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Para apoiar Bia Kicis na CCJ, PSL deve abrir mão da comunicação da Câmara

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Para apoiar Bia Kicis na CCJ, PSL deve abrir mão da comunicação da Câmara
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Para apoiar Bia Kicis na CCJ, PSL deve abrir mão da comunicação da Câmara

O plano do PSL de colocar a deputada Bia Kicis (PSL-DF) para comandar a CCJ  (Comissão de Constituição e Justiça) está sofrendo resistência de parte dos parlamentares da Câmara dos Deputados. Na tentativa de reduzir a resistência, o PSL deve abrir mão do controle da Secretaria de Comunicação (Secom) da Câmara.

A sinalização feita pelo presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) era de que a estrutura de comunicação fosse comandada por outra deputada da sigla – Carla Zambelli (PSL-SP). A queixa de parlamentares do centrão, porém, de que a sigla ficaria com dois cargos de destaque foi avaliada pelo PSL como um fator que poderia atrapalhar Kicis na CCJ.

Por conta disso, Carla Zambelli não deve mais assumir a Secom da Câmara. Segundo informações da Folha de S. Paulo, houve uma conversa sobre o tema com Lira nesta segunda-feira (22). Ficou acordado nesta reunião que a Secom deve ficar para algum parlamentar do Centrão.

Leia Também:  Lula elegível: defesa comemora decisão e critica "incompetência" da Vara de Moro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é defensor da candidatura de Kicis para fazer avançar pautas mais conservadoras, mas ministros Supremo Tribunal Federal (STF) têm pressionado pela escolha de um nome que seja mais moderado para a função.

A indicação de Kicis fez parte de um acordo interno do partido que teve como contrapartida o aval da bancada ao nome de Luciano Bivar (PE), presidente da legenda, como primeiro secretário da Câmara.

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Contrariando decisão de Fachin, ministros do STF querem julgar suspeição de Moro

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Recurso da PGR contra decisão que favoreceu Lula vai ao STF
Nelson Jr./SCO/STF

Recurso da PGR contra decisão que favoreceu Lula vai ao STF

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) querem julgar a suspeição do ex-juiz Sergio Moro nos casos envolvendo o ex-presidente Lula mesmo após  decisão do ministro Edson Fachin ter anulado as condenações do petista ter classificado a 13ª Vara Federal de Curitiba “incompetente”.

Na avaliação dos ministros, a decisão de Fachin não prejudica o julgamento de Moro. Integrantes da 2ª Turma do STF, onde a ação contra Moro tramita, pretendem manter a análise da suposta parcialidade do ex-juiz nos processos que envolvem Lula.

Com a anulação desta segunda (8), Lula deixou de ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ganhou novamente todos os seus direitos políticos, podendo inclusive se candidatar para cargos públicos.

Em seu despacho, Fachin considerou que todos os habeas corpus apresentados pela defesa do ex-presidente questionando a conduta da Justiça ficaram prejudicados. Isso quer dizer que todos perdem a razão de ser e devem ser arquivados. Entre eles está a ação que levanta a suspeição de Sergio Moro

A previsão é que ela seja pautada ainda no primeiro semestre. Os ministros da 2ª Turma vão ter a palavra final sobre a pertinência de que ela ainda seja analisada.

Lula foi condenado em 2017 e preso em 2018 por causa do tríplex. A defesa dele sempre questionou a conduta de Moro, afirmando que ele se conduziu de forma parcial nos processos que envolvem o ex-presidente.

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