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Pacheco defende Heinze após pedido de indiciamento na CPI: ‘Excesso’

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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Federal
Jefferson Rudy/ Agência Senado

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Federal


O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), criticou nesta terça-feira o pedido de indiciamento do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS)  no relatório da CPI da Covid. No documento, o parlamentar é acusado de disseminar desinformação e fake news sobre tratamentos ineficazes contra a Covid-19.

“Nunca interferi e não interferirei nos trabalhos da CPI. Mas, pelo que percebo, considero o indiciamento do Senador Heinze um excesso. Mas a decisão é da CPI”, diz, em nota.

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O membro da ala governista da CPI se tornou o 81° alvo de proposta de indiciamento. Ao longo dos depoimentos, fez sucessivas defesas ao “kit Covid” , conjunto de medicamentos comprovadamente ineficazes para combater o coronavírus. Entre eles, estão cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina.


Foi o senador Alessandro Vieira (Ciidadania-SE) quem solicitou o indiciamento de Heinze, que integra a comissão. Logo em seguida, o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), acatou o pedido. Também comentou que o colega “reincidiu todos os dias na divulgação de estudos falsos negados pela ciência”.

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Enquanto aguarda Alckmin, Lula conversa com PSD e estuda aliança com Pacheco

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Ex-presidente Lula em entrevista ao podcast Podpah
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Ex-presidente Lula em entrevista ao podcast Podpah

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu com o Adalclever Lopes, coordenador da campanha do prefeito de BH, Alexandre Kalil, na sexta-feira (4). O encontro faz parte dos diálogos que o petista mantém com o partido de Kassab em busca de apoio à sua candidatura . Uma das possibilidades da aliança é que Lula apoie Kalil enquanto o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), entraria como vice da chapa presidencial.

Por enquanto, a única garantia do petista é o apoio do PSD em um eventual segundo turno contra Bolsonaro (PL).

Pacheco seria o plano B de Lula. O petista aguarda a decisão de Alckmin, o favorito para compor a chapa presidencial . O ainda tucano, no entanto, ainda não se decidiu se vai para o PSB para ser vice de Lula ou se disputa o governo de São Paulo pelo PSD.

Parte da cúpula do PT acredita que uma aliança com Pacheco produziria o mesmo efeito que Alckmin como vice, isto é, representaria um aceno ao centro e ao mercado.

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