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Não perca para a inflação: veja investimentos seguros e melhores que a poupança

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Saiba onde investir com segurança e rendimentos melhores que a poupança
Divulgação/HC Investimentos

Saiba onde investir com segurança e rendimentos melhores que a poupança

Tradicional investimento de muitos brasileiros, a poupança , apesar da segurança, não é mais um boa aposta. Em 2020, ela perdeu para a inflação. Ou seja, no fim das contas, investir apenas na poupança passou a significar perda de dinheiro. Pensando nisso, o iG listou investimentos seguros, sem riscos, e que vão garantir proteção melhor do que a poupança ao seu dinheiro.

Desde pequenas até maiores quantias, ninguém gosta de perder dinheiro. Então, saber onde investir e como fazer isso – garantindo estabilidade e flexibilidade para quando precisar da grana – é essencial.

Por que deixar dinheiro na poupança não vale mais a pena?

Para quem é um investidor mais conservador ou ainda não investe seu dinheiro, o medo de perder cria alguns vícios, como a crença de que só a poupança garante segurança. Não é bem assim.

A poupança tem tido rendimentos baixos recentemente porque depende da taxa básica de juros da economia, a Selic , e o comportamento da Taxa Referencial ( TR ). Com os juros básicos a 2% ao ano, a mínima histórica, e inflação alta , quem se prendeu à poupança perdeu dinheiro em 2020. Sem risco? Sim, mas sem nenhum rendimento.

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Onde investir sem correr risco e com maior retorno?

Tesouro Direto :

Sem grande rentabilidade e também atrelado à taxa Selic, paga 100% da TR, e não 70%, como a poupança. É ideal para a reserva de segurança, já que, investindo no Tesouro Direto, você pode sacar o dinheiro a qualquer momento, contando com garantia do governo. São considerados os investimentos mais seguros do Brasil.

Fundo Garantidor de Crédito (FGC) :

Você viu?

Qualquer investimento coberto pelo FGC está protegido em até R$ 250 mil em títulos de um único banco ou instituição financeira, limitado a R$ 1 milhão por CPF. Garante margem de segurança muito alta, e inclui na lista de possíveis investimentos, por exemplo, a própria poupança. Além dela, outros investimentos garantidos pelo FGC são:

  • CDB;
  • Letra de Câmbio (LC);
  • RDB;
  • LCI/LCA; e
  • Letra Hipotecária (LH).

Qualquer um desses títulos de renda fixa  garantem absoluta proteção, ou seja, não há risco de perder dinheiro, o que também não significa abrir mão de buscar uma rentabilidade maior que a da poupança.

Dentre os títulos listados na cobertura do FGC, os dois mais conhecidos são CDB e LCI/LCA. O que são eles?

CDB :

No CDB, você “empresta” o dinheiro ao seu banco, credor de credibilidade e que garante devolução com juros. Tem proteção especial do FGC, então não há risco para valores inferiores a R$ 250 mil. É possível fazer investimentos pequenos, como de R$ 500, muitas vezes direto do aplicativo de seu banco. É possível resgatar seu dinheiro no mesmo dia, então pode ser usado como reserva de emergência .

LCI e LCA :

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são opções seguras e que apresentam bons rendimentos. Investimentos emitidos pelos bancos para captação de recursos, eles garantem taxa de rentabilidade anual, estabelecida na hora da compra. Contemplam dois setores que seguem crescendo e são isentas do Imposto de Renda (IR), tal qual a poupança. São protegidos pelo FGC.

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Classe média encolhe no Brasil e chega ao menor patamar em 10 anos

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Classe média tradicional encolheu de 105 milhões de pessoas em 2020 para 100,1 milhões de pessoas em 2021
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Classe média tradicional encolheu de 105 milhões de pessoas em 2020 para 100,1 milhões de pessoas em 2021

A classe média brasileira encolheu ao seu menor patamar em mais de 10 anos , revela o estudo conduzido pelo Instituto Locomotiva, com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com o aumento do desemprego e a queda no poder aquisitivo , os brasileiros de classe média deixaram de ser maioria no país .

Segundo os indicadores publicados pelo Instituto Locomotiva, o percentual de brasileiros na classe média caiu de 51% em 2020 para 47% em 2021 . Estima-se que cerca de 4,9 milhões de famílias regrediram da classe média para baixa neste período. Atualmente, a classe baixa corresponde a 47% da população, enquanto a elite corresponde a 6%.

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Os dados do IBGE apontam que em 2011, 54% dos brasileiros poderiam ser considerados de classe média, ante 8% da elite e 38% da classe baixa. Em 2020, a classe média passou para 51% da população, enquanto a elite regrediu para 6% e a classe baixa subiu para 43%.

Em números absolutos, a classe média tradicional encolheu de 105 milhões de pessoas em 2020 para 100,1 milhões de pessoas em 2021 . O levantamento toma como base os dados coletados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) e a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), ambas conduzidas pelo IBGE. 

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