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Parque da Mobilidade Urbana terá segunda edição em 2023

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Evento de 2022 foi considerado sucesso, e organização já divulga data da segunda edição
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Evento de 2022 foi considerado sucesso, e organização já divulga data da segunda edição

A mobilidade urbana é um dos grandes tópicos de debate acerca das metrópoles modernas, e o tema não envolve apenas trânsito, cada vez mais a discussão se amplia para questões econômicas e ambientais, e buscando soluções para esses problemas, acontecerá em 2023 o Parque da Mobilidade Urbana.

Após a realização da primeira edição do evento contou com 3 mil visitantes ao longo dos três dias de evento, foi considerada um sucesso pelos organizadores, e já tem data para a realização da segunda edição , entre 22 e 24 de junho de 2023.

A edição deste ano contou com o patrocínio da Enel X , que levou ao evento Carlos Eduardo Cardoso, responsável pelo projeto e-city, que oferece serviços e soluções para iluminação pública inteligente, projetos de eficiência energética e até mesmo ônibus elétricos.

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Carlos Eduardo apresentou no evento o exemplo de Santiago, no Chile, onde o poder público garante financiamento, e há o envolvimento de um operador que se encarrega da estrutura de recarga elétrica . Nesse cenário a economia em comparação aos ônibus a diesel foi entre 40 e 50%.

“O caminho é conseguir trazer um investidor com a expertise e segurança técnica para avaliar a melhor rota, fazer um desenho a várias mãos que envolva órgão gestor e operador, para, então, definir qual a melhor infraestrutura de recarga para determinada garagem”, disse Carlos Eduardo.

A eletrificação veicular também foi discutida no evento, e contou com a participação de João Irineu, Diretor de Compliance de Produto da Stellantis para a América do sul, onde comentou sobre as barreiras para os carros elétricos no Brasil.

“O mito é quebrar a insegurança da recarga da bateria . O incentivo e fomento é fundamental para que essas coisas aconteçam. Para que o carro elétrico tenha essa liberdade de ir e vir, todas as ramificações que estão em torno do grande centro precisam começar o processo de eletrificação com pontos de recarga, oferecendo segurança para quem está adquirindo o veículo”, concluiu.

A transição para a eletrificação também é tema central de debate, e para isso a TUMI (Transformative Urban Mobility Initiative) participou de painéis que discutiam esse tema. Um dos pontos apresentados pela inciativa internacional, que é financiada pelo governo da Alemanha, foi a COP 26.

A COP 26 é uma declaração da justa transição, que propõe realizar a transição de todo o sistema de mobilidade a combustão para elétrico , mas sem abandonar os trabalhadores dos sistemas atuais, e fornece apoio às estratégias econômicas, como trabalho local inclusivo.

A edição deste ano contou com 50 painéis e mais de 130 palestrantes , e além disso, o evento ainda contou com test-drives de carros e outros veículos elétricos, por exemplo.

Todo o conteúdo do Parque da Mobilidade Urbana de 2022 está disponível no canal de Youtube da Connected Smart Cities.

Fonte: IG CARROS

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Audi Q3 nacional: Como é no dia a dia e como se compara ao importado?

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Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho
Guilherme Menezes /iG Carros

Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho

Faz alguns anos que o mercado de SUVs iniciou uma ascensão notável nos rankings brasileiros de emplacamentos. Depois da pandemia e das últimas crises, o valor agregado dos automóveis subiu, decorrente do encarecimento dos custos de produção e da diminuição da oferta no mercado.

Em meio a tudo isso, vemos demandas maiores no segmento premium, que, inclusive, faz sucesso também com os SUVs com ares de cupê. Esse cenário motivou a Audi a prosseguir com a reinauguração da fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais (PR). Por lá, são feitos os novos Q3 Sportback (que representa 70% do mix, segundo a marca) e o Q3 tradicional, que é o carro dos nossos testes.

Como se sai no dia a dia? A unidade testada é a versão topo de linha Performance Black , que sai por R$ 315.990. Entre os destaques, vemos a presença do pacote S-Line , que adiciona bancos de couro com Alcântara e volante com base plana e rodas de 19 polegadas.

Na lista de opcionais , há o piloto automático adaptativo com funções de assistência em congestionamento, aviso de saída de faixa, sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falantes e subwoofer, que entrega 680W de potência.

Tivemos a oportunidade de entender se há diferenças entre o nacional e o anterior, que era da mesma geração, mas importado da Hungria. A resposta é que, com exceção a um item, não há diferenças.

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Isso se explica pelo fato de que sua produção é baseada no regime SKD (Semi Knock-Down), que consiste na chegada dos componentes individualmente, mas já montados por completo. No Brasil, são reunidos no carro para, assim, um novo Q3 nacional ficar pronto.

Duas vantagens dessa estratégia são a redução de custos de produção, ao mesmo tempo que fica mais fácil manter o padrão de qualidade.

Qual é a única diferença que observamos do Q3 húngaro para o nacional? A ausência do carregador por indução. Antes mesmo de notarmos isso, a própria equipe da Audi destacou esse ponto, logo que nos concederam o carro para teste.

Conforme apuramos com eles, isso se deve à escassez de suprimentos que a indústria enfrenta, mas que, futuramente, o item deverá retornar.

O SUV é equipado apenas com motor 2.0 turbo, de 231 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.700 rpm,  que funciona com tração integral. Pelo o que notamos durante os nossos testes, o modelo deixou claro que tem desempenho convincente e faz jus até para os que apreciam mais desempenho.

Não é por menos, uma vez que acelera de 0 a 100 km/h feita em 7 segundos e chega aos 240 km/h. E, isso, sem abandonar a marca razoável de consumo de combustível. O Q3 faz 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada), segundo o Inmetro.

Outro aspecto que chamou atenção no teste drive foi a boa estabilidade, bem como a agilidade e a rapidez dos principais comandos. O carro atual (seja o húngaro, ou o brasileiro) é, de fato, uma evolução notável do seu antecessor, com sistemas de direção, suspensão e freios sempre precisos.

Fora os itens que já mencionamos, todo o Audi Q3 traz o painel de instrumentos com tela digital 10,25”, ar-condicionado de duas zonas, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free , chave presencial para acesso e partida, luz ambiente , retrovisores elétricos e rebatíveis automaticamente, bem como teto solar elétrico panorâmico, oferecido como opcional.

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As linhas afiladas do carro, tanto fora quanto dentro, transmitem a ideia do carro “afiado” que realmente é. Além disso, ponto positivo para a escolha dos acabamentos, que são sensíveis ao toque em todo o carro.

A posição ao dirigir pode ser a que você quiser, com inúmeras possibilidades de combinação entre altura e profundidade de volante e postura do banco, que tem ajustes elétricos.

O único ponto que poderia ser diferente é a acessibilidade do sistema multimídia . Em nossos testes, não conseguimos ativar a conectividade com o celular via Bluetooth. Se não fosse pelo adaptador USB C cedido pela organização do evento de lançamento, também não teríamos como fazer conexão via cabo.

Conclusão

A versão nacional do Audi Q3 se mostrou versátil, bem equipada e com bom desempenho, deixando claro que se mantém como um dos SUVs médios de luxo recomedáveis hoje em dia.

Mas sentimos falta de alguma eletrificação no modelo, algo que vem se tornando um item importante no segmento,  no qual um itens essencias tem sido a questão da eficiência energética.

Preços da linha Q3

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI R$ 273.990

Q3 Performance quattro 2.0 TFSI R$ 290.990

Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 339.990

Ficha técnica Audi Q3

Motor: 2.0 TFSI, 231 cv e 34,7 kgfm

Câmbio: automático, 8 marchas, tração 4×4

Direção: elétrica

Suspensão: McPherson (diant) e múltiplos braços (tras)

Freios: disco ventilado nas quatro rodas

Pneus: 235/50 R19

Dimensões: compr. 448,4 cm; larg. 184,9 cm; alt. 161,6 cm; entre-eixos 268 cm;

peso 1.776 kg

Porta-malas: 530 litros

Consumo: 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7 segundos

Vel. Max: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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