Educação

Mais 82 escolas municipais do Rio retomam atividades presenciais

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O prefeito Eduardo Paes visitou, na manhã desta quarta-feira (3), a Escola Municipal João de Camargo, em São Cristóvão, zona norte do Rio de Janeiro, dando início à nova etapa do ensino presencial na cidade. A unidade é uma das 82 escolas da rede de ensino público que reabriram hoje para receber os alunos.

O retorno às aulas presenciais começou no dia 24 de fevereiro, com 38 escolas. Com as unidades reabertas hoje, chega a 120 o número de escolas municipais com atividades presenciais em todas as regiões do município. Nesta fase, as aulas são direcionadas para alunos da pré-escola, 1º e 2º anos do ensino fundamental.

Eduardo Paes destacou que muitas crianças passaram o ano inteiro sem qualquer possibilidade de frequentar a escola, o que tem grande impacto na educação e na vida delas. “Estamos fazendo um esforço, sabemos que é um momento de pandemia, de dificuldade, mas desde o início temos dito isso: a escola vai ser sempre a primeira a abrir e a última a fechar”.

Ao lado do secretário de Educação, Renan Ferreirinha, o prefeito percorreu a unidade para verificar toda sua infraestrutura.

Planejamento

O prefeito disse que o retorno gradual das aulas presenciais foi cuidadosamente planejado e estruturado. Segundo Paes, todas as medidas de proteção foram garantidas, seguindo o protocolo sanitário aprovado pelo Comitê Especial de Enfrentamento da Covid-19, que inclui distanciamento social, uso de máscaras e higienização das mãos com álcool em gel.

“Fizemos tudo com muito critério e cuidado para que as unidades estivessem prontas para receber os alunos. Nada foi feito de forma assoberbada e irresponsável. Nossa proposta foi proteger funcionários, professores e alunos, e permitir que as crianças tenham direito a um futuro melhor”, afirmou o prefeito.

Para evitar aglomerações tanto dentro quanto fora das salas, a Escola João de Camargo dividiu as turmas em três grupos: A, B e C. Cada grupo vai frequentar as aulas em dias alternados da semana. Além disso, foi instalada no pátio da escola uma estação de higienização para as crianças lavarem as mãos, antes de ir para o refeitório ou para as salas.

Com mais 82 unidades municipais em funcionamento na cidade, serão atendidos 23,5 mil estudantes. Eduardo Paes lembrou que o retorno é opcional e cabe aos pais e responsáveis a decisão de levar os alunos às unidades. Os que optarem por não comparecer às escolas vão estudar regularmente pelo modo remoto.

Três elementos

O secretário de Educação informou que, para ser considerada apta, a escola precisa seguir pelo menos três elementos. “Primeiro, são as adequações de infraestrutura que o espaço requer. Em segundo lugar, está a retomada de serviços essenciais, como limpeza, merendeiras e internet, entre outros. E, em terceiro, a disponibilidade de pessoal, que vimos fazendo junto ao setor de recursos humanos da prefeitura e da Secretaria Municipal de Educação”, explicou Ferreirinha.

A próxima fase do retorno de aulas presenciais está prevista para o dia 17 deste mês para alunos do 3º ao 5º anos, 6º Ano Carioca, 9º Ano e Carioca II. A Fase 3, para alunos de creche, 6º ao 8º anos, Educação de Jovens e Adultos e Classe Especial, começa no dia 31 de março.

Pesquisa

Pesquisa feita pela Secretaria Municipal de Educação com os responsáveis pelos estudantes das 120 escolas já reabertas revelou que 82% preferem a volta às aulas presenciais. O motoboy Gutierre de Oliveira, pai de Augusto, que tem 5 anos e é aluno do 1° ano do ensino fundamental da Escola Municipal João de Camargo, pensa assim. Ele disse que o filho ficou tão ansioso pelo retorno às aulas que nem dormiu direito de ontem para hoje

.“Em casa, ele fica entediado, agitado, mas foi o primeiro a acordar hoje. O Augusto é muito comunicativo, gosta de se enturmar com as outras crianças. Como é filho único, e moramos longe dos parentes, não temos com quem deixá-lo para ir trabalhar. A volta às aulas vai fazer muito bem a ele”, disse Gutierre. Ele e o menino foram os primeiros a chegar à escola, bem antes do horário de entrada, às 8h.

A doméstica Josefa Santiago dos Santos, mãe de Davi, que tem 5 anos e voltou hoje a frequentar as aulas do 1° ano da escola de São Cristóvão, concorda e diz que ofilho não queria fazer as atividades em casa, ficava muito agitado e só queria brincar. “Na escola, precisa ficar concentrado nos estudos, e a gente fica mais tranquila para ir trabalhar”, afirmou Josefa.

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Ensino remoto

Desde o início do ano letivo, no dia 8 de fevereiro, os estudantes do Rio podem assistir a videoaulas elaboradas e apresentadas por professores da rede municipal. O Rioeduca na TV vai ao ar pelo sinal aberto da TV Escola (canal 2.3) e também pela TV fechada: NET/Claro (canal 15), Claro TV (canal 8), Oi TV (canal 25), Sky (canal 21) e Vivo (canal 7).

As videoaulas de Rioeduca na TV também ficam disponíveis no canal da MultiRio no YouTube. Além disso, no Portal MultiRio, uma área especial reúne informações sobre o Rioeduca na TV, como a programação e conteúdos relacionados, informou a Secretaria Municipal de Educação.

A secretaria disponibiliza ainda o aplicativo Rioeduca em casa, disponível para IOS e Android, que pode ser baixado em smartphones dos estudantes e responsáveis. O acesso é gratuito. A Secretaria de Educação patrocina os dados para os estudantes.

Alunos que não têm equipamentos para acessar a internet ou que morem em áreas sem cobertura, vão receber o material didático impresso, o Material Rioeduca e, em algum momento, irão às escolas para completar as atividades didáticas. Caso o aluno tenha alguma dúvida, ela será respondida na próxima vez em que ele for à escola buscar os trabalhos que deverá fazer.

Escolas reabertas hoje

1- EDI Professora Sarita Konder – Laranjeiras

2- EM Mano Décio da Viola Curicica – Jacarepaguá

3- EM Denise Maria Torres – Taquara

4- EM Gastão Monteiro Moutinho – Taquara

5- EM Professora Didia Machado Fortes – Barra da Tijuca

6- EM Alphonsus de Guimaraens – Cidade de Deus

7- EM Haydea Vianna Fiuza de Castro – Santa Cruz

8- EM Franklin Távora – Paciência

9- EM Ponte dos Jesuítas – Santa Cruz

10- EM Ricardo Brentani – Santa Cruz

11- Ciep Major Manuel Gomes Archer – Paciência

12- EM Juliano Moreira – Taquara

13- EM Paroquial Nossa Senhora do Loreto Freguesia – Jacarepaguá

14- EM José Joaquim de Queiroz Junior – Praça Seca

15- EM Madre Tereza de Calcutá Curicica – Jacarepaguá

16- EM Roberto Burle Marx – Curicica

17- Ciep Pablo Neruda – Taquara

18- Ciep Compositor Donga – Taquara

19- Ciep Margaret Mee – Recreio dos Bandeirantes

20- EM Augusto Magne – Cidade de Deus

21- EM Professoranda Leila Barcellos de Carvalho – Cidade de Deus

22- EM Frederico Eyer – Cidade de Deus

23- EM Collechio – Bangu

24- EM Professora Ivone Nunes Ferreira – Senador Camará

25- EDI Rafael Pereira da Silva – Padre Miguel

26- EDI Professor Antonio Flavio Pierucci – Senador Camará

27- EM José Pancetti – Realengo

28 – EM Carlos Maul – Realengo

29 – EM Atenas – Cosmos

30 – EM Lycio de Souza Carvalho – Inhoaíba

31 – EM Raymundo Corrêa – Campo Grande

32 – EM Professor Manuel Said Ali – Campo Grande

33 – EDI Joari – Campo Grande

34 – EM Vivaldo Ramos de Vasconcelos – Paciência

35 – EM Prefeito João Carlos Vital – Santa Cruz

36 – EM Otelo de Souza Reis – Santa Cruz

37 – EM Professora Maria Santiago – Santa Cruz

38 – EM Professor Darcy Araújo de Miranda – Santa Cruz

39 – EM Miguel Calmon – Paciência

40 – EM Espanha – Paciência

41- EM Ribeiro Couto -Paciência

42 – EM Professora Leila Mehl Menezes de Mattos – Santa Cruz

43 – EM Roberto Coelho – Santa Cruz

44 – EM Marinheiro Joãio Cândido – Santa Cruz

45 – EM Mario Lago – Santa Cruz

46 – EM Maria de Jesus Oliveira – Santa Cruz

47 – EM Professor Francisco José Antônio – Santa Cruz

48 – EM Walquir Pereira – Nova Sepetiba – Santa Cruz

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49 – CM Djanira Maria Ramos – Paciência

50 – EDI Medalhista OIímpica Poliana Okimoto – Santa Cruz

51 – EDI Medalhista OIímpico Erlon de Souza SiIva – Santa Cruz

52 – EM Professora EIisa Joaquina Daltro Peixoto – Pedra de Guaratiba

53 – Ciep AImir Bonfim de Andrade – ViIa Valqueire

54 – CM Tia Maria – Tijuca

55 – EM Capitão de Fragata Didier Barbosa Vianna – Tauá

56 – EM Rodrigo Otávio – Moneró (Ilha do Governador)

57 – EM Mastro Francisco Braga – Portuguesa

58 – EM João de Camargo – São Cristóvão

59 – EM Mestre WaIdemiro – São Cristóvão

60 – Ciep Presidente Salvador Allende – ViIa Isabel

61 – EDI Anísio Teixeira – Pilares

62 – EDI Presidente Kennedy – Riachuelo

63 – EM Nerval de Gouveia – Ramos

64 – EM Edmundo Lins – Ramos

65 – EM Presidente Eurico Dutra – Penha

66 – EM Ariosto Espinheira – Penha

67 – EM Professor Augusto Motta – Penha Circular

68 – EM João de Deus – Penha Circular

69 – EM Luís Carlos da Fonseca – Madureira70 – EM Professor Zituo Yoneshigue – Ricardo de Albuquerque

71 – EM Piauí – Guadalupe

72 – Ciep Dr. AdeIino da Palma Carlos – Praça Seca

73 – EM Cândido PortinariI – Pitangueiras

74 – EM Abeilard Feijó – Cocotá (Ilha do Governador)

75 – EM Rotary – Freguesia (Ilha do Governador)

76 – EM Darcy Vargas – Gamboa

77 – EM Benjamim Constant – Santo Cristo

78 – EM General Mitre – Santo Cristo

79 – EM Francisco Benjamin Gallotti – Santo Cristo

80 – CM Ladeira dos Funcionários – Caju

81 – EDI Parque da Alegria – Caju

82 – EM Estados Unidos – Catumbi

Escolas reabertas em 24 de fevereiro

1- EM Marechal Esperidião Rosas – Caju

2 – EM Mem de Sá – Rio Comprido

3 – EM Pereira Passos – Rio Comprido

4 – EM Humberto de Campos – Mangueira

5 – EM Educandário Romão de Mattos Duarte – Flamengo

6 – EM Vital Brasil – Catete

7 – EM Bombeiro Geraldo Dias – Tijuca

8 – EM Frei Cassiano – Tijuca

9 – EM Mário Faccini – Alto da Boa Vista

10 – EM Professor Afonso Várzea – Inhaúma

11 – EM José Eduardo de Macedo Soares – Lins de Vasconcelos

12 – EM Medeiros e Albuquerqye – Engenho Novo

13 – EM Walt Disney – Ramos

14 – EM Clóvis Beviláqua – Olaria

15 – EM Suíça – Penha

16 – EM São João Batista – CordoviI

17 – EM Presidente Gronchi – Jardim América

18 – EM Albert Sabin – ViIa da Penha

19 – EM Mário Penna da Rocha – Honório Gurgel

20 – EM Mozart Lago – Oswaldo Cruz

21 – EM Rostham Pedro de Farias – Cavalcante

22 – EM Maurice Maeterlinck – Guadalupe

23 – EM Professor Escragnolle Dória – Pavuna

24 – EM Temístocles Dalmácio Pereira – Barros FiIho

25 – EM Lincoln BicaIho Roque – Curicica

26 – EM Golda Meir – Barra da Tijuca

27 – Ciep João Batista dos Santos – Cidade de Deus

28 – EM Santa Francisca Xavier Cabrini – Senador Camará

29 – EM Fernando MaximiIiano – Santíssimo

30 – EM Raul Francisco Ryff – Senador Camará

31 – EM Professor Lauro Travassos – Realengo

32 – EM Alberto Nepomuceno – Cosmos

33 – EM MigueI de Larreinaga – Campo Grande

34 – EM Comunidade Jardim Pedregoso – Campo Grande

35 – EM Prof Dione Freitas FeIisberto de Carvalho – Santa Cruz

36 – EM Rivadávia Manoel Pinto – Guaratiba

37 – EM Padre José de Anchieta – Jardim Guanabara – Ilha do Governador

38 – EM Anita Garibaldi – Bairro Galeão – Ilha do Governador

Edição: Nádia Franco

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Coleção “Os Primeiros Brasileiros” tem exposição virtual

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O Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lança nesta terça-feira (13), às 18h, a primeira exposição virtual da coleção “Os Primeiros Brasileiros”. A coleção não foi atingida pelo incêndio que devastou o equipamento, no dia 2 de setembro de 2018, porque estava, na ocasião, sendo apresentada no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília. Depois de várias exposições físicas no Brasil e no exterior, onde foi vista por mais de 250 mil pessoas, a coleção será visitada pela primeira vez no formato online.

A última mostra física ocorreu em 2019, no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, mas, devido à pandemia de covid-19, acabou sendo suspensa. “Agora, ela volta totalmente online, disse o diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner.

Ele afirmou que a instituição precisa se aproximar do seu público, a despeito da pandemia. “Nós entendemos e, naturalmente, temos que ter responsabilidade social neste momento difícil que vivemos e não incentivamos nada presencial até pela questão de saúde, enquanto todos não tiverem sido vacinados. Dentro desse contexto, já vamos atuar para novas exposições virtuais. O caminho é esse. Para este ano, mais uma ou duas nós queremos fazer”, disse Kellner. Uma das próximas mostras é sobre mineralogia, adiantou.

O diretor do Museu Nacional, professor Alexander Kellner, durante entrevista coletiva, sobre as doações recebidas pelo Museu Nacional no último ano, as obras realizadas e sobre o conceito do novo Museu Nacional que será construídoO diretor do Museu Nacional, professor Alexander Kellner, durante entrevista coletiva, sobre as doações recebidas pelo Museu Nacional no último ano, as obras realizadas e sobre o conceito do novo Museu Nacional que será construído

O diretor do Museu Nacional, professor Alexander Kellner, em entrevista – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Alexander Kellner afirmou que o fundamental, dentro deste contexto de pandemia, é que as pessoas entendam que o Museu Nacional está vivo e que é importante transmitir o conhecimento científico. “E nada melhor do que falar sobre os primeiros brasileiros que estavam aqui muito antes da gente”. A exposição virtual é inteiramente gratuita.

Mergulho

A coleção Os Primeiros Brasileiros faz um “mergulho histórico” no Brasil e na participação dos índios no país. “E faz isso por meio dos índios do Nordeste, que foram os primeiros tocados pela colonização”, destacou o antropólogo João Pacheco de Oliveira, do Museu Nacional, que idealizou a mostra em parceria com a Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme). Potiguares e tupinambás estão entre as etnias que participaram do primeiro momento da colonização no Brasil. “São povos que estão na história desde o início”, observou o antropólogo.

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Oliveira disse que a partir desse mergulho na história do Brasil, a exposição revela que, dentro de sua concepção original, esses indígenas foram muito ricos, bonitos e felizes. “E depois, a situação se torna mais difícil, com a chegada de formas muito duras da colonização. É um momento do índio dentro da colonização”. Numa terceira fase, começa a se ver a história dos índios atuais, com apresentação de peças da cultura indígena. A última parte relata os indígenas mais contemporâneos, o que estão fazendo hoje e o que pensam também.

Abertura da exposição Índios: Os Primeiros Brasileiros, no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília. As imagens e documentos expostos permitem que o público viaje pela história do Brasil e dos povos indígenas. Abertura da exposição Índios: Os Primeiros Brasileiros, no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília. As imagens e documentos expostos permitem que o público viaje pela história do Brasil e dos povos indígenas.

Exposição Índios: Os Primeiros Brasileiros, no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília – Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil

As memórias da formação do Brasil, bem como da participação do índio na atualidade, são apresentados em painéis históricos e por meio de músicas, filmes e fotografias, que registram a diversidade e as narrativas dos povos indígenas nacionais. A grande maioria é formada de imagens tiradas de quadros que estão no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e em outros equipamentos do Brasil e do exterior.

Há também muitas gravuras, mapas, personagens históricos e, inclusive, charges, contou João Pacheco de Oliveira. As condições de vida, a ambientação nos diversos biomas retratam como eram os primeiros brasileiros que habitavam desde parte de Minas Gerais até o Maranhão. Cerca de 180 imagens de materiais históricos e contemporâneos, 12 trilhas sonoras e cinco filmes compõem os ambientes. Há ainda maior espaço dedicado a narrativas e representações indígenas da atualidade, por meio de depoimentos em vídeos ou galerias com imagens dos diversos povos.

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Guia

A exposição oferece também um Guia Didático para Educadores, com referenciais teóricos e sugestões de atividades práticas, que poderão ser desenvolvidas em salas de aula físicas ou digitais. Segundo o professor João Pacheco de Oliveira, trata-se de um guia muito rico para os professores trabalharem neste mês, quando se comemora o Dia do Índio, em 19 de abril, e se fala muito na temática indígena. “É um guia temático preparado especialmente para ajudar os professores a fazer visitas virtuais com seus alunos e a preparar exercícios a partir disso. Esse guia está muito interessante, tem muito material e abrange os índios do Nordeste, que são menos conhecidos do que outros”, acrescentou o antropólogo.

Essa primeira edição virtual tem apoio do Projeto Museu Nacional Vive, que é uma cooperação técnica entre a UFRJ, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Instituto Cultural Vale. Após o lançamento, a exposição estará disponível à visitação pelo público que, ao final da experiência, poderá avaliar, sugerir novos temas e colaborar com as futuras exposições do Museu Nacional.

O lançamento da mostra, a partir das 18h, pode ser acompanhado no canal do Museu Nacional/UFRJ no Youtube . Em seguida, estará acessível em www.osprimeirosbrasileiros.mn.ufrj.br

Edição: Graça Adjuto

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