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No Limite: Qual o perfil astrológico de cada participante e quem tem mais chance de vencer o programa

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João Bidu

No Limite: Qual o perfil astrológico de cada participante e quem tem mais chance de vencer o programa
Fernanda Villas Bôas

No Limite: Qual o perfil astrológico de cada participante e quem tem mais chance de vencer o programa

Áries, Leão e Sagitário são rápidos e competitivos, o que pode representar uma vantagem no reality. Signos da Terra também podem surpreender!

Se depender da vibração astrológica e do número de participantes, é mais provável que o futuro vencedor de No Limite 2021, que a TV Globo começa a exibir a partir de terça-feira (11), seja do elemento Fogo: Áries, Leão ou Sagitário. São seis participantes desse elemento, contra quatro de Ar, três de Terra e três de Água. Fogo é o mais competitivo de todos. Em comum, os 16 jogadores compartilham uma referência no currículo: todos são ex-BBBs.

Fogo: os mais impetuosos – O elemento Fogo reúne características que podem ser determinantes para uma vitória no programa, que chega à sua quinta edição. O motivo: os signos governados pelo Fogo são ousados, diligentes, corajosos, têm sede de vencer e revelam raciocínio rápido, principalmente quando estão sob pressão. Agir sob pressão é um dos diferenciais de No Limite 2021, cujas provas exigem resistência física, autodomínio e equilíbrio emocional. O programa vem sendo gravado numa praia cearense a pouco mais de 100km de Fortaleza.

Os competidores governados pelo elemento Fogo são o modelo André Martinelli, o sexólogo Mahamoud Baydoun e a personal trainer Jéssica Mueller, todos arianos. Também engrossam o time os sagitarianos Elana Valenaria (engenheira agrônoma) e Acrebiano Araújo, o Bil (educador físico), que esteve no BBB 21. Outra representante do Fogo é a leonina Angélica Ramos, influenciadora digital.

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Terra: os mais persistentes – Quem também tem chances de ganhar o prêmio de R$ 500 mil na atração comandada por André Marques é o grupo regido pela Terra. Fazem parte desse grupo o virginiano Lucas Chumbo, que é surfista, e os capricornianos Marcelo Zulu, lutador de MMA, e Paula Amorim, que é empresária. Não há taurinos nesta edição do programa.  

Signos comandados pela Terra são focados e perseverantes. Quando colocam um objetivo na cabeça, dificilmente entregam os pontos. Por outro lado, são menos ágeis do que os signos de Fogo, já que preferem analisar com calma o peso de suas decisões. 

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Ar: os mais estrategistas – Outro time que pode surpreender no reality é formado pelos signos do Ar: Gêmeos, Libra e Aquário. No Limite 2021 conta com a geminiana Ariadne Arantes, o libriano Viegas, que é cantor, e as aquarianas Carol Peixinho, que é publicitária, e Gleice Damasceno, atriz e vencedora do BBB 18, com quase 58% dos votos. 

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Esses signos ostentam grande capacidade mental. Também são perspicazes, criativos, visionários e resilientes. Para alcançar uma meta, preferem definir uma estratégia a seguir os próprios impulsos. Têm muita habilidade para criar alianças a fim de conseguir imunidade ou privilégios no reality. Por outro lado, são inconstantes e um pouco distraídos.

Água: os mais intuitivos – Finalmente, há o fator Água em jogo. Esse elemento astrológico agrega Câncer, Escorpião e Peixes. Embora o programa que estreia na terça não reúna escorpianos no elenco, os demais signos estarão representados. O ator Kaysar, que é sírio e naturalizado brasileiro, é canceriano, assim como a modelo e apresentadora Íris Stefanelli, a “Siri”. Já o pisciano do time é o jornalista e modelo Gui Napolitano. 

Signos regidos pela Água são muito sensíveis aos ambientes externos, o que pode prejudicar o desempenho num reality marcado por condições adversas, como No Limite. Por outro lado, Câncer, Escorpião e Peixes são extremamente intuitivos e podem enxergar oportunidades muito antes dos demais competidores. 

No Limite 2021 terá 11 episódios. Ao contrário do BBB, com transmissões quase diárias, irá ao ar, inicialmente, às terças-feiras (é possível que sejam exibidos flashes aos domingos à noite, mas isso ainda não está confirmado). A final está marcada para 20 de julho. 

Texto: Fernanda Villas Bôas

Fonte: IG Mulher

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro
Reprodução: Alto Astral

Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

Ao contrário das grandes livrarias, que contêm acervos enormes sobre os mais variados temas e um contato impessoal com os clientes, pequenos empreendimentos de rua e online encontraram na segmentação uma chave para manterem-se firmes; além de atrairem um público mais fiel, aumentarem o diálogo com os leitores e, por consequência, as vendas! Tudo isso em meio à crise do mercado editorial – que já impôs o fechamento de dezenas de livrarias nos últimos anos.

Esse é o caso da livraria especializada em humanidades, Mandarina, criada em 2019 pelas sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, que buscavam fugir do modelo das grandes livrarias, ou “shopping de livros”, como chamam. “Quando a gente resolveu montar a Livraria Mandarina, a gente foi estudar. E a gente viu que as livrarias segmentadas e pequenas são a tendência, são o que as pessoas estão buscando”, conta Paixão. Para as livreiras, a segmentação é uma forma de apresentar ao público obras de autores diversos, que não estampam as estantes das grandes livrarias, mas que merecem a atenção e o apreço dos leitores.

Localizada em Pinheiros, São Paulo, a Livraria Mandarina conta com um acervo de mais de 6 mil títulos voltados à literatura clássica, ciências sociais, filosofia e poesia. Mas, não é a única a apostar na segmentação. Hoje, pelo Brasil, há inúmeras livrarias independentes focadas em temas como humanidades, literatura queer, literatura afro-brasileira, feminismo, entre outros. Essas livrarias preenchem um buraco deixado pelas gigantes do ramo ao investirem em acervos escolhidos a dedo, atendimento humanizado e na criação de espaços de troca, diálogo e reflexão ao resgatarem a importante figura do livreiro, antes apagado pelo formato e-commerce.

Livraria Mandarina
Daniela Amendola e Roberta Paixão na Livraria Mandarina / Foto: Reprodução Instagram (@livraria_mandarina).

Esse contato direto e mais humano com os clientes foi o que motivou os sócios Eduardo Ribeiro, Fábio Brito e Ivan Costa a inaugurar, em outubro do ano passado, a livraria Casa da Árvore , na Pedra do Sal, centro do Rio de Janeiro, focada em literatura afro-brasileira e humanidades. “Uma das principais coisas que a livraria te dá é a dimensão do encontro, é ter uma dimensão do que é literatura, essa é uma coisa que só a livraria física te dá e é uma das principais motivações das livrarias de ruas ainda existirem”, diz Ribeiro.

Segundo ele, o atrativo das livrarias é a sensação do imprevisível, de não saber o que te aguarda ao adentrar esses espaços. “Você pode encontrar o autor do livro que você gosta, pode rolar uma indicação de um livro que você não conhece pelo livreiro, que é um personagem muito importante”, observa o sócio.

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O livreiro também defende que o acervo especializado e curado com carinho é o ponto chave da Casa da Árvore. “Para a gente sobreviver precisamos ter essa curadoria, sempre muito cuidadosa, né? Se a gente se descuidar da nossa curadoria, a gente perde o sentido de existência da livraria”, afirma Ribeiro.

Ele ainda ressalta que as grandes livrarias não estão resistindo porque elas têm um custo muito alto e não focam em um nicho. “Elas atacam o público em geral, que é um público muito flutuante, um público que você não consegue ter muito a medida do que a pessoa quer”, aponta. Para Ribeiro, a competição é muito maior quando não há segmentação do empreendimento. “Aqui a gente tenta fazer com que a pessoa tenha uma livraria de estimação, pra sempre comprar com a gente”, complementa

Segmentação como solução – para o livreiro e para o leitor

Embora ainda não haja, oficialmente, estatísticas sobre o aumento das livrarias segmentadas, Bernardo Gurbanov, livreiro e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), aponta que desde os anos 1980 o setor editorial já tinha consciência de que as “pequenas empresas altamente especializadas” sobreviveriam com mais facilidade às mudanças do mercado. Hoje, segundo ele, esse cenário já é visível.

De acordo com Gurbanov, as livrarias segmentadas criam um canal de comunicação com os leitores que não contribui somente para a manutenção do negócio, “mas com o processo de compartilhar conhecimento e de criar uma comunidade em torno dessas temáticas”. Para ele, são essas comunidades cada vez mais interessadas em um acervo especializado e um atendimento personalizado, que tem ajudado a sustentar os empreendimentos.

Quem concorda com Gurbanov é a bibliotecária Ketty Valêncio, dona da Livraria Africanidades , focada em literatura negra e feminista – que surgiu como e-commerce em 2013 e ganhou quatro paredes e um teto em 2017.

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Valêncio conta que a Africanidades surgiu a partir de sua própria experiência de vida. “Eu via os espaços literários e eu não me via, essa questão da representatividade negra dentro da literatura, mesmo. E quando eu observava esse corpo negro dentro da literatura, era um papel onde eu não queria estar, era um papel totalmente estereotipado, marginalizado”, relata.

Localizada na Vila Pita, periferia da zona norte de São Paulo, a Africanidades conta com um acervo de cerca de 200 obras de autores independentes dos mais diversos campos dos saberes, que apresentam uma visão de mundo descolonial e descentralizada.

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Africanidades
Em busca de representatividade negra na literatura, a bibliotecária Ketty Valêncio criou a Livraria Africanidades / Foto: Reprodução Facebook.

Além das estantes e das páginas dos livros, a livraria busca a visibilidade e a valorização do protagonismo feminino, preto e periférico através de atividades culturais. Antes da pandemia, o espaço chegou a sediar eventos como rodas de conversas e leituras, saraus, lançamentos de livros e oficinas.

Segundo Valêncio, o fato da Africanidades não ser apenas um ponto comercial, mas um polo cultural, “uma ação de transformação”, como ela diz, foi o que fidelizou o público e fez com que ele se mantivesse durante a pandemia de Covid-19.

“Atualmente, acho que as livrarias pequenas estão resistindo mais no mercado editorial do que as livrarias grandes. É o resultado também das pessoas quererem se ver na literatura. Se eu fosse somente um empreendimento comercial, eu acho que eu já teria falido, mas como a livraria tem um aspecto muito precioso e valioso de cada narrativa que eu tenho aqui presente, eu acho que através disso eu consigo ter um público que me assiste, que gosta do meu trabalho e que replica as minhas ações”, afirma ela.

Outra livraria que compartilha a mesma proposta é a Queer Livros , focada em obras, sobretudo acadêmicas, sobre gênero e sexualidade. Para o sócio-livreiro Gilmario Nogueira, atuar em um nicho como a Queer, é abrir um diálogo com as pessoas possibilitando uma discussão mais aprofundada.

A livraria baiana conta com um acervo de mais de 100 títulos. Com obras que vão além dos best-sellers das grandes livrarias, a Queer proporciona a troca entre autores renomados e autores novos e independentes, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Entre as obras mais vendidas estão: O cis no divã; Diversidade sexual, étnico-racial e de gênero; Saúde mental e racismo à brasileira e Dissidências de gênero e sexualidade, que dão o tom do que esperar da livraria.

Queer Livros
Queer Livros aposta em autores desconhecidos e discute gênero e sexualidade / Foto: Reprodução Facebook.

Com o objetivo de desmistificar as questões sobre gênero e sexualidade , além de ampliar o conhecimento científico sobre um tema que move tabus na sociedade, a Queer já está no mercado há 3 anos e vem se mantendo firme. “[ A literatura queer] é importante pra gente conhecer uma série de sujeitos subalternizados que nós temos”, ressalta o livreiro.

Nogueira também afirma que foi graças à segmentação que a pequena livraria online conseguiu se manter durante a pandemia. “Nós atuávamos muito em eventos acadêmicos, com a pandemia, não tiveram mais eventos. Então, no primeiro mês a gente não sabia o que ia acontecer. Só que aí a gente aumentou o número de clientes online. Então, ter nicho nos ajuda”, diz.

Fonte: IG Mulher

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