Análise Política

Nada é por acaso para quem trabalha e confia

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Na vida nada acontece por acaso. Quem nunca ouviu essa frase em algum momento? Agora ela volta à tona nessa oportuna campanha do Governo do Estado para mostrar que existem motivos para que a vida do capixaba esteja voltando ao normal. E não é por acaso mesmo! O retorno do Espírito Santo à normalidade tem sido a passos cautelosos, pois afinal a pandemia na acabou; porém, trata-se de uma caminhada sólida, sustentada em dois eixos:

Primeiramente deve-se ao esforço do cidadão que compreendeu a gravidade do momento e colaborou, dando cota altíssima de sacrifício. Perdeu dinheiro devido ao isolamento e a medidas restritivas, e proibiu-se de conviver com amigos e familiares, isolando-se em nome de um bem maior chamado saúde. Esse empenho coletivo permitiu que as medidas na saúde surtissem efeito muito maior e que milhares de vidas fossem preservadas.

Em segundo vêm as ações governamentais que não deixaram a peteca cair na área da saúde. Não faltaram leitos, nem equipamentos necessários ao socorro imediato das vítimas da covid-19. E mesmo em período de retração econômica manteve contas em dia e planejamento necessário para que o estado pudesse sair fortalecido do pós-pandemia.

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O resultado é esse: o Espírito Santo vem retomando a rotina com grande capacidade de investimento nos municípios, os empregos reaparecendo e a economia aquecida. Isso não aconteceria se o estado estivesse com suas ações e seu cofre desorganizados. Isso não aconteceria se o capixaba não seguisse as regras no momento certo e nem se guiasse pelas medidas da ciência.

O esforço valeu! A organização valeu! Não é por acaso que o Espírito Santo segue sendo referência nacional no combate à pandemia. Não é por acaso que damos passos firmes na retomada econômica e social. A união no momento certo para enfrentar os desafios mais duros é o que permite saborear melhores dias.

E isso não é mérito do destino ou do acaso. Aqui o capixaba trabalha e confia!

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“Surge ao longe a estrela prometida / Que a luz, sobre nós, quer espalhar / Quando ela ocultar-se no horizonte / Há de o Sol nossos feitos lumiar? / Nossos braços são fracos, que importa? / Temos fé, temos crença a fartar…” – Hino do Espírito Santo

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Análise Política

Viagem ao centro da lealdade

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Foto: imagem ilustrativa

Quando foi para China ainda no primeiro mandato, o prefeito Victor Coelho (PSB) entregou o poder ao então vice-prefeito Jonas Nogueira (PL) por uma semana. Era uma espécie de teste, sobretudo de lealdade política. Deu no que se imaginava: rompimento.

Desta vez, pelo mesmo período, Victor foi à Espanha e deixou Cachoeiro nas mãos de Ruy Guedes Júnior (Podemos), vice-prefeito atual. Deu no que se esperava: fortalecimento da relação.

A diferença entre os dois vices está simplesmente no fato de que Jonas tinha ambição pelo poder, o que no mundo político é algo absolutamente normal. Porém, quando se trata de um vice, esse desejo maior de alcançar outro patamar precisa estar alinhadinho com o prefeito, que de fato é quem detém o maior prestígio junto ao eleitorado. Quando isso não está costurado conjuntamente, a relação azeda.

E há quem diga que lá atrás Jonas em apenas uma semana fez muitos movimentos políticos que não estavam combinados. Victor não estava aqui, mas os seus olhos e ouvidos, que permaneceram, teriam lhe avisado dos atos.

O que me parece agora é outro cenário. Guedes passou nesse segundo teste porque, a rigor, se comportou na medida daquilo que se espera de alguém que detém o poder por um tempo minúsculo: seguir a cartilha posta.

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Disse segundo teste, porque o primeiro já teve. O vice-prefeito vem trabalhando junto a gestão, ou seja, há muito deixou de ter papel meramente figurativo para ganhar eleição.

Ruy Guedes trabalhou duro coordenando as ações contra a Covid-19 em Cachoeiro, no chamado Sistema de Comando Operacional (SCO). Foi teste de fogo onde coordenou, entre outros, medidas impopulares junto ao comércio local, como, por exemplo, fechamento de bares. Ficou sobretudo para ele a lição de que no mundo político não é dado ao líder o direito de ser apenas bonzinho, ou fazer média quando se exige a dureza dos atos.

O teste continua. Dia desses Guedes foi catapultado à condição de secretário de Governo. Cargo de prestígio político, mas também de grande responsabilidade. Em Cachoeiro esse cargo de primeiro escalão tem a capacidade de reprovar ou aprovar aqueles que buscam um lugar ao sol na política.

Como recordar é viver, basta lembrar que alçado a secretário de Governo pelo prefeito Roberto Valadão (MDB), Glauber Valadão foi reprovado na missão e passou de grande expoente da gestão ao ostracismo político, assim como o pai. O contrário disso foi Rodrigo Coelho, que teve a mesma chance com o prefeito Carlos Casteglione (PT) e fez do cargo trampolim bem sucedido para chegar a deputado estadual, secretário de Estado e hoje conselheiro do Tribunal de Contas.

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À Guedes parece ser dada a mesma chance. Não se sabe os planos de Victor Coelho, mas imagina-se que um vice-prefeito que sai do figurativo para exercer funções administrativas e políticas relevantes, passa a ser também um nome que não deve ser descartado de um futuro na vida pública.

Viajando para longe é quando Victor Coelho se aproxima mais do cenário político cachoeirense, com sinais importantes nos bastidores e que costuma determinar o futuro de seus aliados. Para o bem ou para o mal.

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Quando vi Ruy Guedes Júnior na cadeira de prefeito não pude me conter e relembrei do seu pai, de quem fui amigo de redação, de copo e de música. Ruy Guedes, pela história que deixou em Cachoeiro, mereceu ver o filho sentado ali.

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 “Sua voz, morta, ainda canta / Ainda espanta o mau agouro / Nessa terra, onde o silêncio literalmente, é de ouro / Eu nasci lá, numa terra, onde o céu é o próprio chão” – Carisma (Belchior)

 

 

 

 

 

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