Saúde

Ministério Público analisa cultos religiosos na Fase Vermelha em SP

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O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) informou que está analisando o decreto do governo paulista que autorizou o funcionamento de templos religiosos durante a Fase Vermelha de combate à pandemia de covid-19.

Segundo o Ministério Público, o assunto será debatido nesta segunda-feira (8) pelo procurador-geral de Justiça, Mario Sarrubbo, membros do gabinete de crise da covid-19 do MPSP, integrantes do Comitê de Contingência do governo estadual e líderes religiosos.

Desde o último sábado (6), em todo estado de São Paulo está vigorando a Fase Vermelha, a mais restritiva classificação do Plano São Paulo, em que apenas as atividades consideradas essenciais podem ser realizadas.

O decreto do governador João Doria, publicado no Diário Oficial do Estado no último dia 2, acrescentou cultos religiosos de qualquer natureza ao rol de atividades consideradas essenciais.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Vacina da Fiocruz Minas e UFMG avança em testes de laboratório

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Um estudo para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19 pelo Instituto René Rachou (Fiocruz Minas) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concluiu, com “resultados bastante animadores”, a etapa de prova de conceito, informou ontem (12) a Agência Fiocruz. Tal etapa faz parte dos estudos pré-clínicos, em laboratório, e indica se a vacina tem potencial para produzir resposta imune e proteção contra a doença.

Cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas (INCTV) da Fiocruz Minas e do Centro de Tecnologia em Vacinas da UFMG trabalham no desenvolvimento deste imunizante, desde março de 2020. Segundo os pesquisadores, a vacina não apenas protegeu os camundongos usados na prova de conceito, como também evitou qualquer manifestação clínica da doença.

A pesquisa agora seguirá nos estudos pré-clínicos, com testes em macacos, considerados fundamentais para que se possa avançar em direção aos testes clínicos, em humanos. Nos primatas não-humanos, os pesquisadores vão investigar se a resposta imune causada pela vacina tem capacidade de produzir anticorpos contra o novo coronavírus.

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O início dos testes em humanos pode ocorrer ainda neste ano, segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo. Porém, essa etapa requer a produção de um lote piloto da vacina dentro de rigorosos critérios de boas práticas e controle de qualidade, o que exigirá maior volume de recursos financeiros.

O pesquisador Ricardo Gazzinelli, coordenador do INCTV, explica que a plataforma tecnológica usada na vacina consiste na combinação de duas proteínas, entre elas a proteína S, utilizada pelo novo coronavírus para invadir as células do hospedeiro. Essas proteínas são combinadas em uma proteína “quimera”, que obteve os resultados positivos na prova de conceito.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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