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Os 7 jogos da Square Enix mais populares

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Conheça as franquias mais populares
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Conheça as franquias mais populares

Algumas franquias da produtora nos acompanham desde o século passado. Veja abaixo, os 7 jogos da Square Enix mais populares, em relação direta com o volume de vendas e arrecadação. Para evitar ficarmos apenas em variações de títulos da mesma história, reduzimos a lista em franquias.

7. Chrono Trigger

Um RPG clássico e considerado por muitos o melhor das gerações antigas de consoles. Chrono Trigger começou sua franquia em 1995 para o SNES, vendendo cerca de 5 milhões de cópias. Dois jogos dificilmente fazem uma franquia, mas a verdade é que havia um segundo jogo sobre o qual poucos ocidentais conhecem na série Chrono. Radical Dreamers foi um lançamento apenas no Super Nintendo japonês, ou Super Famicom. Lançado em 1996 como uma animação e serve de base para o que se tornaria Chrono Cross em 1999.

  • Ano de lançamento: 1995
  • Plataformas: Windows, SNES, Nintendo DS, Wii, PS1, PS3

6. SaGA

SaGA começou a franquia em 1989 para o Game Boy e vendeu cerca de 10 milhões de unidades. Na verdade, foi como um spin-off de Final Fantasy no Ocidente, chamado The Final Fantasy Legend em 1990.

Todos os três jogos de Game Boy seriam rotulados assim e o primeiro jogo verdadeiro SaGA lançado aqui que permaneceu fiel ao nome foi SaGa Frontier para PS1.

  • Ano de lançamento: 1989
  • Plataformas: Game Boy, SNES, Wii, PS1

5. Mana

Mana começou sua franquia em 1991 para o Game Boy e vendeu por volta de 12 milhões de unidades. Isso também começou como um spin-off de Final Fantasy, mas ao contrário da franquia SaGA, este jogo também foi referido sob o banner Final Fantasy. O próximo jogo, Secret of Mana no SNES, é onde a série Mana realmente começou. O último jogo foi, na verdade, um remake da terceira entrada, Trials of Mana.

  • Ano de lançamento: 1991
  • Plataformas: Windows, PS1, PS2, PS3, Nintendo Switch, Nintendo DS, SNES, Game Boy,
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4. Kingdom Hearts

Realmente, os maiores destaques da Square Enix são os jogos de RPG. Kingdom Hearts começou em 2002 para o PS2 e com 32 milhões de unidades vendidas. Isso é um grande salto em termos de vendas de franquia, mas só mostra o quão poderosa é uma marca Disney.

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O último jogo foi Kingdom Hearts: Melody of Memory. A programação geral de lançamentos está em todo lugar, com remasterizações e spin-offs em abundância, Kingdom Hearts ainda não perdeu seus fãs quase duas décadas depois.

  • Ano de lançamento: 2002
  • Plataformas: Windows, PS2, PS3, PS4, Xbox One

3. Tomb Raider

Um respiro nos jogos de RPG. Tomb Raider teve seu primeiro título lançado em 1996 para o PS1 e vendeu algo em torno de 81 milhões de unidades. O último jogo foi Shadow of the Tomb Raider em 2018.

A equipe pode estar em uma pausa por um tempo, vendo como a Square Enix não ficou feliz com a maioria das vendas da trilogia recente. Eles foram considerados bons pela maioria das empresas, mas não o suficiente para a Square Enix. Lara Croft sempre volta, então não precisa se preocupar.

  • Ano de lançamento: 1996
  • Plataformas: Windows, Mac, Linux, Xbox 360, Xbox One, Series, PS1, PS3, PS4, PS5

2. Dragon Quest

Voltamos aos RPGs, o primeiro Dragon Quest é de 1986 para o NES — Nintendo 8 bits — e vendeu cerca de 82 milhões de unidades. O último jogo será Dragon Quest: The Adventure of Dai Infinity Strash, com previsão de lançamento em 2021 para diversas plataformas.

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É baseado em um mangá que começou em 1989 e se estendeu por trinta e sete volumes, que consistem em mais de trezentos capítulos. Houve também uma adaptação para anime que durou bem menos. No geral, Dragon Quest é o rei dos JRPGs puro e simples.

  • Ano de lançamento: 1986
  • Plataformas: SNES, Nintendo Switch, Game Boy, PS4

1. Final Fantasy

Não temos como fugir da série de jogos mais popular da Square Enix, seus inúmeros títulos lançados e carga de fãs. Final Fantasy começou sua franquia em 1987 para o NES e vendeu cerca de 159 milhões de unidades.

Dragon Quest pode ser o rei no Japão, mas Final Fantasy foi, e provavelmente sempre será, o embaixador dos RPGs japoneses em todo o mundo. O título mais recente, Final Fantasy XVI, está programado para estrear ainda em 2021. Com os atrasos que já aconteceram, é difícil acreditar, mas o fã sempre está torcendo.

  • Ano de lançamento: 1987
  • Plataformas: Windows, SNES, PlayStation, Game boy,

Menções Honrosas

Alguns jogos icônicos não entraram no top 7, mas merecem ser citados sempre:

  • Space Invaders;
  • Legacy of Kain;
  • Just Cause 2;
  • Hitman (títulos da produtora);
  • Nier Automata.

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Metaverso: terrenos virtuais movimentaram US$ 106 mi em uma semana

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Universo digital Decentraland
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Universo digital Decentraland

O metaverso virou o assunto do momento no mercado de ativos digitais, movimento fortemente impulsionado pelo  anúncio da Meta (ex-Facebook). Mais do que nunca, os projetos existentes de metaversos estão arrecadando dezenas de milhões de dólares semanalmente, com mais e mais empresas comprando terrenos virtuais e garantindo seu espaço nessa realidade alternativa.

Somente na semana passada, um total de US$ 106 milhões foi gasto em propriedades virtuais, principalmente com compras de terrenos digitais, iates de luxo e outros ativos NFTs, de acordo com dados da plataforma de aplicativos descentralizados DappRadar.

Vendas de terrenos virtuais batem novos recordes

The Sandbox, um mundo de jogos online e um dos principais projetos de metaversos, permite aos usuários possuir lotes de terra e diversos objetos, como um Second Life aprimorado. Atualmente, essa é a plataforma que está dominado esse novo mercado. Entre os dias 22 e 28 de novembro, US$ 86,5 milhões foram movimentados através de vendas únicas de terrenos virtuais.

As negociações ocorrem através de NFTs, ou tokens não fungíveis , ativos digitais que carregam consigo a posse de determinado lote de terra no The Sandbox ou em outros metaversos.

Ainda segundo dados do DappRadar, a Decentraland é outro projeto de metaverso que movimenta milhões. Ocupando a segunda posição, a plataforma vendeu US$ 15,5 milhões em terrenos digitais no mesmo período. Juntando com o valor movimentado pela The Sandbox, em apenas uma semana mais de US$ 100 milhões foram gastos com esses ativos vinculados aos metaversos, valor recorde até então.

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Outros nomes importantes nesse mercado em ascensão são os concorrentes menores CryptoVoxels e Somnium Space, que venderam respectivamente US$ 2,6 milhões e US$ 1,1 milhão ao longo da semana passada.

Falando em recordes, o terreno mais caro da história foi vendido na última terça-feira (30) por US$ 4,3 milhões, estabelecendo um novo recorde para essa classe de ativos. Conforme apurou o Wall Street Journal, a propriedade fica no The Sandbox e seu comprador foi a empresa Republic Realm, investidora e desenvolvedora de imóveis digitais para metaversos (sim, já existem companhias especializadas nisso).

Empresas veem oportunidade comercial no metaverso

Podemos ver que terrenos virtuais estão se valorizando e que a busca por eles está crescendo. Mas, quem compra eles? E para que? Bom, assim como a maioria dos criptoativos, esses NFTs são uma oportunidade de investimento, mas não apenas pela provável valorização no longo prazo, mas também pelas utilidades práticas e oportunidades comerciais associadas a ter seu próprio pedacinho de metaverso.

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A Republic Realm, compradora do terreno virtual mais caro da história, o comprou de outra empresa (que você provavelmente conhece), a Atari SA. Antes um grande nome no universo de jogos, hoje a Atari é focada principalmente na tecnologia blockchain e mais recentemente no metaverso.

O novo recorde desta terça-feira quebrou  aquele estabelecido na semana passada pelo Metaverse Group, uma subsidiária da Tokens.com, que comprou um pedaço de terreno digital por 618.000 MANA, a moeda da Decentraland, equivalente a cerca de US$ 2,43 milhões na época. Essa propriedade fica no chamado distrito da moda no metaverso.

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No caso da Republic Realm, a empresa já é líder no mercado imobiliário virtual, possuindo cerca de 2.500 terrenos digitais em 19 mundos diferentes. Certo, mas para que servem essas propriedades digitais? Em alguns casos, a companhia espera que ela se valorize com o tempo, esperando oportunidades de revenda, em outros ela usa os ativos para projetar casas, shoppings e outras estruturas dentro do metaverso.

“Sem dúvida, a terra do metaverso é o próximo grande sucesso no espaço NFT. Produzindo números recordes de vendas e constantemente aumentando de preço, os mundos virtuais são a nova mercadoria principal no espaço cripto”, disse o DappRadar em seu blog.

O relatório da plataforma confirma o que já sabemos. O aumento nas atividades relacionadas ao metaverso começou com a decisão do Facebook, no final de outubro, de se rebatizar como “Meta” , em um aceno ao seu compromisso de construir seu próprio mundo digital para seus usuários.

“Os eventos do metaverso estão se tornando um padrão da indústria cripto”. Na prática, isso permite que marcas, artistas e criadores exibam seus trabalhos e produtos para milhões de pessoas em todo o mundo através dos chamados “eventos virtuais” que vêm ocorrendo em diversos metaversos. Ao ter um terreno e um imóvel em um deles, é possível, por exemplo, capitalizar o uso desse espaço de incontáveis maneiras.

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