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Para MP, não é “crível” alegação de que Flávio Bolsonaro desconhecia rachadinhas

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Fabrício Queiroz é ex-assessor de Flávio Bolsonaro.
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Fabrício Queiroz é ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) disse que não é “crível” a alegação do ex-assessor Fabrício Queiroz, de acordo com a qual o atual senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) não teria envolvimento na prática de “rachadinhas” na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) . As informações são da CNN Brasil .

Em depoimento escrito ao MP, em 2019, Queiroz admitiu que havia esquema de “rachadinhas” na Alerj, mas negou o envolvimento do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.

Segundo a CNN, o MP considera que não é ” crível que o referido assessor houvesse arrecadado milhões de reais em repasses de assessores da Alerj, ao longo de mais de dez anos, sem que seus superiores tivessem conhecimento do fato e nem auferido qualquer vantagem do ilícito praticado”.

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Em denúncia enviada à Justiça, promotores do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc) apontam Flávio Bolsonaro como o “líder da organização criminosa”.

O Ministério Público também acredita que Queiroz não agia sozinho, como alegou aos promotores, por causa de uma conversa entre o ex-assessor e uma funcionária fantasma do gabinete de Flávio Bolsonaro.

O diálogo é do início de 2018 e foi encontrado no celular de Queiroz, durante busca e apreensão do aparelho. Na conversa, Queiroz pede a Danielle Mendonça da Costa que informe o valor depositado na conta dela, porque ele precisava “prestar a conta” dos recursos ilícitos à organização.

Em nota, a atual defesa de Fabrício Queiroz disse que “a afirmação acerca da contratação informal de assessores consta de petição protocolada em 2019 pelos advogados que então o defendiam”.

“Reafirmamos que nosso único compromisso é com a verdade dos fatos, que será demonstrada pelas provas que estão sendo produzidas e conduzirão à absolvição”, conclui o advogado Paulo Emílio Catta Preta.

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A defesa de Flávio Bolsonaro afirmou que não irá se manifestar, pois o processo está sob sigilo.

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46% dos brasileiros acham que Doria combate a pandemia melhor que Bolsonaro

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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro
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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro

46% dos brasileiros consideram que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), faz mais contra a pandemia de Covid-19 do que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os dados são do Datafolha, que realizou pesquisa nacional entre os dias 20 e 21 de janeiro.

Do outro lado, 28% dos entrevistados acham que Bolsonaro combateu melhor a pandemia do que Doria; 13% não souberam responder; 11% disseram que nenhum deles se empenhou o suficiente; e 2% acreditam que ambos combateram a crise .

Os dados são homogêneos em todas as regiões do Brasil, mas mudam quando o assunto é o cuidado em relação à pandemia . Tanto os que têm medo do vírus quanto os tomam mais cuidados preferem Doria a Bolsonaro.

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Entre os brasileiros que se dizem com “muito medo” do novo coronavírus (Sars-Cov-2), 57% acreditam que Doria fez um trabalho melhor, contra 19% que preferem Bolsonaro. Já entre quem diz não temer a pandemia, 46% acham que o presidente faz um trabalho melhor, contra 24% que apoiam o trabalho do governador .

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Seguindo a mesma lógica, quem segue uma vida normal durante a pandemia acredita que Bolsonaro age melhor que Doria: 46% contra 28%. Já dentre os isolados, 57% acham que Doria lida melhor com a crise de saúde, contra 22% que seguem apoiando Bolsonaro.

Presidente mal valiado

Em relação à última pesquisa, feita no início de dezembro, cresceu de 42% para 48% o número de brasileiros que acham o desempenho de Bolsonaro ruim ou péssimo no que diz respeito ao combate à pandemia . 26% aprovam o trabalho do presidente em relação ao tema (em dezembro, eram 30%).

Apesar da má avaliação , o presidente não é considerado culpado pelas quase 220 mil mortes de Covid-19 no país por 47% dos brasileiros – em dezembro, eram 52%. 39% acreditam que Bolsonaro é um dos culpados, mas não o principal; 11% apontam ele como o único responsável.

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