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Papel das incubadoras de empresas no processo de inovação é debatido em Cachoeiro

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Um dos palestrantes é Sérgio Wigberto Risola, diretor do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec)

Por | 23.05.2014

Um dos palestrantes é Sérgio Wigberto Risola, diretor do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec)

Cachoeiro de Itapemirim recebe, na próxima quinta-feira (29), o II Seminário Regional Sul Capixaba de Inovação, com o tema “Incubadoras de Empresas como Agentes Propulsores do Processo de Inovação”. O evento será realizado às 18h, no Perim Center, pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação Profissional e Trabalho, em parceria com a Prefeitura de Cachoeiro. A entrada é franca.

 

O principal objetivo do seminário é discutir metodologias de gestão de incubadoras, instituições que auxiliam no desenvolvimento de empreendimentos inovadores, a partir de suporte técnico e gerencial. As políticas municipais, estaduais, federais e privadas de fomento à criação de incubadoras e o papel delas no desenvolvimento regional também serão debatidos.

Haverá palestras e apresentações de representantes de incubadoras empresariais que são referências nacionais. O gerente de Desenvolvimento de Negócios do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), Hedryk Gensom Daijó, vai abordar o trabalho da Santos Dumont, do Paraná. E o diretor executivo do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), Sérgio Wigberto Risola, falará sobre a Incubadora de Base Tecnológica de São Paulo – USP/Ipen, considerada a maior da América Latina.

O potencial das incubadoras, movimento iniciado no Brasil na década de 1980, é traduzido em números. As 384 incubadoras de empresas que existem no país são responsáveis por mais de 2,5 mil empreendimentos graduados, ou seja, que já saíram do ambiente de incubação e se estabeleceram no mercado. Eles faturam R$ 4,1 bilhões por ano e empregam quase 30 mil pessoas. As atuais 2.060 empresas incubadas têm faturamento de aproximadamente R$ 533 milhões e mantêm mais de 16 mil postos de trabalho.

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“Desejamos promover esta reflexão, trazendo especialistas e aproximando-os da sociedade e das instituições de ensino em específico, para que possamos compreender as relações e as conexões complexas estabelecidas entre as pessoas, empresas e instituições, para desenvolver ações que visem a cultura de inovação. A ideia é difundir o conhecimento sobre o tema, e ampliar a percepção dos meios pelos quais algumas organizações lidam com a complexidade obtendo bons resultados sociais, econômicos e ganhos de competitividade, com a criação da incubadora de empresas”, explica o coordenador do seminário e subsecretário da Ciência, Tecnologia e Inovação de Cachoeiro, Alexandre Gasparini.

“O programa de incubadoras, que é uma organização baseada no empreendedorismo e na difusão do conhecimento, criada para apoiar novos empreendimentos de projetos inovadores, oferecendo o ambiente necessário para o seu crescimento, através de serviços especializados, orientação e consultoria, além de espaço físico, infraestrutura técnica, administrativa e operacional, é muito importante, pois valoriza a inovação e a busca por novas tecnologias, que também são prioridades da Prefeitura de Cachoeiro”, disse Gasparini.

O seminário tem o apoio do Parque Tecnológico Itaipu, Itaipu Binacional, Cietec, Tec Vitória, Dataci, Centro Universitário São Camilo – ES, Unes, Facastelo, FDCI, Faccaci, Ifes – Campus Cachoeiro, Unopar – Polo Cachoeiro, Unip – Polo Sul Capixaba e Yes Alternativo, e patrocínio da Viação Itapemirim e da Sul Outdoor Mídia Exterior.

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Especialistas participantes do Seminário

Hedryk Gensen Daijó


Formado em Administração, com MBA em Gestão Empresarial e especialização em Gerenciamento de Projetos pelo IBMEC – RJ e Gestão de Negócio pelo ESPM – RJ, trabalha na geração e desenvolvimento de negócios inovadores, principalmente com temas ligados a energia, meio ambiente, turismo e tecnologia da informação. Teve atuações como gestor de projetos e planejamento financeiro de grandes empresas, como Vale S.A. e Vale Inco, e em outras empresas do setor de mineração e agrobusiness. Atualmente é gerente do Programa de Desenvolvimento de Negócios e da Incubadora Santos Dumont, do Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu, Paraná.

 

Sérgio Wigberto Risola


Formado em Ciências Jurídicas, possui extensão em Administração pela USP e especialização em Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica pela Unicamp. Professor Apoiador do mestrado e extensão da FEA/USP. É, desde 1997, o CEO do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), entidade gestora da maior incubadora de empresas de base tecnológica da América Latina. Foi assessor jurídico do Banco Central do Brasil de 1974 a 1976, fundador e superintendente da Anfacer e participante do Comitê Internacional da ISO. Fundador e participante SG7 do Mercosul. Assessor da Presidência da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) e conselheiro atual. Atualmente, também, é diretor da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

 

 

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Economia forte faz Ford lançar no Brasil primeiro carro global

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Por | 05.01.2012

 

BRASÍLIA – AGÊNCIA CONGRESSO – O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, falou da força da economia brasileira durante o lançamento do novo Ford EcoSport, o primeiro carro da Ford produzido no Brasil, que será exportado para mais de 100 países.

“Esse é um momento especial, vivemos um momento de crise mundial e ao mesmo tempo os investimentos no Brasil crescem. Isso mostra a força do nosso país que hoje é fundamental para a sustentação da economia global”, disse Mercadante, que representou a presidenta Dilma no evento.

 

Criado em Camaçari, na Bahia, o EcoSport de nova geração faz hoje sua pré-estreia mundial também na capital da Índia. Os eventos em Brasília e Nova Déli simbolizam a popularidade que a Ford espera alcançar nos grandes mercados emergentes globais e também o crescente papel que a área de desenvolvimento do produto da América do Sul.

Os investimentos do novo Ecosport fazem parte de um total de R$ 2,8 bilhões que a companhia pretende investir no Nordeste, até 2015

“O lançamento no Brasil e na Índia, dois países da BRICS, mostra a nossa força e importância na economia mundial. Em um momento de crise global continuamos crescendo e vamos investir cada vez mais em pesquisa, engenharia, crédito e incentivo fiscal”, acrescentou o ministro.

O governador da Bahia, Jaques Wagner, também participou do lançamento e falou da importância do investimento para a economia da país e do seu estado.

“O Brasil começou na Bahia e o primeiro carro global da Ford também foi criado lá. A criatividade do nosso povo está nesse projeto que foi liderado por mais de mil engenheiros brasileiros na Bahia. É um orgulho ter um carro vendido em todo mundo com o carimbo do Brasil”, disse o governador.

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Com mais de 700.000 unidades produzidas desde o lançamento em 2003, o EcoSport é um caso de sucesso da indústria automobilística latino-americana. Desde então, tem sido o modelo mais vendido da categoria na região. O Centro de Desenvolvimento do Produto da Ford América do Sul fica localizado no Complexo Industrial Ford Nordeste, em Camaçari, na Bahia. Único do gênero na região, ele conta com mais de 1.200 engenheiros e designers que utilizam o estado da arte da tecnologia, incluindo avançadas ferramentas de design e engenharia baseadas em computação (CAD/CAE), para o desenvolvimento de veículos.


Ele é um dos oito centros de excelência da Ford no mundo e opera conectado em tempo real com outros centros nos Estados Unidos, Europa e Ásia.O complexo foi inaugurado em 2001 e trabalha junto com o Campo de Provas de Tatuí, em São Paulo, onde os novos veículos são testados e certificados. Ele é um dos dois únicos campos de provas existentes na América do Sul e um dos mais modernos do mundo.

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