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O que é o Anonymous e como eles conseguem vazar dados? Entenda

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O grupo de hackers Anonymous voltou, após um período de hiato, à internet. Entre domingo (31) para segunda (1), depois do início dos protestos pela morte de George Floyd , nos EUA, os hackers tornaram público uma suposta ação judicial contra Donald Trump .

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Na suposta ação, o presidente dos EUA estaria sendo acusado de estupro, abuso sexual, violência física além de outros crimes.

Anonymous voltaram à internet após período de hiato
Tarik Haiga/Unsplash

Anonymous voltaram à internet após período de hiato


Na noite da última segunda, o grupo expôs dados pessoais do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro e de seus filhos, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) além do ministro da educação, Abraham Weintraub , e da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves .

Os hackers divulgaram os CPFs do presidente e de seus filhos, além de telefones, endereços e dados sobre imóveis da família do presidente.

Quem são os Anonymous?

O grupo de hackers é um coletivo descentralizado e sem líder formado em 2003. Por isso eles se chamam de “legião” e defendem que são “uma ideia”. Qualquer pessoa que se identifique com isso e seja um hacker pode ajudar a vazar informações. O lema dos Anonymous é: “Somos uma Legião. Não perdoamos. Não esquecemos. Somos os Anonymous”.

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Gregg Housh , ativista na internet e filiado ao Anonymous na ocasião, afirmou no documentário We Are Legion : “O que as pessoas parecem não entender é que nossa habilidade de ser qualquer um é o nosso poder”.

“Fui chamado de simpatizador de terroristas. Fomos chamados de crianças, valentões, arruaceiros. Às vezes, essas palavras não são totalmente injustas, mas esse é um movimento político sério” afirmou Peter Fein, hackativista e filiado ao Anonymous na ocasião, no mesmo documentário que conta sobre o grupo.

Como agem

O grupo age como qualquer outro ataque cibernético de roubo de dados. Mas ao invés de ter uma ação maliciosa com esses dados, eles os divulgam.

Além disso, eles derrubam sites (geralmente de governos) através de uma tática antiga que consiste em colocar muitas máquinas para acessar determinado site ao mesmo tempo, fazendo com que ele fique sobrecarregado e saia do ar.

Anonymous no Brasil

No País, os Anonymous não se manifestavam desde 2013 em meio aos protestos que ocorriam contra a então presidente Dilma Rousseff (PT). Naquela época, a presidente, e seu vice, Michel Temer (MDB), tiveram suas redes sociais invadidas. O site do Exército brasileiro foi invadido e ficou fora do ar por cerca de 15 horas. No ano, as Forças Armadas haviam informado que nenhum dado havia sido roubado.

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iPhone 13? Fãs rejeitam nome e não querem que celular da Apple tenha o número 13

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Linha iPhone 12
Divulgação/Apple

Linha iPhone 12

O próximo smartphone da Apple pode não se chamar iPhone 13 se a empresa resolver ouvir seus fãs. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela empresa SellCell mostrou que 18% dos usuários de iPhones e iPads rejeitam o nome, já que o número 13 é conhecido por dar azar em algumas culturas.

“Nomear o próximo smartphone da Apple como iPhone 13 poderia te desanimar, visto que o número 13 é considerado azarado?”, perguntou a empresa. 81,7% dos entrevistados disseram que a decisão de comprar, ou não, o iPhone 13 não seria influenciada pela superstição, mas quase 20% disseram que se desanimam com o número.

A pesquisa ainda revelou que a triscaidecafobia, ou o medo do número 13, é mais comum em homens do que em mulheres: 25% contra 12%. A maior parte dos entrevistados ainda acredita que o próximo smartphone da Apple deveria se chamar apenas ‘iPhone (2021)’, seguindo o padrão utilizado em iPads e Macs .

A SellCell ainda perguntou aos usuários da Apple sobre as expectativas para a chegada dos novos sistemas operacionais, iOS 15 e iPadOS 15 . 52,6% dos entrevistados se disseram “um pouco” ou “nada” empolgados com a novidade, 28,1% se disseram “relativamente” empolgados, e apenas 19,3% disseram estar “extremamente” ou “muito” empolgados.

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