Palácio da Alvorada.

Sem partido desde o final de 2019, quando saiu do PSL em ltigio por conta de rachas internos, o presidente, que tenta a criação da nova sigla, considera o processo burocrático:

Você viu?

“É muita burocracia, é muito trabalho, certificação de fichas, depois passa pelo TSE também. O tempo está meio exíguo para gente. Não vamos deixar de continuar trabalhando, mas vou ter que decidir. Não é por mim, não estou fazendo campanha para 22”.

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Anunciada em novembro de 2019 como o partido que abrigaria o chefe do executivo, o Aliança tem apenas 57 mil assinaturas das 492 mil necessárias para ter o registro reconhecido no Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ).

A sigla tem apenas 11,5% das assinaturas necessárias para poder ser deferida, e esse registro deve ser feito até seis meses antes das eleições, o que torna ainda mais difícil para o partido conseguir ser registrado.

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