Agronegócio

Monitor do Seguro Rural avalia produtos para florestas

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Brasília (27/11/2020) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na sexta (27), da reunião virtual do projeto Monitor do Seguro Rural para avaliar produtos e serviços oferecidos pelas seguradoras e propor aperfeiçoamentos nos seguros agrícolas disponíveis para florestas.

O projeto é uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a CNA e outras entidades do setor. Participaram do encontro produtores rurais e representantes dos setores público e privado, além de seguradoras.

Conforme dados do Mapa, o Programa de Seguro Rural (PSR) prevê um percentual de subvenção de 40% e limite anual de R$ 24 mil para essa modalidade de seguro. Em 2020, a área segurada de florestas pelo PSR até agora é de 35,2 mil hectares, com 263 apólices e R$ 324,7 milhões em importância segurada.

“Existem atividades e culturas pouco desenvolvidas no Brasil em seguro rural e, certamente, as florestas tem um grande potencial para crescer. A ideia é entender qual seria o melhor produto e o que precisa aprovar para termos um seguro eficiente para o setor”, disse o diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Pedro Loyola.

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Na opinião do assessor técnico da CNA, Rogério Avellar, a baixa adoção de seguros do setor de florestas plantadas acontece em razão do desconhecimento dos produtos – específicos e oferecidos por poucas seguradoras – e pelas peculiaridades do setor, que tornam o produto caro para médios e grandes produtores.

Para aumentar a utilização do seguro, ele acredita que é preciso aproximar seguradoras e produtores. Segundo Rogério, a CNA também vem promovendo iniciativas para aumentar esse diálogo dentro da Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura, a fim de conseguir mais informações e detalhes para aperfeiçoar os produtos.

“É importante que esses produtos tenham uma modelagem mais adequada à realidade da produção florestal e do próprio produtor. Essa aproximação é fundamental para que esses produtos possam ser futuramente adquiridos e esse mercado se tornar importante para o setor de florestas”, afirmou Rogério Avellar.

Durante a videoconferência, uma representante da seguradora Mapfre apresentou produtos para o segmento.

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Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

CNA e Apex-Brasil promovem seminário de capacitação em vendas para União Europeia

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Brasília (26/01/2020) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promoveu, na terça (26), um seminário virtual para capacitar empresários rurais brasileiros em vendas para a União Europeia.

O evento faz parte das ações do Agro.BR, projeto voltado para a internacionalização do agro brasileiro. A iniciativa auxilia empresários do setor, viabilizando negócios internacionais para aumentar a presença de pequenos e médios produtores no comércio exterior, além de diversificar a pauta de exportação brasileira.

Na abertura do seminário, a coordenadora de exportação da CNA, Camila Sande, afirmou que a Europa é um mercado desafiador e exigente, mas é um tradicional parceiro comercial do Brasil. “Com essas ações do projeto, a gente espera consolidar e ampliar a venda de produtos agropecuários nesse mercado”.

O chefe de operações do escritório da Apex-Brasil em Bruxelas, Alex Figueiredo, foi um dos palestrantes do evento e falou sobre a economia, o comércio e os mercados-alvo da União Europeia, além da saída do Reino Unido do bloco europeu (Brexit).

“Juntos, os 27 países do bloco e o Reino Unido são os maiores exportadores e o segundo importador de alimentos e bebidas do mundo. Hoje a população já totaliza 450 milhões de habitantes, a terceira maior do mundo. É um mercado potencial e está em ascensão”, disse.

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Em sua apresentação, Alex informou que a União Europeia possui mais de 40 acordos internacionais e é considerado um exportador de regulamentos, com exigências alfandegárias e certificados específicos. “É fundamental que o empresário conheça o mercado que se pretende trabalhar e a melhor forma de conquistá-lo”.

Sobre o acordo Mercosul-União Europeia, Figueiredo destacou que o processo de negociação durou 20 anos (1999-2019). “É um acordo de associação com três pilares: comércio, cooperação e diálogo politico”.

Com relação ao Brexit, o chefe de operações afirmou que existe um novo perfil tarifário e que o Reino Unido isentou as alíquotas em 5% das classificações do complexo alimentos e bebidas, ou seja, em 36 dos mais de 700 produtos classificados no sistema harmonizado internacional. Frutas, carnes, sucos, grãos são também submetidos a cotas.

Durante o seminário, a analista de negócios da Apex-Brasil, Magdalena Smorczewska, fez uma exposição sobre as oportunidades e a cultura de negócios da Europa. “O comércio europeu é competitivo, exigente, complexo e composto por múltiplos mercados. É referência mundial de novas tendências e benchmarking”.

De acordo com Magdalena, há oportunidades de negócios para diversos segmentos, como cacau, café e castanhas. “A União Europeia é um forte mercado produtor de chocolate e precisa de insumos. Em relação ao café, há oportunidades para os especiais que estão em destaque e produtos de alta qualidade. Para as castanhas, existe uma demanda impulsionada pela popularidade de alimentação saudável”.

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No encontro, a analista da Apex-Brasil pontuou algumas tendências do mercado e dos consumidores europeus. Segundo ela, há uma crescente preocupação com a saúde e o bem-estar, com adoção de hábitos alimentares e características para o estilo de vida saudável. “Linhas de produtos free from, nomeadamente sem glúten e sem lactose, por exemplo, têm sido um sucesso em vendas e lançamentos”.

Para a especialista, são várias oportunidades no mercado europeu, mas existem algumas sensibilidades, como a adequação dos preços às expectativas dos consumidores e aos valores médios das categorias de produtos específicos. Além da importância do prazo de validade adequado, o alto nível da conscientização dos consumidores que analisam rótulos e etiquetagem e a necessidade de investir em marketing e posicionamento dos produtos.

Por fim, Magdalena Smorczewska ressaltou aos participantes do seminário que o exportador brasileiro tem que despertar o interesse do comprador, fornecendo embalagem moderna, prática sustentável, propriedade do produto apresentado e seus benefícios para a saúde. “É necessário que o empresário disponha de informações precisas sobre o produto, como teor de açúcar, corantes e conservantes”.

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Fonte: CNA Brasil

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