Política Nacional

Maia diz que plataformas querem evitar lei das fake news

Publicados

em

 

 

source
Rodrigo Maia
Reprodução

Rodrigo Maia disse ainda que votação do projeto de lei é uma de suas prioridades.

O presidente da Câmara dos Deputados,  Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse neste sábado (4) que as plataformas digitais não querem debater a  lei das fake news por dependerem do “radicalismo”. Maia defendeu ainda que o projeto seja votado na Casa.

Maia disse que todos devem ser responsabilizados por seus atos. “As plataformas digitais não querem esse debate. Elas vivem exatamente desse radicalismo. Um telejornal bota a notícia que quiser e vai responder por ela, qualquer um de nós responde por nossos atos”, afirmou o presidente da Câmara, que completou:

“As plataformas, por onde passam milhões de informações que viralizam, ninguém quer ter responsabilidade”.

Leia Também:  Projeto veda criação de peixes em lagoas do ES

Maia disse ainda que o Legislativo precisa aprovar um texto que torne possível a identificação e a punição de financiadores e organizadores de estruturas de disseminação de fake news. O senado aprovou a PL das fake news na última terça-feira (30). Agora, a Câmara irá debater o tema, que, segundo o presidente da casa, está entre as suas prioridades.

Em contra partida, aliados do presidente Jair Bolsonaro estão lançando uma ofensiva contra o texto do projeto de lei.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política Nacional

Temer diz que Brasil pode ‘colaborar para uma pacificação interna no Líbano’

Publicados

em


source
Jair Bolsonaro convidou o ex-presidente Michel Temer para liderar missão ao Líbano.
Wilson Dias/Agência Brasil

Jair Bolsonaro convidou o ex-presidente Michel Temer para liderar missão ao Líbano.

Em entrevista à CNN Brasil, o ex-presidente Michel Temer declarou que, para além de oferecer ajuda humanitária, a  missão no Líbano tentará fazer com que o Brasil entre em um “processo de mediação para resolver as questões internas” no país do Oriente Médio.

Temer, convidado para chefiar a missão , disse que o governo brasileiro decidiu “muito adequadamente” enviar medicamentos e alimentos para o Líbano.

O ex-presidente também comentou sobre as dificuldades políticas que o governo libanês vem enfrentando. Para ele, o Brasil “tem condições e pode colaborar para uma pacificação interna no Líbano”.

Temer tem certeza de que, independente do dia, o Brasil estará presente no Líbano “cumprindo essa tarefa humanitária e essa tarefa política “.

Leia Também:  Projeto veda criação de peixes em lagoas do ES

Ele afirmou, ainda, que  “o governo está empenhado em ajudar esta pacificação” e disse ter ficado surpreso com o convite para liderar a missão do Brasil ao Líbano .

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

BLOG DO ILAURO

POLÍTICA

POLÍTICA NACIONAL

ECONOMIA

CIDADES

BLOG DO ILAURO

MAIS LIDAS DA SEMANA