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Mercúrio Retrógrado a partir de hoje; veja o que fazer no período

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Mercúrio Retrógrado não é vilão, pelo contrário, ele é necessário para trazer para nossa consciência o quanto é importante fazermos pausas estratégicas na nossa vida
Reprodução: Alto Astral

Mercúrio Retrógrado não é vilão, pelo contrário, ele é necessário para trazer para nossa consciência o quanto é importante fazermos pausas estratégicas na nossa vida

O primeiro Mercúrio Retrógrado de 2022 começa hoje (14 de janeiro) e vai até o 5 de fevereiro. Mercúrio é o Planeta que rege nossos pensamentos, meios de comunicação e meios de transportes . A retrogadação é uma ilusão de ótica, já que os planetas não mudam sua trajetória ao redor do sol, a visão que temos deles da Terra faz parecer que estão girando no sentido contrário. Na astrologia, quando um planeta está retrógrado é como se ele estivesse “andando para trás”, já que nesses períodos as energias que o planeta movimenta são afetadas.

Segundo a astróloga Sara Koimbra, o período de Mercúrio Retrógrado é  ideal para desacelerarmos. “Afinal, nossos pensamentos ficam mais confusos, os meios de comunicação falham e panes em eletrônicos e carros são comuns de acontecer. Por isso, para lidar bem com esse momento, é importante (se possível) evitar tomar decisões muito importantes, assinar contratos, comprar eletrônicos. Caso for realizar alguma viagem, fazer uma boa revisão no carro”, diz.

Apesar de desafiador, Mercúrio Retrógrado não é vilão, diz a astróloga. Ao contrário, ele é necessário para trazer para nossa consciência o quanto é importante fazermos pausas estratégicas na nossa vida, para revisar e reajustar nossos planos e nossa jornada. “Esse é um bom momento também de tirar o pé do acelerador, observar e aproveitar mais a vida, sem tantas exigências”, observa.

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Sara Koimbra acrescenta que Mercúrio retrógrado não acontece para nos prejudicar: ele ocorre para que possamos respirar e retornar nossas atividades com mais clareza das decisões e atitudes que precisamos tomar. “Se precisar decidir algo nesse período ou tiver que assinar um contrato é só ser bem assertivo ao se comunicar e ler mais de uma vez antes de assinar”, recomenda.

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Segundo a astróloga, os signos que mais vão sentir o Mercúrio Retrógrado são: Aquário (porque Mercúrio estará nesse signo quando iniciar sua retrogradação); Capricórnio, (o planeta irá retornar a esse signo a partir do dia 26 de janeiro); Gêmeos e Virgem (por serem regidos por esse Planeta). “Os nativos desses signos devem prestar bastante atenção nos insights que surgirão nesse período e buscar ter mais cautela nas decisões importantes”.

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Os signos do elemento Água (Peixes, Câncer e Escorpião) irão também sentir esse movimento, mas com menos intensidade do que os demais signos e provavelmente irão ter maior possibilidade de entrar em contato com questões do passado para resolver. 

“Não é momento de pânico e sim de entender que o Universo sempre coopera para o nosso bem e oferece oportunidades de crescimento. Apesar de ser um tanto desafiador, Mercúrio Retrógrado contribui para que possamos ter um tempo de qualidade para revisar nossa missão de vida”, conclui.

Mais Mercúrio retrógrado em 2022

O planeta Mercúrio deve entrar em retrogradação mais três vezes esse ano. Veja quais assuntos pedem mais atenção e cautela nesses período segundo a astróloga Virgínia Gaia.

  • De 14 de janeiro a 5 de fevereiro : assuntos relacionados à ciência, à comunicação de massa, planejamento de longo prazo, carreira e posições de poder.
  • De 10 de maio a 3 de junho : temas relacionados às finanças e aos valores essenciais.
  • De 10 de setembro a 2 de outubro : assuntos relacionados à diplomacia, relacionamentos dos mais diversos tipos, além de saúde, organização de agenda e cotidiano.
  • De 29 de dezembro de 2022 a 18 de janeiro de 2023 : temas relacionados ao planejamento de longo prazo, carreira e posições de poder.  
Fonte: IG Mulher

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99 registra aumento de 42% em corridas para as Delegacias de Mulheres

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O app possui vouchers de descontos para quem denuncia violência doméstica
Pexels/Karolina Grabowska

O app possui vouchers de descontos para quem denuncia violência doméstica

As mulheres procuraram mais as delegacias especializadas para fazer denúncias de agressões domésticas em 2021 em relação a 2020. Em um levantamento realizado pela 99, empresa de tecnologia ligada à mobilidade urbana, feito a partir das viagens com destino a endereços próximos às 180 Delegacias de Mulheres de todo o país, houve aumento de 42% no volume de corridas.

Entre as capitais, Rio de Janeiro, seguida de São Paulo, Recife, Macapá e Salvador se destacam como as cinco com maior número de viagens. Das 78 cidades brasileiras que registraram pelo menos uma solicitação com destino à delegacia de mulheres, 18 são capitais, seis são da região Nordeste e quatro da região Sudeste. Norte e Centro-Oeste registram três capitais cada uma e o Sul aparece com duas.

“Independentemente de onde tenha ocorrido a violência, seja em casa, no trabalho ou em uma corrida por aplicativo, a mulher pode e deve solicitar apoio usando o aplicativo da 99 e nós entendemos que é nosso papel apoiar ações para acolher as vítimas e dar um basta neste ciclo de dor e agressão”, explica Livia Pozzi, diretora de Operações e Produtos da 99.

Desde o ano passado, quando começaram a crescer os números de agressões a mulheres por conta do isolamento social provocado pela Covid-19, a 99 estimula a denúncia e o combate à violência sofrida, seja em casa, no trabalho, no deslocamento. O subsídio de viagens para Delegacias de Mulheres é uma das ações da 99 focadas no público feminino.

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Em 2019 a plataforma lançou o programa Mais Mulheres na Direção que marcou o compromisso da companhia em melhorar a mobilidade urbana e estabelecer um engajamento com a luta feminina. Atualmente, a empresa transformou a campanha em um programa que inclui diversas iniciativas, uma delas, a parceria com o projeto Justiceiras, destinado a acolher e encaminhar vítimas de violência doméstica a equipes especializadas. Desde março a plataforma disponibiliza um canal direto no aplicativo, o que estimulou, uma média de três mulheres por dia procurarem as voluntárias do grupo para denunciar abusos e agressões.

Perfil das mulheres vítimas de agressões

Desde março deste ano, por meio de um botão de denúncia no aplicativo da 99, mulheres em situação de vulnerabilidade podem contar com o acolhimento das voluntárias do projeto Justiceiras (de forma online e gratuita), assim que o aplicativo é iniciado.

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Segundo dados do projeto Justiceiras, há um perfil de mulheres que procuraram o grupo neste ano, via aplicativo da 99 e fora da plataforma. Sete entre 10 mulheres são pardas, indígenas ou negras. Das que possuem emprego, 90% recebem um salário mínimo, mas 50% sequer possuem trabalho, o que dificulta a busca por ajuda, uma vez que são financeiramente dependentes dos companheiros.

A parceria registrou até o mês de setembro de 2021 mil pedidos de apoio via aplicativo da 99. Em 84% dos casos, os agressores são maridos ou ex-maridos. Neste cenário, sem privacidade, 45% moram com o agressor e 24% são vigiadas pelo celular. Sem acesso, muitas sequer fazem denúncias. Das que procuraram as voluntárias este ano, 48% foi para o primeiro pedido de ajuda.

Investimento em tecnologias

Para oferecer segurança para as usuárias antes, durante e depois das corridas, a 99 investe continuamente em um ecossistema de segurança com alta tecnologia. Dentre as funcionalidades, estão inteligências artificiais que identificam passageiras que estão em situações de maior risco e direciona a chamada para um motorista parceiro melhor avaliado ou motorista mulher; rastreador de comentários que analisam palavras e contextos relacionados a assédio para banir agressores e direcionar as vítimas para acolhimento e suporte; opção de compartilhar a rota para contatos de confiança; monitoramento de corrida em tempo real via GPS; câmeras de segurança; gravação de áudio; botão de ligação para a polícia e uma Central de Segurança disponível 24 horas, 7 dias por semana, que realiza atendimento humanizado.

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Para as motoristas parceiras, que hoje representam 5% da base de condutores da plataforma, a empresa lançou o 99Mulher, uma ferramenta que permite receber chamadas apenas de passageiras, que são cerca de 60% da base de usuários da empresa, incentivando a atividade entre as mulheres.

Além de ferramentas de segurança, a 99 também investe em educação e conscientização e, em parceria com o Instituto Ethos, a 99 criou o Guia da Comunidade 99 que promove respeito e diversidade a mais de 20 milhões de passageiras, passageiros e motoristas parceiros do app. O documento conta com capítulos sobre o combate ao assédio e discriminação a mulheres.

O Guia fomenta direitos, deveres e comportamentos esperados na comunidade, dá dicas específicas sobre o que fazer e o que não fazer, além de quais são as medidas aplicadas pela companhia em caso de ocorrência, como bloqueio imediato do agressor e apoio às autoridades. Além disso, explica como denunciar e quais são os canais. Segundo a companhia, a meta é criar um círculo virtuoso de gentileza para uma plataforma e sociedade melhores – diminuindo, assim, casos de desrespeito durante corridas. O Guia da Comunidade 99 está disponível online em 99app.com/guiadacomunidade.

Fonte: IG Mulher

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