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Pac-Man 99: jogo clássico ganha versão para Nintendo Switch

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Pac-Man 99
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Pac-Man 99

A Nintendo lançou nesta terça-feira (7) o ‘ Pac-Man 99 ’, novo multiplayer online ao estilo battle royale de ‘Tetris 99’ e ‘Super Mario Bros. 35’. No título, participantes devem competir em partidas do clássico “come-come” para se tornar o último sobrevivente em um grupo de 100 jogadores.

O jogo é exclusivo para Nintendo Switch e chega hoje mesmo para o serviço online por assinatura da marca. No Brasil, ‘Pac-Man 99’ tem lançamento agendado para às 22h00 (horário de Brasília) Assista ao trailer abaixo:

O game tem uma versão básica, mas há 20 pacotes DLC disponíveis com temas de outros games clássicos, como ‘Dig Dug’, ‘Galaga’, ‘Xevious’ e mais, além de modalidades adicionais como “time attack” e partidas contra a CPU. O pacote completo sai por US$ 30.

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Como funciona ‘Pac-Man 99’?

Pelo trailer, é possível ver que a mecânica básica deste Pac-Man online é igual a do game clássico, que é andar pelo cenário comendo pastilhas e fantasmas. O que muda é que outros 99 jogadores também, cada um em sua tela, participam da batalha ao mesmo tempo.

Durante a partida, cada fantasma eliminado será enviado para atacar outros jogadores e o mesmo vale para você. E mais: os inimigos do “come-come” podem formar até mesmo uma grande fila para avançar, então todo o cuidado é pouco.

Ao todo, ‘ Pac-Man 99 ’ permite que você possa atrapalhar as partidas dos oponentes de oito maneiras diferentes, incluindo enviar fantasmas adicionais para os jogos dos outros, acelerar a fase e muito mais. E como é possível notar, os jogadores podem contar com habilidades especiais, que são destravadas conforme avança na partida, e que pode facilitar seu caminho para a vitória. Neste caso, ser o último Pac-Man online sobrevivente.

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Superapps: os aplicativos ‘tudo em um’ têm espaço no Brasil?

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Superapps são tendência global
Unsplash/Rob Hampson

Superapps são tendência global



Há alguns anos, ouvimos falar sobre a tendência dos superapps , os aplicativos que reúnem diversos serviços e produtos em um só, facilitando a vida dos usuários.

Quando se fala em superapps, um dos mais famosos e citados é o chinês WeChat . O aplicativo é um verdadeiro canivete suíço digital e permite troca de mensagens, consultas médicas, delivery, paquera, compra de produtos, pedidos de táxi, publicações, assistir a vídeos e muito mais – tudo na mesma aplicação.

No Brasil, a ideia de reunir diversas funções em um só aplicativo também vem ganhando espaço. Por aqui, um dos maiores exemplos é o Rappi , que começou como um serviço de delivery, mas já possui jogos, recursos de transmissões ao vivo , venda de pacotes de viagens e eventos online. Outros exemplos são o Ame, Magalu e PicPay, que reúnem alguns serviços em um só app.

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“O superapp nada mais é que uma resposta que a sociedade, na figura do consumidor, está dando para as empresas”, analisa Paulo Marcelo, CEO da empresa de tecnologia Solutis.

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O especialista afirma que, cada vez mais, os usuários estão buscando praticidade, podendo encontrar diversas funcionalidades em um só aplicativo , ao contrário de ter vários sistemas instalados. Ele analisa, ainda, que embora não haja um superapp tão popular como o WeChat no Brasil, o cenário nacional segue uma tendência global e tem avançado nesse sentido.

Superapps em diversos setores da economia

Paulo afirma que o setor que mais investe em superapps é o varejo, que vem ultrapassando o conceito de compra e venda, com plataformas apostando também em outros serviços. Um dos exemplos é o app Magalu que, além de vender produtos do Magazine Luiza, também oferece cashback, compras de produtos de outras empresas parceiras e até supermercado.

Outro setor que tem apostados bastante nessa tendência é o financeiro. “O consumidor quer ter o canal com seu banco explorando outras alternativas, integrando não só produtos financeiros, mas também outros produtos de varejo, de serviços”, afirma Paulo.

Para o especialista, a área da saúde também pode se beneficiar bastante dessa tecnologia, já que o setor pode ser integrado em diversos sentidos. Paulo analisa que farmácias, hospitais e laboratórios, por exemplo, poderiam se integrar em uma só plataforma de telemedicina , prática que vem crescendo durante a pandemia de Covid-19 .

“Quando você faz uma teleconsulta com seu médico, isso tem a capacidade de se integrar com a compra de medicamentos, com suas receitas eletrônicas digitais, com disparar para fazer exames medicos”, exemplifica. “A saúde publica precisa se aproximar mais disso”.

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