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Para empresários, Lula afasta ideia de reforma tributária ampla

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Candidato do PT rejeitou mudanças amplas na tributação do país
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Candidato do PT rejeitou mudanças amplas na tributação do país

O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, propôs nesta quinta-feira a elaboração de uma reforma tributária apresentada em partes. Em evento realizado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o petista reconheceu as dificuldades de tramitação do tema e indicou que descartaria um projeto amplo para tratar do assunto.

“Eu não sei se a gente tem que continuar falando em reforma tributária, que é uma coisa muito complexa. Quem sabe a gente pega os pontos cruciais e, ponto por ponto, a gente consiga fazer com que aconteça no Brasil um roteiro de tributação e que a gente possa satisfazer todas as pessoas. Tanto a que produz, quanto a que consome”, disse Lula.

Em Brasília, empresários do setor sugeriram que o candidato se esforçasse pela realização da reforma, que não andou no governo Jair Bolsonaro. O petista relembrou ainda o insucesso durante os seus governos para tocar o assunto.

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“Em abril de 2007 eu levei ao Congresso Nacional uma política de reforma tributária construída com todos os presidentes de federações deste país, com todas as lideranças políticas do Congresso Nacional. Depois, com todos os partidos políticos e mais as centrais sindicais e com 27 governadores. Quando eu enviei, eu achei que seria votada como naquelas votações de sindicato. Quem é a favor fica como está, quem é contra se levanta. Mas quando escolheram o relator, Sandro Mabel, a política tributária não andou. E até hoje não aconteceu nada”, disse Lula.

Ao lado do vice de sua chapa, Geraldo Alckmin, Lula disse que o Estado precisa ser “indutor” da economia. Ele defendeu a retomada de investimentos em infraestrutura.

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Fonte: IG ECONOMIA

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Eletrobras reduz lucro em 45% após investimento em Furnas

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Eletrobras
Agência Brasil

Eletrobras

A Eletrobras obteve lucro líquido de R$ 1,401 bilhão no segundo trimestre do ano , queda de 45% na comparação com o mesmo período de 2021. No acumulado do ano até junho, o lucro da companhia caiu 1%, para R$ 4,117 bilhões.

Segundo a estatal, o resultado foi impactado negativamente pela provisão para perdas em investimentos no montante de R$ 890 milhões, em função, principalmente, do  aporte de capital realizado por Furnas na SPE Santo Antônio Energia.

No trimestre também pesou o registro de R$ 694 milhões em Provisão para Crédito de Liquidações Duvidosas (PCLD) relativo à inadimplência da distribuidora Amazonas Energia.

A receita operacional líquida atingiu R$ 8,856 bilhões no período, 19,1% superior à observada no mesmo período do ano passado, influenciada pela melhor performance nos contratos bilaterais e pelo reajuste anual das receitas de transmissão cuja base de ativos foi ampliada no ciclo 2021/2022 pelo reperfilamento da Rede Básica Sistema Existente (RBSE).

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De janeiro a junho, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 4,861 bilhões, alta de 6% em comparação com igual intervalo do ano anterior. Considerando os seis primeiros meses de 2022, o Ebitda ajustado aumentou 5% para R$ 9,791 bilhões. A margem Ebitda ajustada do período alcançou 55%, queda de 7,08 pontos percentuais (p.p.) na base anual.

Ao final do trimestre, a dívida líquida recorrente da Eletrobras era de R$ 15,142 bilhões, 11% menor que no mesmo intervalo do ano anterior. A alavancagem, medida pela relação dívida líquida por Ebitda LTM ajustado, alcançou 0,7 vez no trimestre, queda de 24% na base anual.

Os investimentos da Eletrobras no trimestre totalizaram R$ 2,548 bilhões, crescimento de 159% em base anual de comparação. No semestre os investimentos avançaram 103%, para R$ 3,050 bilhões.

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Fonte: IG ECONOMIA

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