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MPT notifica Pedro Guimarães para esclarecer assédios

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Pedro Guimarães foi notificado pelo MPT para prestar esclarecimentos sobre acusações de assédio sexual e moral na Caixa
Isac Nóbrega/Presidência

Pedro Guimarães foi notificado pelo MPT para prestar esclarecimentos sobre acusações de assédio sexual e moral na Caixa

O Ministério Público do Trabalho (MPT) notificou, nesta terça-feira (19), o ex-presidente da Caixa Pedro Guimarães para esclarecer as denúncias de assédio sexual e moral. Guimarães terá 10 dias para prestar informações ao MPT.

Essa é a segunda notificação do Ministério Público ao ex-presidente do banco. Em 29 de junho, o MPT solicitou informações a Pedro Guimarães, mas a defesa nega ter recebido a notificação. Já a Caixa informou que ele não estava mais no quadro de funcionários.

Em nota, os advogados de Guimarães informaram que ele deve explicar o caso e enviará “provas que atestam sua lisura”.

Pedro Guimarães foi acusado por assédio sexual contra funcionárias próximas de seu gabinete. A pressão sobre o ex-presidente da Caixa aumentou após a revelação de áudios em que Guimarães prática de assédio moral contra os diretores do banco.

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O ex-presidente da Caixa era membro da linha de frente do bolsonarismo e sempre participava dos eventos com a presença do presidente Jair Bolsonaro (PL). A aproximação entre eles fez Guimarães ser um dos candidatos a ser vice de Bolsonaro nas eleições de 2022, mas o nome do ex-ministro Walter Braga Netto é o mais cotado para o posto.

Após o surgimento das primeiras denúncias, o Ministério Público Federal (MPF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) abriram um inquérito para investigar os casos de assédio sexual. Já o Ministério Público do Trabalho (MPT) iniciou uma investigação sobre assédio moral no banco. Na segunda-feira (4), o MPT fez uma inspeção surpresa na sede da Caixa e deve colher depoimentos dos funcionários nas próximas semanas.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

STF forma maioria para reajustar salários em 18% do judiciário

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Suprema Corte aprovou reajuste salarial que poderá atingir R$ 46 mil
Luciano Rocha

Suprema Corte aprovou reajuste salarial que poderá atingir R$ 46 mil

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para reajustar salários do Judiciário em 2023. O aumento, segundo texto, será de 18% de forma escalonada.

A recomposição salarial está prevista no Orçamento do judiciário para o próximo ano. Após a votação de todos os ministros, o texto será encaminhado ao Congresso Nacional, que dará a palavra final sobre o aumento.

Atualmente, o salário de ministros do STF é de R$ 39,2 mil. Com o aumento, o valor passará para R$ 46,3 mil.

Os ministros aprovaram o aumento dividido em quatro parcelas de 4,5% entre os anos de 2023 e 2024.

Confira como será o reajuste do judiciário

  • 9% em 2023: 4,5% em abril e 4,5% em agosto;
  • 9% em 2024: 4,5% em janeiro e 4,5% em julho.

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Além dos ministros do STF, os vencimentos de membros do STJ, juízes, servidores das cortes superiores também serão reajustados. O valor também é usado como teto para os salários de servidores, ou seja, nenhum funcionário público pode receber mais que um ministro do Supremo Tribunal Federal.

Os ministros ainda aprovaram o reajuste de 10% nos gastos do judiciário para o próximo ano. O valor do orçamento, que antes era de R$ 767 milhões, passará para R$ 850 milhões em 2023.

Até o momento, nove ministros votaram a favor do projeto. Outros dois ministros ainda devem votar

Os votos são mantidos em sigilo e sem acesso às informações ao público. A expectativa é que o texto seja aprovado por unanimidade.


Fonte: IG ECONOMIA

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