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Metrô de SP pode entrar em greve nesta quarta-feira (12)

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Cerca de 7 mil funcionários deve aderir a greve e paralisar quatro linhas
CPTM / DIVULGAÇÃO

Cerca de 7 mil funcionários deve aderir a greve e paralisar quatro linhas

O Sindicato de Metroviários de São Paulo convocou a paralisação do metrô da capital paulista a partir desta quarta-feira (12) para reivindicar reajuste salarial e manutenção do cálculo de direitos. Se confirmada, a greve deve paralisar quatro linhas da CPTM: 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

Os servidores solicitam o aumento salarial de 10%, valor calculado pela inflação acumulada dos últimos dois anos, e reajustes de direitos, como adicional noturno e férias . A grave, no entanto, deve ser confirmada nesta terça-feira (11), após reunião com o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) e da votação dos trabalhadores.

“O Metrô interrompeu as negociações e não quer dar nada de reajuste. Até o momento, não há indício de negociação e a nossa posição é por uma greve por tempo indeterminado”, disse Wagner Fajardo, ao jornal Agora São Paulo .

A expectativa do sindicato é que 100% dos trabalhadores das linhas façam parte da manifestação. Ao todo, 7.200 pessoas trabalham nas linhas que devem paralisar na quarta-feira.

O iG entrou em contato com a Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo e com o Metrô, mas não obteve retorno até o momento.

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

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Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia
Fernanda Capelli

Covid-19: Veja 10 ações que se beneficiaram com a pandemia

Em meio a um cenário mundial catastrófico, a crise gerada pelo novo Covid-19 foi inédita. A pandemia, que levou muitas vidas, mudou completamente a rotina mundial e pegou todos de surpresa.

Dessa forma, o planeta inteiro passou muito tempo tentando entender como passar pela situação. Até hoje, mais de um ano após a chegada da doença, ainda estamos vivendo muitas dificuldades.

Portanto, para o mercado financeiro não foi diferente. Todas as bolsas de valores do mundo foram de alguma forma afetadas, ao ponto de investidores e analistas do mercado nomearem o período de “banho de sangue”.

Entretanto, mesmo com tantos desafios, houve quem ultrapassasse a tempestade sem muitos problemas , assim como, aproveitando certas oportunidades com as circunstâncias de crise mundial.

Portanto, veja as 10 ações que se beneficiaram com a pandemia e descubra como elas conseguiram se levantar, enquanto o mundo todo caía.

1. Weg (WEGE3)

Com impressionantes 114,57% de valorização, a Weg é a primeira da lista em disparada. Esta é uma empresa multinacional brasileira, do setor de tecnologia.

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Dessa forma, um dos motivos da valorização em meio a pandemia foi a alta do dólar, uma vez que a companhia recebe os lucros através da moeda norte-americana.

2. Magalu (MGLU3)

A empresa que dispensa comentários está em segundo lugar da nossa lista, com 96,03% de valorização sobre seus ativos. Todavia, com a pandemia, o Magalu saiu na frente devido ao seu domínio em relação a tecnologia, assim como em logística, o que foi um diferencial em se tratando de e-commerce.

O Magazine Luiza se tornou uma empresa de plataforma digital de varejo, formada por um ecossistema digital multicanal que contribui para que milhares de outros negócios ingressem no universo das transações virtuais.

3. Vale (VALE3)

A Vale, maior empresa brasileira exportadora de minérios, aumentou em 61,64% o valor de suas ações em meio a crise pandêmica mundial. Isso se deu devido ao preço do minério de ferro, que permaneceu estável em 2020.

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4. Marfrig (MRFG3)

É uma das maiores companhias de alimentos do mundo exportando proteína animal. Dessa forma, a empresa recebe em dólar. Desta forma, a Marfrig teve uma valorização de 47,12% ao ano durante a pandemia.

5. Klabin (KLBN4)

A Klabin é uma empresa produtora e exportadora de papel, celulose e insumos hospitalares. Durante a crise, suas ações chegaram a 45,96% de valorização, devido a alta demanda desses insumos, assim como o aumento no consumo de papel.

Confira a reportagem completa aqui

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