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Mourão cancela viagem a Criciúma por aumento de casos de Covid-19 na cidade

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Hamilton Mourão
Romério Cunha/VPR

Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão

vice-presidente Hamilton Mourão cancelou uma viagem que faria nesta quarta-feira a Criciúma (SC) devido ao aumento no número de casos da Covid-19 na cidade. De acordo com a prefeitura de Criciúma, o município passa pelo pior momento até agora na pandemia do novo coronavírus , com 96% dos leitos de unidade de tratamento intensivo (UTI) ocupados.

Mourão faria uma palestra na Associação Empresarial de Criciúma (ACIC). Em nota, a Vice-Presidência afirmou que a agenda foi cancelada “em funçãoda situação sanitária na região do município de Criciúma”.

A ACIC, também em nota, disse que a decisão foi tomada em conjunto. “Mesmo o evento cumprindo todas as exigências sanitárias estabelecidas, a medida de cautela decorre do grande aumento no número de casos de Covid-19 na cidade”, diz o texto.

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De acordo com dados de terça-feira, Criciúma tem 1.145 casos ativos de coronavírus, sendo que 26 estão internados em UTI . Até o momento, a cidade teve 121 óbitos e 10.219 casos confirmados.

Na segunda-feira, em uma publicação em rede social, a prefeitura afirmou que “Criciúma ultrapassou, na última semana, o pico de casos positivados em comparação ao cenário de julho, considerado o maior da pandemia até então”.

“O momento é grave. Nós chegamos ao momento pior em toda a pandemia , com números que nos preocupam muito. Por isso, quero solicitar a você, criciumense, que nos ajude nesse momento. Observe as regras, o uso de máscara, o distanciamento, não sair de casa se não for necessário”, disse o secretário municpal de Saúde, Acélio Casagrande, em vídeo divulgado em rede social.

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Mourão diz que queda na avaliação de Bolsonaro é por situação da vacina e Manaus

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Mourão diz que avaliação do Governo Bolsonaro caiu pelo 'ruído' da vacina
O Antagonista

Mourão diz que avaliação do Governo Bolsonaro caiu pelo ‘ruído’ da vacina

O vice-presidente Hamilton Mourão atribuiu a um “momento de bastante ruído” a queda na avaliação do presidente Jair Bolsonaro , identificada na semana passada pelo Datafolha, mas afirmou que a situação vai melhorar quando for “esclarecido” o trabalho do governo pela vacinação contra a Covid-19 e na crise de saúde em Manaus. O vice-presidente também defendeu o trabalho do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

“Está havendo um momento de bastante ruído, por dois aspectos. Um aspecto é a questão da vacina, da vacinação, que no momento que for esclarecido que o governo está fazendo o possível e o impossível para ter o fluxo contínuo, e também a questão de Manaus, no momento que for esclarecido, acho que diminui esse ruído”, disse Mourão, ao chegar no Palácio do Planalto.

Para o vice-presidente, a eleição para a presidência da Cãmara e do Senado, que ocorre na próxima semana, também ajudará a abaixar as “pressões”. “E óbvio que tem as eleições das duas Casas do Legislativo, que influem. Semana que vem acho que baixa um pouco as pressões”, declarou.

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De acordo com o levantamento do Datafolha , divulgado na sexta-feira (22), 40% brasileiros consideram a gestão de Bolsonaro ruim ou péssima. Em dezembro, o percentual era de 32%. A avaliação positiva (ótimo ou bom), por outro lado, caiu de 37%, em dezembro, para 31%.

Em relação ao pedido de inquérito contra Pazuello , o vice-presidente disse que uma investigação seria positiva para chegar “à conclusão do que aconteceu”. Mourão afirmou, no entanto, que o ministro faz um trabalho “de forma honesta e competente”.

“Uma vez que existe muito disse-me-disse a respeito disso, acho que a melhor linha de ação é que se chegue à conclusão do que aconteceu. Eu tenho acompanhando o trabalho do ministro Pazuello, sei que ele tem feito um trabalho meticuloso e de forma honesta e competente. Que se investigue e se chegue à conclusão do que aconteceu”, afirmou. 

O pedido de inquérito foi apresentado no sábado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, ao Supremo Tribunal Federal ( STF ). A solicitação ainda não foi analisada, mas a praxe na Corte é autorizar os inquéritos pedidos pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

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