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Nos bastidores, Wajngarten trabalha para tirar Pazuello do Ministério da Saúde

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Ministro é alvo de críticas de mais um integrante do governo Bolsonaro
Agência Brasil

Ministro é alvo de críticas de mais um integrante do governo Bolsonaro

O processo de “fritura” do  general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde segue acontecendo dentro do governo. Após a PGR abrir inquérito contra ele, o ministro agora é alvo de Fabio Wajngarten, secretário especial de comunicação do governo Jair Bolsonaro.

Segundo informações do blog da jornalista Bela Megale,  Wajngarten já teria iniciado conversas nos bastidores, inclusive com o próprio presidente, para tirar Pazuello do comando da pasta da Saúde.

Ainda de acordo com a publicação, a morte de um amigo por Covid-19 e o fato de ter participado intensamente das negociações com a Pfizer para a compra de vacinas da empresa, que acabaram não dando certo, seriam as principais motivações do secretário. Ele, inclusive, culpa Pazuello pelo fracasso nas tratativas.

No último sábado, o ministério divulgou nota a respeito do tema, afirmando que  recusou a oferta da Pfizer porque considerou que o acordo “causaria frustração em todos os brasileiros” por se tratar de lote pequeno: “teríamos que escolher, num país continental com mais de 212 milhões de habitantes, quem seriam os eleitos a receberem a vacina “.

Assim, o país segue com apenas duas opções de vacinas até o momento: a CoronaVac, que teve mais um lote aprovado pela Anvisa , mas que agora enfrenta o problema da falta de insumos para dar prosseguimento ao processo, e a AstraZeneca/Oxford , importada da Índia e que começou a ser distribuída no último final de semana.

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Sob comando de Arthur Lira, centrão busca afrouxar regras eleitorais e políticas

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Sob comando de Arthur Lira, centrão busca 'afrouxar' regras eleitorais e políticas
Reprodução: iG Minas Gerais

Sob comando de Arthur Lira, centrão busca ‘afrouxar’ regras eleitorais e políticas

O deputado federal  Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara e líder do centrão , começou a articular uma reforma política no país. Benefícios aos partidos nanicos e limitar nas ações da Justiça Eleitoral estão entre as prioridades. As informações são do jornal A Folha de S.Paulo .

Na última quarta-feira (24), um grupo de trabalho deu início às conversas por ordem de Lira, que deseja votar as mudanças políticas ainda no primeiro semestre . De maneira paralela, uma comissão especial estudará quais mudanças precisam ser alteradas na Constituição .

Segundo a deputada federal Margarete Coelho (PP-PI) e relatora do roteiro estabelecido pelo grupo de trabalho, a mudanças visam “conter o ímpeto ativista do Poder Judiciário em regulamentar matérias que devem ser previstas em lei em sentido estrito e não em resoluções do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)”.


Partidos envolvidos no grupo de Arthur Lira defendem a adoção do sistema eleitoral chamado de ‘ distritão ‘, que consiste em eleger apenas os deputados federais, estaduais e vereadores mais votados . Com isso, a ideia é fortalecer as legendas . No ‘distritão’, os votos depositados em candidatos que não se elegem são desperdiçados .

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