Economia

Nota de R$ 1 autografada por FHC é arrematada por R$ 16 mil em leilão

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As economistas Elena Landau e Luciana de Oliveira Hall, o diretor do Livres, Magno Karl, a coordenadora no Livres Karla Falcão e o economista Persio Arida
Divulgação/Gustavo Oliveira

As economistas Elena Landau e Luciana de Oliveira Hall, o diretor do Livres, Magno Karl, a coordenadora no Livres Karla Falcão e o economista Persio Arida

Na última semana, uma nota de R$ 1 autografada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e por membros da equipe que criou o Plano Real foi leiloada por R$ 16 mil, de acordo com a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.

O leilão foi realizado pelo movimento liberal e suprapartidário Livres em um evento de comemoração dos 28 anos do Plano Real. Além de FHC, os ex-presidentes do Banco Central Persio Arida, Gustavo Franco e Pedro Malan e os economistas Edmar Bacha e Rubens Ricupero autografaram a nota. A cédula emoldurada foi arrematada pela economista Luciana de Oliveira Hall.

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“Com o aumento da inflação, resultante da irresponsabilidade fiscal, é preciso resgatar a importância do Plano Real, que foi uma das maiores políticas sociais da história do Brasil, permitindo que milhões de famílias tivessem autonomia sobre o próprio dinheiro”, discursou o diretor-executivo do Livres, Magno Karl, durante o evento.

“Nos distanciamos desse plano e estamos em maré oposta: inflação, miséria, desigualdade, desarranjo fiscal e instituições frágeis como herança deste governo”, continuou.


Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

‘Vou ficar envergonhado se a arrecadação cair’, diz Guedes sobre ICMS

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Guedes afirma que teto do ICMS pode ser revisto se estados perderem receita
Isac Nóbrega

Guedes afirma que teto do ICMS pode ser revisto se estados perderem receita

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (16) que a equipe econômica poderá rever o teto do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) , caso os estados provem perda de arrecadação. Guedes participou de audiência de conciliação entre estados e a União, promovida pelo ministro Gilmar Mendes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o discurso, o ministro disse que as unidades da Federação continuam com o caixa cheio e que eventuais perdas de receita com a fixação do teto do ICMS poderão resultar numa revisão da proposta.

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“Vamos ver o saldo antes de a gente brigar. É extraordinariamente sábia a decisão do ministro Gilmar (Mendes). Vamos ver os números? Se os números mostrarem que houve aumento de arrecadação forte, apesar da redução das alíquotas, então segue o jogo. Se, ao contrário, mostrar que houve prejuízo à Federação, eu mesmo vou ficar envergonhado e vou querer rever”, declarou Guedes. “Ninguém sacrificou (os gastos em) saúde e educação”, continuou.

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Em junho, o Congresso aprovou a fixação do teto do ICMS de 17% a 18% sobre combustíveis, energia elétrica, transportes e comunicações. O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), que representa as Secretarias Estaduais de Fazenda, rechaça a versão do governo e alega que as unidades da Federação perderão R$ 92 bilhões por ano com o teto.

Segundo Guedes, a redução de impostos indiretos (que incidem sobre o consumo), como o ICMS está sendo compensada pela falta de correção da tabela do Imposto de Renda, cuja receita é partilhada com estados e municípios. “A arrecadação de Imposto de Renda está subindo bastante, o que acaba equilibrando a balança”, declarou.

O ministro da Economia voltou a afirmar que as desonerações em vigor neste ano visam a repassar para a população a arrecadação extraordinária com a recuperação da economia. “Além do ICMS, reduzimos impostos como o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Mesmo assim, estamos com um resultado fiscal muito forte, nunca foi tão forte”, declarou.

Guedes negou existir qualquer conflito entre a União e os estados. Lembrou que, nos últimos anos, o governo federal fechou um acordo em relação à Lei Kandir, transferiu cerca de R$ 11 bilhões da cessão onerosa do pré-sal aos governos locais e concedeu um pacote de ajuda durante a pandemia de covid-19.

“Todo mundo deve ter uma posição mais confortável hoje. Agora, começam a se acumular distorções, como o piso da enfermagem, que talvez se torne insustentável para os municípios em algum momento”, concluiu.

Sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) no início do mês, o piso estabeleceu salário mínimo de R$ 4.750 para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. O presidente vetou um artigo que previa reajuste anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).


Fonte: IG ECONOMIA

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