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Os anos 1970 voltaram: o cabelo esvoaçante faz sucesso nas redes sociais

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Os anos 1970 voltaram: o cabelo esvoaçante faz sucesso nas redes sociais
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Os anos 1970 voltaram: o cabelo esvoaçante faz sucesso nas redes sociais

Fato: a cada dia que passa, os anos 2000 ressurgem de alguma forma, seja nas calças de cintura baixa ou através das antigas piranhas de cabelo . Mas, ultimamente, parece que a internet está flertando com um passado mais distante, privilegiando uma moda mais clássica e extravagante.

A tendência da vez são os cabelos inspirados nos anos 1970. E deixando de lado o icônico liso escorrido de Cher, o penteado que mais está chamando a atenção e ganhando os holofotes (de novo) é esvoaçante e cheio de volume, totalmente à la Farrah Fawcett, atriz que ganhou fama ao interpretar a detetive Jill Munroe, no seriado As Panteras.

Segundo Arthur Tavares, cabeleireiro do 88 Hair Style, o penteado é conhecido como cabelo pantera , já que o estilo de cabelo ficou famoso ao ser utilizado pela personagem de Fawcett na série de televisão.

Hoje, as jovens internautas estão querendo sair do comum ao reproduzirem o cabelo ondulado e em camadas da atriz, considerada um dos maiores símbolos femininos durante a década de 1970. Inclusive, a hashtag #FarrahFawcettHair cresce cada vez mais no Tik Tok e faz sucesso em diversos tipos de texturas de cabelo .

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Não resistiu a tendência e quer copiá-la? Sem problemas! Prepare a escova e saiba como deixar seu visual diretamente inspirado nos anos 70!

Prepare o corte

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O pulo do gato para ter o cabelo idêntico ao da icônica atriz é um corte considerado “selvagem”. O repicado, conhecido também como degradê, pode ser brega para alguns, mas para ter sucesso no efeito final, esse tipo de produção não é apenas necessário, mas obrigatório para que o visual dê certo!

Reprodução / Instagram @lizzobeeating

Para quem ainda está com o pé atrás de cortar as madeixas, o cabeleireiro exemplifica que sem o corte, o visual não fica fiel. “Mesmo utilizando o modelador de cachos, real não fica. É um visual de rainha da selva!”, diz.

Como fazer o penteado

Tavares explica que o penteado consiste em fazer uma escova modelada, na parte posterior, e totalmente escovada para fora, na parte do frontal. “Esse visual só se alcança com uma escova muito bem feita, e em alguns casos, após a escova, é necessário fazer ‘rolinhos de dedo’, aguardar o cabelo esfriar e soltar depois com um pente largo, criando o efeito selvagem”, esclarece.

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Ainda sobre as tendências que estão voltando, o cabeleireiro comenta que os anos 80 e 90 também estão chegando com força total. Ele exemplifica que, “para quem gosta de liso”, os cabelos retos e estruturados dos anos 1990 são o ideal. Já para quem não abre mão de um volume, Tavares é enfático: “a aposta será o cabelo selvagem, com cores de leve contraste ou até monocromáticos, e sempre priorizando um visual mais natural possível quando falamos de cor “.

Colaborador: Arthur Tavares, maquiador e cabeleireiro do 88 Hair Style.

Fonte: IG Mulher

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro
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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

Ao contrário das grandes livrarias, que contêm acervos enormes sobre os mais variados temas e um contato impessoal com os clientes, pequenos empreendimentos de rua e online encontraram na segmentação uma chave para manterem-se firmes; além de atrairem um público mais fiel, aumentarem o diálogo com os leitores e, por consequência, as vendas! Tudo isso em meio à crise do mercado editorial – que já impôs o fechamento de dezenas de livrarias nos últimos anos.

Esse é o caso da livraria especializada em humanidades, Mandarina, criada em 2019 pelas sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, que buscavam fugir do modelo das grandes livrarias, ou “shopping de livros”, como chamam. “Quando a gente resolveu montar a Livraria Mandarina, a gente foi estudar. E a gente viu que as livrarias segmentadas e pequenas são a tendência, são o que as pessoas estão buscando”, conta Paixão. Para as livreiras, a segmentação é uma forma de apresentar ao público obras de autores diversos, que não estampam as estantes das grandes livrarias, mas que merecem a atenção e o apreço dos leitores.

Localizada em Pinheiros, São Paulo, a Livraria Mandarina conta com um acervo de mais de 6 mil títulos voltados à literatura clássica, ciências sociais, filosofia e poesia. Mas, não é a única a apostar na segmentação. Hoje, pelo Brasil, há inúmeras livrarias independentes focadas em temas como humanidades, literatura queer, literatura afro-brasileira, feminismo, entre outros. Essas livrarias preenchem um buraco deixado pelas gigantes do ramo ao investirem em acervos escolhidos a dedo, atendimento humanizado e na criação de espaços de troca, diálogo e reflexão ao resgatarem a importante figura do livreiro, antes apagado pelo formato e-commerce.

Livraria Mandarina
Daniela Amendola e Roberta Paixão na Livraria Mandarina / Foto: Reprodução Instagram (@livraria_mandarina).

Esse contato direto e mais humano com os clientes foi o que motivou os sócios Eduardo Ribeiro, Fábio Brito e Ivan Costa a inaugurar, em outubro do ano passado, a livraria Casa da Árvore , na Pedra do Sal, centro do Rio de Janeiro, focada em literatura afro-brasileira e humanidades. “Uma das principais coisas que a livraria te dá é a dimensão do encontro, é ter uma dimensão do que é literatura, essa é uma coisa que só a livraria física te dá e é uma das principais motivações das livrarias de ruas ainda existirem”, diz Ribeiro.

Segundo ele, o atrativo das livrarias é a sensação do imprevisível, de não saber o que te aguarda ao adentrar esses espaços. “Você pode encontrar o autor do livro que você gosta, pode rolar uma indicação de um livro que você não conhece pelo livreiro, que é um personagem muito importante”, observa o sócio.

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O livreiro também defende que o acervo especializado e curado com carinho é o ponto chave da Casa da Árvore. “Para a gente sobreviver precisamos ter essa curadoria, sempre muito cuidadosa, né? Se a gente se descuidar da nossa curadoria, a gente perde o sentido de existência da livraria”, afirma Ribeiro.

Ele ainda ressalta que as grandes livrarias não estão resistindo porque elas têm um custo muito alto e não focam em um nicho. “Elas atacam o público em geral, que é um público muito flutuante, um público que você não consegue ter muito a medida do que a pessoa quer”, aponta. Para Ribeiro, a competição é muito maior quando não há segmentação do empreendimento. “Aqui a gente tenta fazer com que a pessoa tenha uma livraria de estimação, pra sempre comprar com a gente”, complementa

Segmentação como solução – para o livreiro e para o leitor

Embora ainda não haja, oficialmente, estatísticas sobre o aumento das livrarias segmentadas, Bernardo Gurbanov, livreiro e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), aponta que desde os anos 1980 o setor editorial já tinha consciência de que as “pequenas empresas altamente especializadas” sobreviveriam com mais facilidade às mudanças do mercado. Hoje, segundo ele, esse cenário já é visível.

De acordo com Gurbanov, as livrarias segmentadas criam um canal de comunicação com os leitores que não contribui somente para a manutenção do negócio, “mas com o processo de compartilhar conhecimento e de criar uma comunidade em torno dessas temáticas”. Para ele, são essas comunidades cada vez mais interessadas em um acervo especializado e um atendimento personalizado, que tem ajudado a sustentar os empreendimentos.

Quem concorda com Gurbanov é a bibliotecária Ketty Valêncio, dona da Livraria Africanidades , focada em literatura negra e feminista – que surgiu como e-commerce em 2013 e ganhou quatro paredes e um teto em 2017.

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Valêncio conta que a Africanidades surgiu a partir de sua própria experiência de vida. “Eu via os espaços literários e eu não me via, essa questão da representatividade negra dentro da literatura, mesmo. E quando eu observava esse corpo negro dentro da literatura, era um papel onde eu não queria estar, era um papel totalmente estereotipado, marginalizado”, relata.

Localizada na Vila Pita, periferia da zona norte de São Paulo, a Africanidades conta com um acervo de cerca de 200 obras de autores independentes dos mais diversos campos dos saberes, que apresentam uma visão de mundo descolonial e descentralizada.

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Africanidades
Em busca de representatividade negra na literatura, a bibliotecária Ketty Valêncio criou a Livraria Africanidades / Foto: Reprodução Facebook.

Além das estantes e das páginas dos livros, a livraria busca a visibilidade e a valorização do protagonismo feminino, preto e periférico através de atividades culturais. Antes da pandemia, o espaço chegou a sediar eventos como rodas de conversas e leituras, saraus, lançamentos de livros e oficinas.

Segundo Valêncio, o fato da Africanidades não ser apenas um ponto comercial, mas um polo cultural, “uma ação de transformação”, como ela diz, foi o que fidelizou o público e fez com que ele se mantivesse durante a pandemia de Covid-19.

“Atualmente, acho que as livrarias pequenas estão resistindo mais no mercado editorial do que as livrarias grandes. É o resultado também das pessoas quererem se ver na literatura. Se eu fosse somente um empreendimento comercial, eu acho que eu já teria falido, mas como a livraria tem um aspecto muito precioso e valioso de cada narrativa que eu tenho aqui presente, eu acho que através disso eu consigo ter um público que me assiste, que gosta do meu trabalho e que replica as minhas ações”, afirma ela.

Outra livraria que compartilha a mesma proposta é a Queer Livros , focada em obras, sobretudo acadêmicas, sobre gênero e sexualidade. Para o sócio-livreiro Gilmario Nogueira, atuar em um nicho como a Queer, é abrir um diálogo com as pessoas possibilitando uma discussão mais aprofundada.

A livraria baiana conta com um acervo de mais de 100 títulos. Com obras que vão além dos best-sellers das grandes livrarias, a Queer proporciona a troca entre autores renomados e autores novos e independentes, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Entre as obras mais vendidas estão: O cis no divã; Diversidade sexual, étnico-racial e de gênero; Saúde mental e racismo à brasileira e Dissidências de gênero e sexualidade, que dão o tom do que esperar da livraria.

Queer Livros
Queer Livros aposta em autores desconhecidos e discute gênero e sexualidade / Foto: Reprodução Facebook.

Com o objetivo de desmistificar as questões sobre gênero e sexualidade , além de ampliar o conhecimento científico sobre um tema que move tabus na sociedade, a Queer já está no mercado há 3 anos e vem se mantendo firme. “[ A literatura queer] é importante pra gente conhecer uma série de sujeitos subalternizados que nós temos”, ressalta o livreiro.

Nogueira também afirma que foi graças à segmentação que a pequena livraria online conseguiu se manter durante a pandemia. “Nós atuávamos muito em eventos acadêmicos, com a pandemia, não tiveram mais eventos. Então, no primeiro mês a gente não sabia o que ia acontecer. Só que aí a gente aumentou o número de clientes online. Então, ter nicho nos ajuda”, diz.

Fonte: IG Mulher

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