Agronegócio

Mais de 12 mil produtores rurais serão atendidos pelo Senar-ES em 2021

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Em 2021, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Espírito Santo (Senar-ES) vai realizar 1.120 treinamentos de Formação Profissional Rural e Promoção Social. A previsão é de que mais de 11 mil produtores participem das capacitações. Além disso, 1.100 propriedades rurais serão inseridas no Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).

Os treinamentos são nas áreas de agricultura, pecuária, agroindústria, administração rural, operação de máquinas agrícolas, culinária, artesanato, prestação de serviços, entre outras.

“As demandas das capacitações do Senar-ES são levantadas anualmente, através de reuniões que fazemos em todos os municípios do Estado, para entender o que as famílias rurais precisam. Em 2021 queremos que nossas ações atinjam ainda mais produtores para aprimorarem seus conhecimentos e buscarem novas oportunidades”, revelou a Superintendente do Senar-ES, Letícia Simões.

Em 2020, os treinamentos do Senar-ES contemplaram mais de 4.600 produtores rurais capixabas. Foram 375 capacitações presenciais, além de videoaulas virtuais, enquanto as capacitações estavam suspensas por causa da pandemia do novo coronavírus.

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Ao todo, 62 municípios capixabas realizaram ao menos uma das ações do Senar-ES para o público rural, incluindo a ATeG, nas áreas de cafeicultura, cacauicultura, cultivo de cana de açúcar, bovinocultura, fruticultura, olericultura, heveicultura, pipericultura, Sistema Agroflorestal, floricultura, piscicultura, ovinocultura e feno.

“Foi um ano difícil para todos nós, por causa da pandemia, mas buscamos soluções para não deixar as famílias rurais na mão, sem informação. O agronegócio não parou de trabalhar e nós também não paramos de oferecer o serviço que o produtor precisa para se capacitar e produzir ainda melhor”, disse Letícia.

Para participar das ações do Senar-ES, basta procurar o Sindicato Rural municipal: https://www.faes.org.br/.

Foto: Wenderson Araujo

Fonte: CNA Brasil

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Agronegócio

Cultivo do coco vira possibilidade para produtores de Mato Grosso

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O plantio do coco vem ganhando novas regiões de cultivo. Produtores do Sudeste e Centro-Oeste do país estão explorando a cultura com a finalidade de produção de água de coco. Segundo o instrutor credenciado junto ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT), Rafael Reginato Ávila, o cultivo apresenta um grande potencial de exploração.

 “A cultura apresenta uma grande diversidade nas formas de comercialização. O coco é aproveitado de forma industrial através da extração do óleo utilizado na produção de cosméticos, produtos de limpeza, higiene e medicamentos. In natura com o consumo da água e na utilização no preparo de doces e também para confecção de objetos através de sua casca fibrosa”.

Ávila conta ainda que existem três principais variedades de cultivo. “O produtor pode escolher entre gigante, anã e híbrida. É importante que ele se atente aos critérios específicos como estudo do mercado local, potencial produtivo da área e necessidades do público alvo e também se sua propriedade rural atende as necessidades da cultura como solo, clima e questões hídricas”.

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O treinamento ofertado pelo Senar-MT em parceria com os sindicatos rurais, possui 40 horas e tem como objetivo ensinar os participantes a fazer o cultivo do coco para consumo, processamento e comercialização, utilizando práticas atuais e de diferentes níveis tecnológicos de produção.

Ingrid Weber, 50, moradora do município de Nobres, aproveitou o curso demandado pelo Sindicato Rural de Rosário Oeste para aprender um pouco mais sobre a cultura. “Além de me interessar bastante pelo cultivo, achei uma boa oportunidade de aprendizado para investir nesse tipo de produção, que ainda falta em nossa cidade”.

A artesã acrescenta que através dos conhecimentos aprendidos no treinamento pretende realizar seu próprio plantio além de repassar as informações para vizinhos e familiares. “Em nosso município necessitamos muito de treinamentos voltados ao cultivo de culturas, até para investirmos mais na agricultura local. Após o treinamento pretendo realizar meu próprio plantio e repassar os aprendizados aos meus filhos e netos. E, caso algum vizinho precise de informações, irei auxiliar também”.

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Fonte: CNA Brasil

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