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Não erre no presente de Dia das Mães: saiba as melhores opções para a mãe de cada signo

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Não erre no presente de Dia das Mães: saiba as melhores opções para a mãe de cada signo
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Não erre no presente de Dia das Mães: saiba as melhores opções para a mãe de cada signo

Com o Dia das Mães chegando, nada melhor do que preparar uma surpresa para a sua e celebrar o dia da mulher mais importante do mundo para você, seja ela mãe biológica ou de consideração. Para deixar a comemoração mais divertida, que tal receber uma ajuda dos astros para dar o presente ideal para sua matriarca de acordo com o signo dela?

Não erre na hora de fazer um agrado saiba qual é o presente ideal para a mãe de cada signo:

Áries

A mãe ariana ama estar confortável e estilosa ao mesmo tempo. Por isso, os tênis podem ser uma ótima pedida para as mamães desse signo. E não pense em comprar coisas básicas, ok? Ela adora ousar nos looks ! Óculos escuros, roupas esportivas, DVDs e bijuterias diferentes também são ótimas opções.

Touro

Muito luxuosas, as mães de Touro adoram ganhar joias de presente. Brincos, colares, pulseiras… Contanto que a peça seja brilhante, está valendo! Livros, quadros, roupas e bolsas também são presentes incríveis para a mamãe taurina.

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Gêmeos

A mãe geminiana ama estar antenada e adora estar por dentro do mundo tecnológico. Por isso, acessórios eletrônicos como fones de ouvido ou smartwatch vão encantar a mãe de Gêmeos. Você também pode presenteá-la com livros, CD’s ou uma assinatura da revista favorita dela.

Câncer

A mãe desse signo é super romântica e fofa. Então, um bom álbum de fotos ou uma câmera instantânea são ótimas ideias de presente para ela. Livros e joias também podem encantar a mamãe de Câncer.

Leão

Luxo e elegância são os sobrenomes da mãe leonina. Ela não dispensa peças novas no guarda-roupa, então, que tal comprar aquela bolsa do momento? Joias e sapatos também farão o Dia das Mães ser inesquecível para ela!

Virgem

Amante de produtos de qualidade e sofisticação, a mãe de Virgem ama ganhar maquiagem. Invista em tons clássicos, que combinam com o seu visual. Kits de beleza com hidratantes, perfumes e sabonetes também farão sucesso com a mamãe virginiana!

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Libra

Para agradar à mãe libriana, a dica é preparar um jantar de mãe e filho(a) com o prato preferido dela. Se não der tempo de fazer a refeição, aposte em perfumes, livros, flores ou roupas para presenteá-la.

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Escorpião

Muito excêntrica, a mãe escorpiana pode ser bem difícil de agradar, mas calma! Escolha algo forte para combinar com sua personalidade. Óculos de sol, lingeries, perfumes e objetos místicos são a cara da mãe desse signo.

Sagitário

Aventura é o sobrenome da mãe sagitariana! Então, presenteá-la com uma viagem pode ser uma boa ideia. Além disso, esse signo adora ganhar coisas descontraídas como objetos de decoração divertidos, chinelos diferenciados ou um livro lançamento.

Capricórnio

Organizada, a mãe de Capricórnio ama ganhar itens que organizam sua vida. Um planner ou uma agenda, por exemplo, pode ser uma boa pedida para presenteá-la! Carteiras, bolsas ou uma garrafa de um bom vinho também agradam às mães capricornianas.

Aquário

A mãe aquariana adora tudo o que for original e significativo. Aposte em coisas bem simples, como uma planta decorativa, flores e cartões para tocar o coração da mãe de Aquário.

Peixes

A mãe pisciana não abre mão do romantismo e nem simplicidade. Por isso, dê presentes simples, como um bom livro , objetos artesanais, porta-retratos ou álbum de fotos com recordações do passado. Ela vai amar!

Consultoria: João Bidu

Fonte: IG Mulher

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

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Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro
Reprodução: Alto Astral

Livrarias independentes se segmentam e conquistam o público brasileiro

Ao contrário das grandes livrarias, que contêm acervos enormes sobre os mais variados temas e um contato impessoal com os clientes, pequenos empreendimentos de rua e online encontraram na segmentação uma chave para manterem-se firmes; além de atrairem um público mais fiel, aumentarem o diálogo com os leitores e, por consequência, as vendas! Tudo isso em meio à crise do mercado editorial – que já impôs o fechamento de dezenas de livrarias nos últimos anos.

Esse é o caso da livraria especializada em humanidades, Mandarina, criada em 2019 pelas sócias Daniela Amendola e Roberta Paixão, que buscavam fugir do modelo das grandes livrarias, ou “shopping de livros”, como chamam. “Quando a gente resolveu montar a Livraria Mandarina, a gente foi estudar. E a gente viu que as livrarias segmentadas e pequenas são a tendência, são o que as pessoas estão buscando”, conta Paixão. Para as livreiras, a segmentação é uma forma de apresentar ao público obras de autores diversos, que não estampam as estantes das grandes livrarias, mas que merecem a atenção e o apreço dos leitores.

Localizada em Pinheiros, São Paulo, a Livraria Mandarina conta com um acervo de mais de 6 mil títulos voltados à literatura clássica, ciências sociais, filosofia e poesia. Mas, não é a única a apostar na segmentação. Hoje, pelo Brasil, há inúmeras livrarias independentes focadas em temas como humanidades, literatura queer, literatura afro-brasileira, feminismo, entre outros. Essas livrarias preenchem um buraco deixado pelas gigantes do ramo ao investirem em acervos escolhidos a dedo, atendimento humanizado e na criação de espaços de troca, diálogo e reflexão ao resgatarem a importante figura do livreiro, antes apagado pelo formato e-commerce.

Livraria Mandarina
Daniela Amendola e Roberta Paixão na Livraria Mandarina / Foto: Reprodução Instagram (@livraria_mandarina).

Esse contato direto e mais humano com os clientes foi o que motivou os sócios Eduardo Ribeiro, Fábio Brito e Ivan Costa a inaugurar, em outubro do ano passado, a livraria Casa da Árvore , na Pedra do Sal, centro do Rio de Janeiro, focada em literatura afro-brasileira e humanidades. “Uma das principais coisas que a livraria te dá é a dimensão do encontro, é ter uma dimensão do que é literatura, essa é uma coisa que só a livraria física te dá e é uma das principais motivações das livrarias de ruas ainda existirem”, diz Ribeiro.

Segundo ele, o atrativo das livrarias é a sensação do imprevisível, de não saber o que te aguarda ao adentrar esses espaços. “Você pode encontrar o autor do livro que você gosta, pode rolar uma indicação de um livro que você não conhece pelo livreiro, que é um personagem muito importante”, observa o sócio.

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O livreiro também defende que o acervo especializado e curado com carinho é o ponto chave da Casa da Árvore. “Para a gente sobreviver precisamos ter essa curadoria, sempre muito cuidadosa, né? Se a gente se descuidar da nossa curadoria, a gente perde o sentido de existência da livraria”, afirma Ribeiro.

Ele ainda ressalta que as grandes livrarias não estão resistindo porque elas têm um custo muito alto e não focam em um nicho. “Elas atacam o público em geral, que é um público muito flutuante, um público que você não consegue ter muito a medida do que a pessoa quer”, aponta. Para Ribeiro, a competição é muito maior quando não há segmentação do empreendimento. “Aqui a gente tenta fazer com que a pessoa tenha uma livraria de estimação, pra sempre comprar com a gente”, complementa

Segmentação como solução – para o livreiro e para o leitor

Embora ainda não haja, oficialmente, estatísticas sobre o aumento das livrarias segmentadas, Bernardo Gurbanov, livreiro e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), aponta que desde os anos 1980 o setor editorial já tinha consciência de que as “pequenas empresas altamente especializadas” sobreviveriam com mais facilidade às mudanças do mercado. Hoje, segundo ele, esse cenário já é visível.

De acordo com Gurbanov, as livrarias segmentadas criam um canal de comunicação com os leitores que não contribui somente para a manutenção do negócio, “mas com o processo de compartilhar conhecimento e de criar uma comunidade em torno dessas temáticas”. Para ele, são essas comunidades cada vez mais interessadas em um acervo especializado e um atendimento personalizado, que tem ajudado a sustentar os empreendimentos.

Quem concorda com Gurbanov é a bibliotecária Ketty Valêncio, dona da Livraria Africanidades , focada em literatura negra e feminista – que surgiu como e-commerce em 2013 e ganhou quatro paredes e um teto em 2017.

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Valêncio conta que a Africanidades surgiu a partir de sua própria experiência de vida. “Eu via os espaços literários e eu não me via, essa questão da representatividade negra dentro da literatura, mesmo. E quando eu observava esse corpo negro dentro da literatura, era um papel onde eu não queria estar, era um papel totalmente estereotipado, marginalizado”, relata.

Localizada na Vila Pita, periferia da zona norte de São Paulo, a Africanidades conta com um acervo de cerca de 200 obras de autores independentes dos mais diversos campos dos saberes, que apresentam uma visão de mundo descolonial e descentralizada.

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Africanidades
Em busca de representatividade negra na literatura, a bibliotecária Ketty Valêncio criou a Livraria Africanidades / Foto: Reprodução Facebook.

Além das estantes e das páginas dos livros, a livraria busca a visibilidade e a valorização do protagonismo feminino, preto e periférico através de atividades culturais. Antes da pandemia, o espaço chegou a sediar eventos como rodas de conversas e leituras, saraus, lançamentos de livros e oficinas.

Segundo Valêncio, o fato da Africanidades não ser apenas um ponto comercial, mas um polo cultural, “uma ação de transformação”, como ela diz, foi o que fidelizou o público e fez com que ele se mantivesse durante a pandemia de Covid-19.

“Atualmente, acho que as livrarias pequenas estão resistindo mais no mercado editorial do que as livrarias grandes. É o resultado também das pessoas quererem se ver na literatura. Se eu fosse somente um empreendimento comercial, eu acho que eu já teria falido, mas como a livraria tem um aspecto muito precioso e valioso de cada narrativa que eu tenho aqui presente, eu acho que através disso eu consigo ter um público que me assiste, que gosta do meu trabalho e que replica as minhas ações”, afirma ela.

Outra livraria que compartilha a mesma proposta é a Queer Livros , focada em obras, sobretudo acadêmicas, sobre gênero e sexualidade. Para o sócio-livreiro Gilmario Nogueira, atuar em um nicho como a Queer, é abrir um diálogo com as pessoas possibilitando uma discussão mais aprofundada.

A livraria baiana conta com um acervo de mais de 100 títulos. Com obras que vão além dos best-sellers das grandes livrarias, a Queer proporciona a troca entre autores renomados e autores novos e independentes, de todos os cantos do Brasil e do mundo. Entre as obras mais vendidas estão: O cis no divã; Diversidade sexual, étnico-racial e de gênero; Saúde mental e racismo à brasileira e Dissidências de gênero e sexualidade, que dão o tom do que esperar da livraria.

Queer Livros
Queer Livros aposta em autores desconhecidos e discute gênero e sexualidade / Foto: Reprodução Facebook.

Com o objetivo de desmistificar as questões sobre gênero e sexualidade , além de ampliar o conhecimento científico sobre um tema que move tabus na sociedade, a Queer já está no mercado há 3 anos e vem se mantendo firme. “[ A literatura queer] é importante pra gente conhecer uma série de sujeitos subalternizados que nós temos”, ressalta o livreiro.

Nogueira também afirma que foi graças à segmentação que a pequena livraria online conseguiu se manter durante a pandemia. “Nós atuávamos muito em eventos acadêmicos, com a pandemia, não tiveram mais eventos. Então, no primeiro mês a gente não sabia o que ia acontecer. Só que aí a gente aumentou o número de clientes online. Então, ter nicho nos ajuda”, diz.

Fonte: IG Mulher

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