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Netflix perde quase 1 milhão de assinantes, menos que o esperado

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Netflix perde clientes no segundo trimestre
Unsplash/Piotr Cichosz

Netflix perde clientes no segundo trimestre

A Netflix perdeu quase 1 milhão de assinantes no segundo trimestre deste ano, de acordo com os resultados da empresa revelados nesta terça-feira (19). Apesar de alto, o número é mais baixo que a previsão da própria empresa e que a expectativa do mercado.

Com o resultado, a Netflix completa seu primeiro semestre de perdas de clientes após anos de forte expansão. No primeiro trimestre deste ano, a empresa teve sua primeira queda no número de clientes em 10 anos , o que fez com que ela repensasse algumas estratégias. Atualmente, a empresa está desenvolvendo um plano mais barato e com anúncios .

Os quase 970 mil assinantes perdidos no segundo trimestre estão abaixo dos 2 milhões estimados pela Netflix. O mercado, por sua vez, havia estimado perdas entre 1,4 milhão a 1,8 milhão de assinantes.

Portanto, apesar da baixa, o resultado foi visto de forma positiva pelos investidores. Após o fechamento do mercado nos Estados Unidos, as ações da Netflix subiram 12%.

Alguns mercados cresceram para a Netflix, enquanto outros tiveram quedas expressivas. Só nos Estados Unidos, 1,3 milhão de clientes cancelaram suas contas na plataforma de streaming, assim como 770 mil na Europa. Na Ásia, porém, houve 1,1 milhão de novas assinaturas.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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YouTube proíbe vídeos que neguem ou banalizem facada em Bolsonaro

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Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 2018

O YouTube afirmou nesta quarta-feira (10) que alterou sua política de combate ao discurso de ódio, passando a proibir a publicação e circulação de vídeos que neguem ou banalizem a facada sofrida pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG) em 2018.

“Nossa política de discurso de ódio proíbe conteúdo que negue, banalize ou minimize eventos históricos violentos, incluindo o esfaqueamento de Jair Bolsonaro. O discurso de ódio não é permitido no YouTube, e removeremos material sobre o esfaqueamento de Jair Bolsonaro que viole esta política se não fornecer contexto educacional, documental, científico ou artístico no vídeo ou áudio”, afirma a plataforma, em nota enviada ao portal iG.

Nesta quarta-feira, alguns vídeos enquadrados na política foram deletados pelo YouTube. Mas esta não foi a única regra alterada pela plataforma. Agora, também são proibidos vídeos que aleguem fraude nas eleições de 2014 – antes, a medida valia apenas para o pleito de 2018. Diante disso, a live de Bolsonaro com embaixadores publicada em 18 de julho foi deletada pelo YouTube  nesta quarta, já que nela o presidente afirmou que houve fraude nas eleições de 2014, informação que é falsa.

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A medida vem após o YouTube afirmar que não removeria o vídeo e em meio a um histórico de baixa moderação de conteúdo quando o assunto são os vídeos publicados no canal do presidente.  Reportagem do portal iG revelou que a plataforma demora em média nove meses para punir o canal de Bolsonaro e deletar vídeos nos quais ele desinforma.

A demora é um dos motivos pelos quais o canal de Bolsonaro segue no ar, já que a quantidade de vídeos excluídos poderia fazer com que ele fosse banido da plataforma.

A exclusão desta quarta-feira, por exemplo, não gera uma punição ao canal do presidente, já que o vídeo foi excluído com base em uma regra que ainda não existia quando a transmissão foi feita.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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