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Novo Hyundai HB20 poderá ter versão especial da Copa. Ouça no podcast

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Hyundai HB20 2023: modelo fica com visual mais próximo de modelos compactos vendidos em outros países
Divulgação

Hyundai HB20 2023: modelo fica com visual mais próximo de modelos compactos vendidos em outros países

Além da versão hatch, a Hyundai também revela a variante sedã do HB20 renovado da linha 2023. Apesar do foco da apresentação não ter sido o HB20S — que chegará às lojas entre o final de setembro e o início de outubro — já pudemos conhecer mais detalhes do carro, que terá as mesmas especificações técnicas do seu “irmão”.

Entretanto, no evento de lançamento, tivemos a oportunidade de descobrir mais detalhes sobre as novidades. Para o nosso podcast de hoje, entrevistamos o Rodolfo Stopa, diretor de produto da Hyundai , responsável pelo departamento que desenvolveu o novo HB20 . Ouça na íntegra a seguir.


“Os principais destaques para a nova geração se concentram na robustez e na modernidade do visual. Além disso, a adoção de todos os itens de segurança ativos, que auxiliam o condutor e aumentam a segurança. Apesar da questão dos suprimentos e da crise dos semicondutores — que chegou a parar a produção — a capacidade produtiva hoje está estável e, por isso, deverá seguir na liderança do seu segmento”, afirmou Stopa.

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Além disso, o diretor sugere que a fabricante irá apostar em um modelo com apelo mais esportivo, que poderá estar atrelado à Copa do Mundo da Fifa e, assim, virar uma versão comemorativa.

“Ficaremos atentos às demandas do mercado para aproveitar o seu ciclo de vida. Quanto à eletrificação , é uma realidade em vários países. No Brasil, está apenas começando. Mas, sem dúvida alguma, o assunto está no nosso radar e teremos novidades nesse sentido em algum momento”, complementa.

Quando prosseguimos com as novidades presentes no novo Hyundai HB20 , no quesito da segurança ficam por conta dos seis airbags em todas as versões, bem como aviso e assistente de colisão e ponto cego, assistente de manutenção de faixa, bem como sistema de frenagem autônoma.

Entre as principais mudanças, os para-choques e as laterais ganharam mais vincos. As rodas também são novas. O interior, por sua vez, foi redesenhado e, como destaque, vem equipado com a nova central multimídia de 8 polegadas, com conectividade para Apple Car Play e Android Auto, carregador por indução e cluster digital na versão topo de linha Platinum Plus .

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Os motores do Hyundai HB20 já haviam recebido novos bicos injetores e melhorias no catalisador, para serem aprovados pelo Proconve L7. Com injeção direta, o  1.0 turbinado rende 120 cv e 17,5 kgfm de torque a 1.500 rpm. Além dele, o motor aspirado também é o mesmo 1.0 , de 80 cv e 10,2 kgfm. Pode vir equipado tanto com o câmbio manual de 5 marchas, quanto com o automático de seis.

Fonte: IG CARROS

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Testamos a gama de eletrificados da Toyota. E até carro a hidrogênio

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Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões
Guilherme Menezes/ iG Carros

Gama completa de eletrificados da Toyota e Lexus mostra as possibilidades de se reduzir as emissões

A Toyota reuniu modelos para representar todos os níveis de eletrificação que a marca oferece em diferentes países. O único que encontramos no Brasil são os Corolla e Corolla Cross, que são híbridos flex.

Entretanto, pudemos testar também o Prius (que é híbrido plug-in, mas apenas gasolina), o Lexus UX 300e (elétrico, da marca de luxo do grupo Toyota) e o Toyota Mirai , que é um carro elétrico com células de hidrogênio .

A intenção da Toyota é abordar a eletrificação em seus mais diversos níveis, com o entendimento de que cada uma delas tem o seu propósito, dentro das metas globais de sustentabilidade.

Além disso, ressaltam a necessidade de que as emissões de poluentes sejam analisadas não apenas no âmbito do veículo, mas também do restante de toda a cadeia.

Para a fabricante, o etanol — que o Brasil dispõe de forma abundante — é uma fonte energética que oferece muita vantagem competitiva.

Isso porque, além de emitir muito menos partículas de carbono do que a gasolina, um montante considerável de gás carbônico é absorvido pela cana-de-açúcar, enquanto é cultivada. O resultado dessa tese são as versões híbridas do  Corolla  (SUV e sedã).

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O Prius híbrido plug-in não pode rodar com etanol, mas oferece uma vantagem em cima dos Corolla, que é a possibilidade de recarga na tomada de energia. Assim, consegue otimizar ainda mais a autonomia máxima, tanto em modo híbrido, quanto em modo apenas elétrico.

Quanto a este, em nossos testes — no circuito fechado dentro da fábrica da Toyota em Sorocaba (SP) — passamos dos 130 km/h com o Prius, com o motor a combustão desligado.

O próximo passo foi conhecer o SUV compacto elétrico da Lexus . O carro faria muito sentido no Brasil, quando levamos em conta a quantidade de lançamentos que já não trazem mais o motor convencional. Ainda mais quando nos limitamos a analisar o segmento premium.

Tentamos apurar com a Toyota sobre a possibilidade de vinda ao Brasil, só que preferiram não abrir os planos futuros.

O Lexus UX 300e é o mesmo UX 250h , tanto em plataforma, quanto em equipamentos, acabamento e, enfim, todos os outros aspectos. A diferença está no maior tamanho das baterias e do seu motor elétrico, para que entregue até mais desempenho do que a variante híbrida.

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Outro aspecto interessante, ausente em muitos veículos elétricos , é a possibilidade de ligar ou desligar o som artificial que acompanha as acelerações e desacelerações.

Preferimos desligar para, assim, observar os verdadeiros sons dos carros elétricos . Além de um zunido bem baixo (do motor elétrico), o som do vento e da rolagem dos pneus são o que dominam.

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura
Guilherme Menezes/ iG Carros

Toyota Mirai é tão ecologicamente eficiente, quanto inviável para o Brasil por questões de custos e infraestrutura

Por fim, testamos um dos únicos dois carros movidos a hidrogênio que são vendidos no mundo: o Toyota Mirai .

O carro é um sedã de porte grande, abastecido com moléculas de hidrogênio, e as quebra para extrair energia elétrica . Na prática, depois de ocorrer todo esse processo, o Mirai funciona como um carro elétrico convencional. E ele se comporta como tal.

O produto da chamada “eletrólise do hidrogênio” é nada além de vapor d’água. Ele é armazenado em um compartimento que pode ser esgotado manualmente ou automaticamente. O “esgoto”, por sua vez, não é nada nocivo, pois é apenas água pura.

Por que não temos carros a hidrogênio no Brasil? Pois, enquanto não for homologado um método definitivo de fazer a eletrólise do etanol (algo que, há tempos, a Nissan vem desenvolvendo com a USP), abastecer um carro com hidrogênio é completamente inviável.

Segundo a Toyota , o abastecimento completo demora dias e requer uma bomba 700 bar de pressão, que custa US$ 1 milhão, no exterior.

Fonte: IG CARROS

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