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Nova bandeira na conta de luz não supre os gastos, diz secretária do MME

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A “bandeira escassez hídrica”, no valor de R$ 14,20 por 100 kWh não cobre os gastos do governo com energia, segundo secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Dadald
Fernanda Capelli

A “bandeira escassez hídrica”, no valor de R$ 14,20 por 100 kWh não cobre os gastos do governo com energia, segundo secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Dadald

A “bandeira escassez hídrica”, criada para conter os impactos da crise hídrica, no valor de R$ 14,20 por 100 kWh não cobre os gastos do governo com energia, afirmou a secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Dadald nesta quarta-feira (13), informa o site Poder 360.

A causa seria a elevação no preço dos combustíveis acima do esperado pela pasta. Com isso, a geração de energia por termelétricas ficou mais cara, além de ser mais poluente. Em maio, o governo acionou todas as térmicas do país. 

A nova tarifa entrou em vigor em setembro e é quase 50% mais cara do que a bandeira vermelha patamar 2, que estava ativa e era a maior até então. O aumento no valor da tarifa média dos consumidores foi de 6,78%.

“A bandeira ‘escassez hídrica’… não será suficiente para a cobertura de todos os recursos que nós utilizamos para a segurança energética”, disse a secretária-executiva do ministério.

Leia Também:  Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel

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Atualmente, o Brasil enfrenta a pior crise hídrica dos últimos 91 anos. Ainda em outubro, o Ministério de Minas e Energia fará um  leilão para compra de adicional de energia, com prazo previsto para abril de 2022 a dezembro de 2025. Está prevista a participação de usinas termelétricas com valor até quatro vezes o registrado no último leilão, em agosto.

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Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel

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Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel
Reprodução/CNN

Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel

Alguns  grupos de caminhoneiros prometeram, após reunião no Rio de Janeiro, uma nova paralisação a partir de 1º de novembro caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo federal, entre umas das principais está a queda do preço do diesel. No encontro, associações de motoristas decidiram declarar “estado de greve” de 15 dias caso as reinvidicações não sejam ouvidas. As informações foram publicadas pelo ‘portal uol’.

Além da reivindicação para diminuir o preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a “defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete” e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS.

“Ficou decidido que vamos dar 15 dias para o governo responder”, declarou Luciano Santos Carvalho, do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira.

“Se não houver resposta de forma concreta em cima dos direitos do caminhoneiro autônomo, dia 1º de novembro, Brasil todo parado aí”, completou, em um vídeo feito após a reunião no Rio e que já circula pelas redes sociais.

A greve não é apoiada pela Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros). Os grupos de caminhoneiros autônomos têm ensaiado novas paralisações desde o primeiro semestre, em meio a reivindicações de direitos para os motoristas independentes e diminuição do preço do diesel.

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