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Os 10 vestidos de noiva mais icônicos de todos os tempos

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Os 10 vestidos de noiva mais icônicos de todos os tempos
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Os 10 vestidos de noiva mais icônicos de todos os tempos

Quando o assunto é casamento, na maioria das vezes, a grande expectativa das pessoas é mais com o vestido da noiva do que com a cerimônia em si. “Será que ele vai ser clássico?” ou “mais ousado, talvez?” são algumas das muitas perguntas que permiam a mente das pessoas diante do anúncio de um casório .

Mas a curiosidade é compreensível e pode ser perdoada. Afinal, verdade seja dita: ver vestidos de casamento é uma delícia, seja você noiva, alguém que sonha em se casar ou então alguém que simplemente gosta de ver looks de casamento.

Sendo assim, mergulhamos fundo no clima de “mês das noivas” e separamos alguns dos 10 vestidos mais icônicos de todos os tempos para você se inspirar, reviver memórias ou então se divertir! Confira:

Rainha Vitória (1840)

Rainha Victória
Rainha Vitória e príncipe Albert./ Reprodução.

Ok. Talvez se casar em um vestido semelhante ao usado pela rainha Vitória durante a união com o príncipe Albert, no século 19, não esteja nos seus planos. Mas nós não poderíamos deixar de abrir esta lista com outro modelito senão o da monarca britânica, uma vez que foi após a união do casal, na Catedral de Westminster, em Londres, que a cor branca começou a se popularizar entre as noivas.

Grace Kelly (1956)

Grace Kelly
Grace Kelly e Rainier III./ Reprodução.

Até os dias de hoje, diversos estilistas consideram a peça usada pela ex-estrela de Hollywood em seu casamento com Rainier III, príncipe de Mônaco, como um dos vestidos mais icônicos do mundo, especialmente em termos de elegância e beleza.

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A responsável pela obra foi Helen Rose, na época, figurinista da MGM Studios, onde Kelly trabalhava. Feito com rendas francesas, seda e pérolas, o vestido levou 6 semanas para ser produzido e contou com a mão de 36 costureiras. Atualmente, a peça está em exposição no Museu de Arte da Filadélfia, nos Estados Unidos.

Brigitte Bardot (1959)

Brigitte
Brigitte Bardot e Jacques Charrier./ Reprodução.

Em seu segundo casamento, dessa vez com o também ator Jacques Charrier, Bardot se apropriou de uma estampa coringa dos itens domésticos, como toalhas de mesa, para ousar em seu vestido de noiva rosa e branco: o xadrez.

Após a cerimônia, a atriz francesa foi capa de diversos jornais e revsitas vestindo a criação do estilista Jacques Esterel.

Yoko Ono (1969)

Yoko
Yoko Ono e John Lennon./ Reprodução.

Para o seu casamento com o ex-Beatle, John Lennon, Yoko Ono optou por um conjuto de minissaia e blusa branca, meia três quartos, tênis, um chapéu e óculos de Sol para lá de ousados.

Indo na contramão de diversas tradições, a cerimônia durou 10 minutos e, após o casório, o casal seguiu para Paris e, depois, Amsterdã, onde realizou um famoso ato, conhecido como Na Cama Pela Paz, contra a Guerra do Vietnã.

Lady Di (1981)

Diana
Lady Di./ Reprodução.

Também chamado de “o vestido do século”, o modelo usado pela princesa Diana em seu casamento com o príncipe Charles, na Catedral de São Paulo, em Londres, arranca suspiros até hoje.

Você viu?

Criado pelo casal de estilistas Elizabeth e David Emanuel, o vestido foi confeccionado com seda e bordados de renda. E olha só: além de ter sido ornado com mais de 10 mil pérolas, o comprimento de sua causa era de 7,72 metros!

Carrie Bradshaw (2008)

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Carrie
Carrie Bradshaw./ Reprodução.

Quando o assunto é cinema, como não lembrar do volumoso vestido de noiva de Carrie Bradshaw, personagem v ivida por Sarah Jessica Parker, no filme “Sex And The City”?

Apelidada de Cloud, a peça fez sua estreia na coleção Gold Label, da marca Vivienne Westwood, mas foi redesenhada pela própria Westwood para a personagem de Parker.

Kate Middleton (2011)

Kate
William e Kate./ Reprodução

Advinha só? A inspiração para o vestido de casamento da atual duquesa de Cambridge foi ninguém menos do que Grace Kelly!

Criação de Sarah Burton, estilista da grife Alexandre McQueen, o vestido de Kate é feito de seda marfim e cetim branco e coberto por renda bordada à mão; além disso, conta com uma cauda de 2,70 metros de comprimento.

Isabella Swan (2011)

Bella
Edward e Bella./ Reprodução.

Uma coisa é fato: a personagem de Kristen Stewart na saga Crepúsculo arrasou ao escolher o vestido de casamento.

O modelo, desenhada pela estilista Carolina Herrera em conjunto com a autora Stephanie Meyer, foi feito excluivamente para o penúltimo filme da franquia, “Amanhecer: Parte 1”.

Anastasia Steele (2018)

Anastasia
Anastasia Steele./ Reprodução.

Em 2008, a personagem vivida por Dakota Johnson, no filme “50 Tons de Liberdade”, da trilogia 50 Tons, arrancou suspiros e ganhou uma avalanche de fãs fieis ao modelito.

A criação, de Monique Lhuillier, é pura renda e foi feita exclusivamente para Johnson usar no longa.

Angelina Jolie (2014)

Angelina Jolie
Angelina Jolie./ Reprodução.

A união entre Jolie e Brad Pitt acabou faz tempo, mas ainda está liberado babar no vestido de casamento, certo?

Apesar de simples, o ponto alto do modelo, elaborado pela italiana Donatella Versace, são os desenhos presentes no véu e na cauda do vestido: todos obras dos filhos do casal. Mais fofo, impossível!

Fonte: IG Mulher

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro
Reprodução: Alto Astral

Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

Ao contrário das grandes livrarias, que contêm acervos enormes sobre os mais variados temas e um contato impessoal com os clientes, pequenos empreendimentos de rua e online encontraram na segmentação uma chave para manterem-se firmes; além de atrairem um público mais fiel, aumentarem o diálogo com os leitores e, por consequência, as vendas! Tudo isso em meio à crise do mercado editorial – que já impôs o fechamento de dezenas de livrarias nos últimos anos.

Esse é o caso da livraria especializada em humanidades, Mandarina, criada em 2019 pelas sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, que buscavam fugir do modelo das grandes livrarias, ou “shopping de livros”, como chamam. “Quando a gente resolveu montar a Livraria Mandarina, a gente foi estudar. E a gente viu que as livrarias segmentadas e pequenas são a tendência, são o que as pessoas estão buscando”, conta Paixão. Para as livreiras, a segmentação é uma forma de apresentar ao público obras de autores diversos, que não estampam as estantes das grandes livrarias, mas que merecem a atenção e o apreço dos leitores.

Localizada em Pinheiros, São Paulo, a Livraria Mandarina conta com um acervo de mais de 6 mil títulos voltados à literatura clássica, ciências sociais, filosofia e poesia. Mas, não é a única a apostar na segmentação. Hoje, pelo Brasil, há inúmeras livrarias independentes focadas em temas como humanidades, literatura queer, literatura afro-brasileira, feminismo, entre outros. Essas livrarias preenchem um buraco deixado pelas gigantes do ramo ao investirem em acervos escolhidos a dedo, atendimento humanizado e na criação de espaços de troca, diálogo e reflexão ao resgatarem a importante figura do livreiro, antes apagado pelo formato e-commerce.

Livraria Mandarina
Daniela Amendola e Roberta Paixão na Livraria Mandarina / Foto: Reprodução Instagram (@livraria_mandarina).

Esse contato direto e mais humano com os clientes foi o que motivou os sócios Eduardo Ribeiro, Fábio Brito e Ivan Costa a inaugurar, em outubro do ano passado, a livraria Casa da Árvore , na Pedra do Sal, centro do Rio de Janeiro, focada em literatura afro-brasileira e humanidades. “Uma das principais coisas que a livraria te dá é a dimensão do encontro, é ter uma dimensão do que é literatura, essa é uma coisa que só a livraria física te dá e é uma das principais motivações das livrarias de ruas ainda existirem”, diz Ribeiro.

Segundo ele, o atrativo das livrarias é a sensação do imprevisível, de não saber o que te aguarda ao adentrar esses espaços. “Você pode encontrar o autor do livro que você gosta, pode rolar uma indicação de um livro que você não conhece pelo livreiro, que é um personagem muito importante”, observa o sócio.

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O livreiro também defende que o acervo especializado e curado com carinho é o ponto chave da Casa da Árvore. “Para a gente sobreviver precisamos ter essa curadoria, sempre muito cuidadosa, né? Se a gente se descuidar da nossa curadoria, a gente perde o sentido de existência da livraria”, afirma Ribeiro.

Ele ainda ressalta que as grandes livrarias não estão resistindo porque elas têm um custo muito alto e não focam em um nicho. “Elas atacam o público em geral, que é um público muito flutuante, um público que você não consegue ter muito a medida do que a pessoa quer”, aponta. Para Ribeiro, a competição é muito maior quando não há segmentação do empreendimento. “Aqui a gente tenta fazer com que a pessoa tenha uma livraria de estimação, pra sempre comprar com a gente”, complementa

Segmentação como solução – para o livreiro e para o leitor

Embora ainda não haja, oficialmente, estatísticas sobre o aumento das livrarias segmentadas, Bernardo Gurbanov, livreiro e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), aponta que desde os anos 1980 o setor editorial já tinha consciência de que as “pequenas empresas altamente especializadas” sobreviveriam com mais facilidade às mudanças do mercado. Hoje, segundo ele, esse cenário já é visível.

De acordo com Gurbanov, as livrarias segmentadas criam um canal de comunicação com os leitores que não contribui somente para a manutenção do negócio, “mas com o processo de compartilhar conhecimento e de criar uma comunidade em torno dessas temáticas”. Para ele, são essas comunidades cada vez mais interessadas em um acervo especializado e um atendimento personalizado, que tem ajudado a sustentar os empreendimentos.

Quem concorda com Gurbanov é a bibliotecária Ketty Valêncio, dona da Livraria Africanidades , focada em literatura negra e feminista – que surgiu como e-commerce em 2013 e ganhou quatro paredes e um teto em 2017.

Você viu?

Valêncio conta que a Africanidades surgiu a partir de sua própria experiência de vida. “Eu via os espaços literários e eu não me via, essa questão da representatividade negra dentro da literatura, mesmo. E quando eu observava esse corpo negro dentro da literatura, era um papel onde eu não queria estar, era um papel totalmente estereotipado, marginalizado”, relata.

Localizada na Vila Pita, periferia da zona norte de São Paulo, a Africanidades conta com um acervo de cerca de 200 obras de autores independentes dos mais diversos campos dos saberes, que apresentam uma visão de mundo descolonial e descentralizada.

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Africanidades
Em busca de representatividade negra na literatura, a bibliotecária Ketty Valêncio criou a Livraria Africanidades / Foto: Reprodução Facebook.

Além das estantes e das páginas dos livros, a livraria busca a visibilidade e a valorização do protagonismo feminino, preto e periférico através de atividades culturais. Antes da pandemia, o espaço chegou a sediar eventos como rodas de conversas e leituras, saraus, lançamentos de livros e oficinas.

Segundo Valêncio, o fato da Africanidades não ser apenas um ponto comercial, mas um polo cultural, “uma ação de transformação”, como ela diz, foi o que fidelizou o público e fez com que ele se mantivesse durante a pandemia de Covid-19.

“Atualmente, acho que as livrarias pequenas estão resistindo mais no mercado editorial do que as livrarias grandes. É o resultado também das pessoas quererem se ver na literatura. Se eu fosse somente um empreendimento comercial, eu acho que eu já teria falido, mas como a livraria tem um aspecto muito precioso e valioso de cada narrativa que eu tenho aqui presente, eu acho que através disso eu consigo ter um público que me assiste, que gosta do meu trabalho e que replica as minhas ações”, afirma ela.

Outra livraria que compartilha a mesma proposta é a Queer Livros , focada em obras, sobretudo acadêmicas, sobre gênero e sexualidade. Para o sócio-livreiro Gilmario Nogueira, atuar em um nicho como a Queer, é abrir um diálogo com as pessoas possibilitando uma discussão mais aprofundada.

A livraria baiana conta com um acervo de mais de 100 títulos. Com obras que vão além dos best-sellers das grandes livrarias, a Queer proporciona a troca entre autores renomados e autores novos e independentes, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Entre as obras mais vendidas estão: O cis no divã; Diversidade sexual, étnico-racial e de gênero; Saúde mental e racismo à brasileira e Dissidências de gênero e sexualidade, que dão o tom do que esperar da livraria.

Queer Livros
Queer Livros aposta em autores desconhecidos e discute gênero e sexualidade / Foto: Reprodução Facebook.

Com o objetivo de desmistificar as questões sobre gênero e sexualidade , além de ampliar o conhecimento científico sobre um tema que move tabus na sociedade, a Queer já está no mercado há 3 anos e vem se mantendo firme. “[ A literatura queer] é importante pra gente conhecer uma série de sujeitos subalternizados que nós temos”, ressalta o livreiro.

Nogueira também afirma que foi graças à segmentação que a pequena livraria online conseguiu se manter durante a pandemia. “Nós atuávamos muito em eventos acadêmicos, com a pandemia, não tiveram mais eventos. Então, no primeiro mês a gente não sabia o que ia acontecer. Só que aí a gente aumentou o número de clientes online. Então, ter nicho nos ajuda”, diz.

Fonte: IG Mulher

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